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Sunday, December 2, 2012

E vem-nos à memória uma frase batida...

As pessoas sentem o que sentem; nem sempre essas coisas estão na nossa mão, e nem sempre o que sentimos nos dá jeito ou aparece na altura mais conveniente.  Mas deviam trabalhar um pouco, raciocinar um bocadinho sobre a forma como gerem esses sentimentos. Por muita piada que tenham as cenas de ciúmes, os amuos, as dificuldades que até certo ponto, tornam uma história de amor mais emocionante, não me venham com tretas: quem ama não se compraz em inquietar, arreliar, angustiar ou magoar o outro. Não se diverte a "fazer ferro", nem com vinganças. Não prega partidas para depois vir com pezinhos de lã quando vê que está a destruir tudo. Não age, à partida, com más intenções. Não desconfia por desconfiar. Não põe à prova. Procura ver o outro contente e tranquilo.Tem a humildade de arriscar e confiar, porque não é possível gostar de nada sem correr o risco da desilusão.  Fico sempre admirada quando chamam "amor" a esses afectos desgovernados, cheios de arrogância, ou quando vejo gente a fingir que acredita no chavão "gostamos demasiado um do outro". Isso não é gostar verdadeiramente - ou se é, esse "gostar" está a precisar urgentemente de ir ao arranjo.

3 comments:

anamargarida said...

sérgio godinho, boa música

Colour my life said...

Que grande verdade.

lena said...

O amor é um grande sentimento e concordo.
Beijinhos Grandes.

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