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Saturday, March 31, 2012

Give me a head with Hair, long beautiful hair...

Cintia Dicker

- Estou muitíssimo curiosa para experimentar a linha Arginina Resist da L´oreal. Todos os produtos que agem tanto na fibra capilar como na raiz (logo, ajudam a manter o cabelo grande, bonito e a crescer) me interessam. Fico contente por ver que os tónicos - que tinham passado de moda - regressam lentamente ao mercado.  
gamme-arginine-elseve.jpg



-  Também já chegou o kit de alisamento Phyto Keratina da 
Garnier. Inspirado nos alisamentos das terras de Vera Cruz, 
promete durar 3 semanas. O aspecto do alisamento não me seduz tanto, mas um bom tratamento de queratina faz maravilhas. A minha dúvida é se com o kit, é possível eliminar o frisado sem alisar completamente o cabelo. Como o produto é activado pelo calor, ficará com a forma que lhe dermos, mas para aplicar rolos ou o ferro de enrolar é necessário secar as madeixas primeiro, logo, estou confusa. Se me garantirem que não danificarei os meus preciosos caracóis no processo, serei uma early adopter




- Juro que não percebo as pessoas que andam dias a fio a queixar-se de terem o cabelo sujo, porque a cabeleireira ainda não as pôde atender (ou com a crise têm de reduzir as idas ao salão) e não são capazes de o lavar sozinhas. Hoje em dia, com tantos produtos, informação e modeladores (ferros de alisar e frisar, hot rollers, escovas de ar quente, etc) fáceis de utilizar em casa, não se justifica. Só é necessário um pouco de prática e paciência para ter o styling feito por uma parcela do tempo e do preço. Mesmo que não fique perfeito, pelo menos ao início, para o dia a dia resolve bem. Cada um com as suas prioridades, mas faz-me impressão que alguém não se importe de trazer o cabelo peganhento, desde que esteja bem esticadinho...blhec.

 E a propósito disto tudo, lembrei-me de uma dos meus momentos de cinema favoritos:


Friday, March 30, 2012

Weekend mode

Kylie Minogue
                                      
Finalmente é Sexta Feira. Estou com  vontade de fazer um pequeno tour romano, se a chuva teimar em não cair. Mas antes quero levar a passear umas certas botinhas que só podem sair de casa depois do pôr do sol e testar a sua resistência a uns passos de dança. Set the mood: escorregadio, hedonista e preguiçoso como um gato. Nisto, lembrei-me de um texto que escrevi há uns aninhos. Vai ser a minha inspiração para este dandy weekend:

Se de menestrel algum talento resta
Hoje far-me-ei - com arte e esmero.
Sedução urgente, a cidade chama
Chamas de vitrais imagens e flashes
Para captar a nossa personagem
Vamos fazer a Catwalk, jogar O Jogo
Sê-lo e parecê-lo, sem piedade!
Uma voltinha, uma pose, uma borla
Um bocadinho mais de maquilhagem!
Abro os meus olhos com kajal para o mundo
Com uma escovagem pinto a minha via láctea
Corre, vibra, estica, foge!
Em cima de stilettos sou capaz de tudo.

Esforça-te um pedaço mais, corre, ama, esgota!
Seria atroz ficar em segundo
Afunda-te comigo novamente
Numa vaga turva e fera, opiácea!
Abraça-me, murmura - como és bela! 
Mesmo que a minha alma se pareça
Com um espelho estilhaçado em mil pedaços
O espectáculo continua!
A TV é a janela!

Saio à rua envolta em púrpura
Vagueando entre os vãos e os vis
E contemplo aqueles de nós
Que gritam cá para fora anima e vida.
Numa ilusão multicolorida
Negro, chic, verniz, cartão, convite!
Caviar, La Mer, vem cá de novo
Lençóis egípcios, sonhos diamantes
Vintage, Cosmo, Elle -.léguas a fio
Dicionários de imaginação que nos traduzem
Expressa-te hoje - quem és tu?
Passam os outros, cinzentos, desnudados
De beleza, de sentido, de verdade!
Seremos tudo: trágicos, viciosos, iludidos
Pobres snobes, baralhados, batalhando
Guerreiros por um pouco mais de sol
Menestréis, maquiaveis da arte do Beau Monde!
E nesta cruzada sobre vidros
Encontraremos novos portos e sentidos
Almofadas de veludo
 Neste frio espaço redondo.

(" Menestrella", publicado na 3ª edição da revista Volte Face, 2008)

Momento surreal


 



Estar muito sossegada a trabalhar e as câmaras de segurança mostrarem um gato na galeria ao lado - a passear solenemente, com ares de apreciador de arte. (É caso para dizer: não passa ali um gato que eu não dê conta...).


Thursday, March 29, 2012

Bad Company


"Dizem a verdade aqueles que afirmam que as más companhias conduzem os homens à forca."
  (Maquiavel)

"Não vos enganeis. As más companhias corrompem os bons costumes" (1 Coríntios 15:33)


Nunca tive um pingo de tolerância para más companhias . (S. Vicente, santinho padroeiro contra as más influências e os vícios, me defenda sempre de tal !) Nem mesmo na idade do armário. Lá em casa, sempre honrámos a máxima da maçã podre: basta uma para contaminar o cesto. O único remédio é esvaziá-lo e eliminar a ranhosa ou, caso isso seja impossível, sermos uma maçã ajuizada e rolar para outro lado.  Nunca gostei de bajuladores e sou incapaz de adular seja quem for – logo, se não me agradam as novas companhias de alguém, salto fora.  Não sou amiga de gente esquisita e mal intencionada, por isso - como é lógico  – não sou amiga de quem tem amigos desses. É coisa que mata toda a admiração, amor ou respeito que possa sentir por alguém.
Prefiro afastar-me dos íntimos a alimentar-lhes os vícios.   

Os aduladores são a pior espécie de inimigos. (Tácito)

A baixeza mais vergonhosa é a adulação. (Francis Bacon)

Os aduladores são como as plantas parasitas que abraçam o tronco e ramos de uma árvore para melhor a aproveitar e consumir. (Marquês de Maricá)

A anatomia de um adulador é inconfundível. Aparecem sempre movidos por um interesse qualquer, já se sabe. Estabelecem vínculos a uma velocidade precipitada, atropelando as fases de desenvolvimento de qualquer relação. Por exemplo, o "você" passa a "tu cá, tu lá" num ápice, mesmo que fosse suposto guardar alguma cerimónia.  O descaramento é tanto que por vezes, quem vê fica sem reacção. Outro truque é repetir o nome da pessoa que querem conquistar a torto e a direito, uma táctica muito usada em vendas. (As pessoas adoram ouvir o próprio nome). Ainda ontem não se conheciam, mas de repente referem-se ao sujeito com grande intimidade e orgulho:  " o João isto, o João aquilo". O passo seguinte é procurar impôr-se no grupo estabelecido, dando graxa aos mais vulneráveis. 


 Aprendei que todo o adulador vive à custa de quem o escuta. (La Fontaine)


    Entregar-se às pérfidas insinuações de um adulador, equivale a beber veneno numa taça de ouro. (Demófilo)

  
Uma vez que tem um objectivo em mente, o adulador está disposto a engolir todos os sapos, a fazer todos os fretes, a abdicar de qualquer réstia de dignidade e a rastejar se for preciso. Se lhe disserem na cara " és uma besta!"  ele vai rir-se e encolher os ombros.   É o pior sabujo que existe. 

Um bom meio de reconhecer um bajulador: conta-lhe que és autor de alguma acção ignóbil, fingindo orgulhar-te dela como de uma façanha. Se ele te felicita, é um bajulador. Um homem sincero pelo menos abster-se-ia de um comentário. (Cardeal Giulio Mazzarino).


 Como não lhe interessa o bem-estar de quem adula, apenas pretende tirar proveito,
lisonjeia-lhe até as piores acções. Qualquer disparate é elogiado, posto na coroa da Lua. Se lhe contam " apanhei uma bebedeira tão grande que fui parar ao hospital feito num oito" o parasita responde " Ganda maluco! és o meu herói! Para a semana posso ir também?".
Claro que é impossível competir com isto. Perante tanta peçonha e mel qualquer aviso, reparo ou opinião sincera soa a sermão. Familiares, amigos ou companheiros do visado que caiam no erro de o prevenir são taxados de mal dispostos, secas, invejosos ou desmancha prazeres. É nessa fase que o adulador faz o próximo movimento: opinar. O adulador adora interferir na vida do alvo, fingir que pugna acima de tudo pelos seus  interesses, tornar-se necessário. De repente, ele é que sabe o que é melhor para o seu novo “amigo”. Todos os outros têm defeito.

Quem sabe adular também é capaz de caluniar. (Napoleão)

É nesta altura que uma pessoa sensata (que já topou o esquema e avisou duas ou três vezes, sem resultado) toma o único caminho possível para a serenidade: fugir dessa tropa fandanga.   Afinal, 

Aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador.(William Shakespeare).




É doloroso reconhecê-lo, mas factos são factos. Vejam o cavalheiro acima: uma verdadeira estampa, com um rosto lindíssimo e uma bela figura. Herdeiro de uma colossal fortuna do petróleo. Não faço ideia se é uma pessoa inteligente, mas parece ser alguém sem motivos para se queixar da vida, com um futuro radioso. Pois é, mas em vez de cuidar dos negócios da família, estudar, fazer voluntariado em África, plantar batatas ou qualquer ocupação igualmente saudável, o rapazinho passa a vida assim:



Grandes pândegas, visitas à esquadra, vida de playboy, cenas vergonhosas (foi expulso de hotéis, casinos, lojas e até do casamento do irmão) bebedeiras e drogas à fartazana, a sustentar malandros, a aturar parasitas, a ser mau para toda a gente, num desregramento e depravação absolutos.  A corrupção de Brandon Davis é tal que de solteiro cobiçado, passou a ser uma anedota.  Foi alcunhado de “Greasy bear” (urso seboso) e os próprios pais viram-se obrigados a fechar-lhe a bolsa. Ei-lo aqui, lindo como o sol, numa cruel caricatura de si mesmo:

You Dirtbag 

É caso para dizer, nem coberto de ouro....
O que um príncipe aprende melhor é a equitação, porque o seu cavalo não o lisonjeia. (Plutarco) 
"A companhia da multidão é nociva: há sempre alguém que nos ensina a gostar de um vício, ou que, sem que percebamos, nos transmite esse vício por completo ou em parte. Quanto mais numerosas forem as pessoas com as quais convivemos, maior é o perigo."(Séneca)


Chegámos ao futuro‏

 Natalie Massenet, o Génio da Caixa


Já repararam que revista da loja  Net a Porter é um mimo? Igualzinha a uma Vogue, Elle e afins, mas com poderes mágicos: basta clicar sobre o par de sapatos/carteira/fatiota desejado no artigo para nos desgraçarmos, perdão, para o tesourinho viajar até nossa casa. Só nos falta encontrar o tapete voador, o génio da lâmpada e a caverna dos 40 ladrões. Na realidade alternativa em que vivemos, já nada me espanta.

Wednesday, March 28, 2012

Nem pensar!!!!


Kate Beckingsale


Nunca; nunca na vida, as if, nunca em tempo algum, ´tá bem ´tá, vai dizer essa à tua tia, jamais, só no dia de S. Nunca à tarde, vai chatear o Camões, bite me, espera por essa, só na semana dos nove dias, no dia 30 de Fevereiro, nem por um reino, só quando o Inferno congelar; dream on, só quando as galinhas tiverem dentes, no bloody way, espera sentado,  isso vai tanto acontecer como eu ser freira, tira daí o sentido, hei-de fazer tanto isso como hei-de ir ao fim do mundo, só quando os porcos voarem; nem sob tortura; nem por amor, nem com dinheiro;  eat my shorts, nem que chovam picaretas, nem que chovam canivetes, nem que o Diabo rebente, nem por cima do meu cadáver,  nem por ordem do Padre Cura, nem à lei da bomba, nem que se matem, não, não, não e não, por dinheiro nenhum, em tempo algum, tira o cavalinho da chuva, nem penses nisso, ó filha vai-te matarnot in any way, absolutely not, comigo não, vai sonhando, já chegámos à Madeira ou julgas que isto é a casa da Joana? Não não, e não mesmo; nem pensar nisso é bom, Deus me livre, Deus nos defenda, outra que eu não, nanja eu, macacos me mordam, nem coberto de ouro, em hipótese alguma, vade retro, t ´arrenego, espiga rodrigo, cruz credo, não me parece, olhe que não, nem com os copos, nem que a vaca tussa, nem que me paguem. (Fui explícita ou esqueci-me de alguma?).

Atia Iuliae dixit





"You are swearing now that someday you will destroy me. Remember: far better women than you have sworn to do the same. Go look for them now."


Se Ilythyia (Spartacus) é verdadeira Patroa - ax aequo com a deliciosamente malvada Lucrécia - Atia (Rome) é a incontestável Godmother. Tem o poder que falta a Lucrécia e a experiência que falta a Ilythyia. É uma raposa velha - com uma belíssima pele. 


Embora seja uma personagem  ficcionada ( uma mistura entre duas mulheres reais, Atia Balba Caesonia e Clodia Metelli ) a sua construção, o guião e a magistral interpretação de Polly Walker elucidam-nos sobre as mulheres que mexiam os cordelinhos por trás do pano na Roma Antiga. E deixam-nos com pena que a série, devido aos elevados custos de produção, tenha acabado (em grande) ao fim da segunda temporada.

 Atia não brinca em serviço. É capaz de tudo - literalmente - para defender o clã.  As suas contendas com Servilia, amante de Júlio César, são arrepiantes. Eis duas senhoras taco a taco - um espectáculo raro, hoje em dia. Servilia é elegante, subtil, mas deixa-se arrastar pela amargura e ressentimento. Atia é mais funcional. Menos mesquinha. Não se  fica a chorar porque um homem lhe virou as costas. Tem a resposta na ponta da língua. E aqueles olhos verdes, amendoados, capazes de derreter uma pedra. Possui as virtudes da paciência e da descontracção. Pensa estrategicamente. Enquanto Servilia se faz velha de raiva, Atia conspira desportivamente, com um sorriso. E liberta o seu ódio no momento certo - apenas quando é útil passar à acção. Se perdeu, aguarda que a maré mude, como quem diz "espera que vais ver". Até lá entretém-se como pode. Não deixa que o coração a domine, não permite que o seu adorado Marco António ou mesmo o amor pelos filhos (os seus calcanhares de Aquiles) interfiram no que deve ser feito. E acaba por ter sempre razão, mesmo quando os métodos não são os melhores. Ela não é má pessoa - só não gosta que ataquem o que lhe pertence. No fim de tudo, Atia é sincera: as suas acções são a resposta às exigências do meio. Escolhe dominar, em vez de ser dominada. Nos bastidores e com calma, comme il faut

Tuesday, March 27, 2012

Arrependimento?


Helena Christensen

Costumo dizer que raramente me arrependo daquilo que faço: é muito mais comum arrepender-me das coisas que não disse ou não fiz. 

Isto acontece por duas razões: a primeira é o meu famigerado, impulsivo e infalível instinto, de que já falei aqui várias vezes. Ele dá sempre sinal e é raríssimo não estar certo. Eu é que opto por ignorar esses pressentimentos radicais (e a minha tendência natural para partir a louça). Vou pela via mais prudente e como a prudência é inimiga da fortuna, espalho-me ao comprido. 
 A segunda razão é que, como típica virginiana, sou extremamente racional (vejam como isto convive com o meu instinto prodigioso e calculem a confusão que se gera na minha cabeça). Num minuto, sou capaz de analisar a situação por todos os ângulos, fazer complicadíssimos cálculos, comparar cenários e elaborar uma estratégia. 
 Ou seja, dificilmente meto a pata na poça. Aquilo que faço é bem feito. Aquilo que não faço é que me causa problemas. 
Foram pouquíssimas as vezes em que tive de me desculpar por algo que disse. E são muito frequentes aquelas em que me arrepelo por ter mordido a língua, como dita a boa educação. Porque é que não deitei a casa abaixo? Porque é que não me expliquei? Porque é que não os mandei lamber sabão? Porque é que não segui o meu primeiro impulso e levei o caso até às últimas consequências? Porque é que não virei as costas e pronto? e mimimi, e nhanhanha.
 Arrependimentos todos temos. Ninguém está livre de errar, de fazer asneira da grossa, de prejudicar os outros, as pessoas queridas ou a si mesmo. Mas uma coisa é certa: ou bem que há arrependimento, ou bem que não há. 
 Quando manifestamos pesar por um erro cometido, a reacção automática é mudar de atitude. Jesus disse " vai, e não voltes a pecar" não disse " este está resolvido, vai lá e faz pior". Por infinita que seja a possibilidade de perdão ou redenção, os princípios científicos são inalteráveis: a combinação dos mesmos factores leva invariavelmente ao mesmo resultado. 
 Se alguém quer laranjada mas não deixa de espremer limões, por mais que chore, berre e bata com a mão no peito, continua a obter limonada. Pode despejar o açucareiro lá dentro, pedir mil desculpas, deitar-lhe folhas de menta, champagne do melhor, groselha e gelo: é sempre limonada. A única maneira de resolver o problema é deixar a teimosia de lado, assumir que a receita não é aquela, deitar fora os limões, lavar o jarro, limpar o espremedor e ir buscar a porcaria das laranjas. Simple as that. 

Monday, March 26, 2012

Frankly my dear, I don´t give a damn

File:Elsiemerrywidow.jpg
Lily Elsie 
 
Há aqueles momentos em que simplesmente deixamos de nos importar. Quando assuntos que nos ralavam passam a ser vistos à luz e mostram o que realmente valem (e não valem um caracol) . Só fica o ridículo daquilo tudo. E a pressa de nos arredar, não vá a febre do patético contagiar-nos ou a lama salpicar-nos. É como se nos caísse a venda dos olhos - de repente, estamo-nos nas tintas.  A mixórdia é tanta, a baixeza de tal ordem, a vileza tão entranhada, tão indigna de nós que é impossível continuar a olhar para baixo sem torcer o pescoço.  I couldn´t care less.
Querem atirar-se a um poço? É para o lado que eu durmo melhor. Fazer figuras tristes? Força. Andar à traulitada uns aos outros? Go ahead! Fazer figuras de urso? Até vos compro o monociclo e as bolinhas de malabarismo. The roof is on fire? We don´t need no water, let the motherf***r burn.





                             

Sunday, March 25, 2012

Pilates, pilates...

...e um pouco do workout oficial de Spartacus, aqui, aqui e aqui.  Esta rotina (associada a uma genética abençoada  - figura de ampulheta petite) é responsável pela esplêndida forma de Ellen Hollmann - a guerreira germânica da série. Olhando para a alemita Saxa, só me ocorre dizer...preguiça, anyone?




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