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Friday, August 17, 2012

Makeup: uma questão de disciplina

Ontem foi a vez de dar uma reviravolta definitiva nas caixas de jóias e no toucador. Colares, pulseiras e afins passaram pela triagem e estão devidamente distribuídos por gavetinhas individuais. Já vos tinha contado que não sou grande fã de berloques e que prefiro adornos nobres, naturais e que tenham algum significado. Feito. 
O toucador foi outra estória. Há bastante tempo que a minha vanity table me acompanha: costumava fazer lá toda a minha rotina de cabelo e maquilhagem e quando mudei de casa instalei-a junto à janela, para ter luz natural, protegida por um biombo de madeira lavrada. Mas gostei tanto da minha casa de banho, e andei em tantas correrias, que passei a atafulhá-la com boa parte dos produtos de beleza e styling. Resultado: toucador cheio de coisas que uso menos, móveis da casinha atravancados de produtos e o péssimo hábito de me maquilhar e pentear de pé. Parecendo que não, isto provoca uma série de desconfortos: pouca paciência para o styling, menos divertimento no processo, cansaço...
 Após algumas hesitações, decidi-me: volto a tratar de tudo isso no devido lugar e acabou-se. Foi preciso ter paciência para me libertar de muitas palettes, para que coubesse o que de facto uso, mais secadores, rolos e artigos semelhantes. Mas fiquei satisfeita. Tudo é uma questão de hábito e disciplina. Tenho concluído que apesar de adorar a arte da maquilhagem, não sou boa cliente para novidades: as novas lojas com milhares de tons e nuances, texturas e caixinhas, são muito giras mas provocam-me certa confusão. Não resisto a bons primers, bases, pincéis, pós e máscaras (que precisam de ser renovados regularmente). Mas quanto a sombras, texturas novas, brilhinhos e por aí fora, não contem tanto comigo: bastam-me duas paletas de boa qualidade, uma com tons naturais (beges, pretos, castanhos) e outra com cores vivas para as ocasiões especiais, em que gosto de criar efeitos mais dramáticos. Mais cat eye menos cat eye, mais smokey eye menos smokey eye, olho preto ou bâton encarnado/nude e pouco mais...a prática é óptima conselheira, e pessoalmente prefiro adoptar os modelos clássicos e partir daí. O que não requer dezenas e dezenas de caixas, nem actualizações constantes....









2 comments:

Panurgo said...

Meu Deus, a ciência feminina...

Imperatriz Sissi said...

Parece uma palermice, mas não imaginas a canseira que é...e os cálculos que são precisos :D

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