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Saturday, November 3, 2012

Brilhante comentário da semana: ciúmes


                                     
Em resposta à minha pergunta de ontem sobre o ciúme e desconfiança masculinos, uma gentil leitora escreveu palavras sábias e expressou um raciocínio que já me tem ocorrido, mas que nunca vejo tratado ou escrito em lado nenhum. Isso deu-me que pensar, pois recebo bastantes comentários que faziam um post e é pena não lhes dar o devido destaque. Por isso, a partir de agora - sempre e quando se justificar - será escolhido o Brilhante Comentário da Semana, de modo a partilhar com quem me visita a sabedoria dos comentadores mais fofos e respeitáveis desta blogosfera e arredores. Alors, diz a nossa amiga Sofia Henriques, e muito bem:

" Parece-me que depois de uma grande desilusão os homens têm muita dificuldade em voltar a entregar-se sem reservas. Acho que nas relações que possam vir a ter depois preferem optar por uma mulher que seja "average" e que sabem que não os vai deixar ou trair, do que voltar a estar com alguém que os arrebate (...)  arriscar entrar numa relação em que não tenham controlo absoluto. De outra forma como explicar que muitos homens prefiram casar com uma pãozinho sem sal (mas que está garantida) em vez de uma mulher mais interessante mas independente, com "pêlo na venta" ? Talvez tenham receio de perder o controlo, não dominar a relação e, como é um coração já cheio de remendos que está em jogo, preferem não colocar-se novamente em risco. Talvez as desilusões amorosas numa idade relativamente precoce estejam na génese de muitos dos sacanas que nos deixam de coração partido.


Eis um belo ensaio sobre a insegurança masculina e as suas consequências, e um drama que vejo muito por aí...Por vezes a obsessão de controlar cada aspecto de um relacionamento leva à escolha da pessoa errada. Uma vida ao lado de um (a) companheiro (a) seguro (a) mas sem graça parece-me um preço demasiado alto a pagar só para evitar um sofrimento que pode nunca acontecer, mas há tantos casos desses...

As coisas que eu ouço: o meu Pequeno Pónei


Contei-vos que alguns dos meus brinquedos regressaram a casa. No caixote, entre as Barbies e acessórios, estavam dois Pequenos Póneis. Adorava a série My Little Pony e este, junto com uma carroça de Pinipons feirantes (que vendiam frutas e vasos de flores) foi um dos poucos brinquedos "da moda" que competiram brevemente com a mítica Barbie. Nunca fui menina de Nenucos nem de bonecada a chamar-me mãe, mas como adorava cavalos foi fácil encantar-me por aqueles amores coloridos.
Tantos anos volvidos, ainda estão impecáveis. Um deles é esse da imagem, o Pinwheel, que apesar do uso, só perdeu os desenhos no flanco.  De resto está novo - depois de uma barrela com amaciador e shampoo de morango, outro regalo da minha infância. 
Quando vi o meu bom amigo Pinwheel recordei-me de um episódio que me marcou. Certa vez, levei-o comigo para a escola, para o mostrar às colegas no intervalo.  Aquela escola era muito gira, pois tinha à volta do recinto uns morros verdes que davam para um bosque. Por vezes trepávamos o monte e ali ficávamos, a lanchar e a fazer jogos. Brincou-se, lanchou-se e voltei para a aula. Estávamos a meio de um exercício quando dei pela falta do boneco. Fiz-me branca como a cal, levantei-me de um pulo e sem olhar a onde estava (eu que até me portava bem) gritei:

- Ai Meu Deus! Ai o meu pónei, ai o meu pónei, ai o meu lindo pónei!

Calou-se tudo. A professora ficou parada a olhar para mim e perguntou o que se passava.

- Oh Sra. Professora, deixei o meu pónei no recreio... - respondi quase a chorar.

- Então pouco barulho e vai lá buscá-lo num instante!

Foi o que eu quis ouvir. Não corri, voei lá para fora e morro acima. Felizmente nenhum dos miúdos tinha dado pelo brinquedo e lá estava ele, muito quieto, de pé como o tinha deixado, a "pastar" entre as ervas. Agarrei-o bem agarrado e levei-o de volta, vitoriosamente, para a sala de aula. 

- Obrigada, Sra. Professora! Afinal estava lá...

- Ai era isso que a Sissi tinha perdido?

- Era, sim Sra. Professora. Então não lhe disse que era um pónei?

- Essa é boa - respondeu ela, muito zangada e de régua na mão - eu percebi " eu perdi o meu boné"! Se soubesse que era o boneco não te tinha deixado ir, que era para aprenderes!

Tarde demais, senhora professora, o precioso já ninguém mo tirava...Pensei de mim para mim que por um boné não era necessário tanto drama, nem arriscar-me a levar uma reguada, mas um Pequeno Pónei era outra história. 




Agora já percebo o Dexter...





...e a trabalheira que ele tem a criar todo um cenário, coberto com metros e metros de plástico, de cada vez que decide andar a fazer justiça à sua maneira por aí. Ontem destruí um mosquito que tinha acabado de almoçar e não imaginam o sarilho que foi para limpar a parede dos vestígios do bicho e do ADN sabe-se lá de quem.

          

Friday, November 2, 2012

Pergunta para eles



Sempre ouvi dizer que as mulheres são mais sensíveis e fazem maiores esforços para conservar um relacionamento, mesmo à custa da sua própria felicidade. Muitas mantêm a velha programação genética para a estabilidade, para defender a todo o custo o que percepcionam como "lar" ou território . Os homens, por outro lado, têm uma maior tendência para o risco, para a aventura e logo, mais facilidade em estabelecer ligações fugazes ou superficiais. Porém, quando finalmente encontram um relacionamento com significado, quando se apaixonam realmente, são muito mais emocionais, vulneráveis e territoriais do que as mulheres. Quando se envolvem emocionalmente pela primeira vez, pior ainda. Têm uma maior capacidade de entrega sem reservas, mas também carecem de firmeza e deixam-se facilmente assaltar pela dúvida ou pela insegurança. Uma vez quebrada a confiança, ferido o seu orgulho, dificilmente perdoam ou recuperam a serenidade: perante uma desilusão, o sofrimento masculino é muito mais violento. Talvez porque ao contrário das mulheres não esperam vir a ser desiludidos, e ficam muito surpreendidos quando isso acontece; talvez porque não têm a capacidade de racionalizar ou relativizar que algumas mulheres possuem quando o assunto é ciúmes, seja o motivo dos zelos verdadeiro ou falso, justo ou não. Então contem-me lá se isto é mito ou facto. Quão ciumentos e desconfiados são realmente os cavalheiros de hoje em dia? E como reagem perante uma suspeita?

Peça essencial: Blazers

Se o Verão passado foi dedicado às saias, que regressaram em força e em todos os modelos possíveis, este é sem dúvida o Inverno dos casacos, como já comentei aqui. Dos big coats aos assertoados militares, passando pelas capas (Gucci) trench coats criativos (Burberry) e sobretudos de pêlo ou couro, casaquinhos de tweed, metalizados e brocados, haverá agasalhos justos e largos, curtos e longos, com todas as inspirações e tecidos possíveis. Depois de anos de vacas magras,  em que as "imitações de sobretudo" ameninadas, de corte império e acima do joelho dominaram, eis uma temporada para adquirir bons casacos clássicos e femininos...ou variantes originais e andróginas, que lembram as loucuras de Comme des Garçons nos anos 80.
É claro que se falamos de casacos,  não poderíamos deixar os blazers de fora, e neste Inverno eles não fogem à regra: há-os de todos os modelos, cores e materiais (incluindo couro e camurça). Até as versões compridas e largas regressaram, o que significa que quem tiver acesso aos armários vintage das mães e das tias se vai divertir bastante com exemplares que se julgava nunca mais verem a luz do dia...
 Há que aproveitar, pois em boa verdade o blazer nunca passa de moda e poucas coisas são tão práticas e acrescentam tão rapidamente um "quê" de elegância e sobriedade a um visual descontraído...








O Monstro que Esconde Gente


Depois de adulta, tive o azar de travar conhecimento com um monstro pior do que o Bicho Papão, a Cuca e o Homem do Saco todos juntos. É parecido com esses inimigos míticos da nossa infância - no modus operandi silencioso, na persona misteriosa e sem rosto que adopta - mas oferece perigos maiores, porque é real. Invisível, mas muito real. Encontrei-o pela primeira vez há alguns anos, quando a minha querida avó sofreu um problema de saúde que lhe baralhou boa parte da memória e lhe provocou, embora de forma intermitente, alterações nos sentidos e na percepção da realidade. O nosso cérebro é o maior mistério que há; bastam alguns neurónios feridos para provocar os mais estranhos efeitos. Num momento, ela era a avó que sempre tínhamos conhecido - sensata, ponderada, com um sentido de humor refinado e característico. Dali a pouco ficava entre o cá e o lá, vagueando no passado, ou perturbava-se com coisas que só ela compreendia. Por exemplo, começou a ter sérios problemas com a dimensão das coisas - os prédios, os postes - que ora lhe pareciam minúsculos, ora lhe pareciam gigantes. Não conseguia racionalizar o que "via" e insistia connosco que tudo tinha mudado de tamanho, como é que era possível tal coisa, que vinham a ser aqueles postes da luz novos, quem tinha sido o iluminado que mandara fazer aquilo, e não se tirava disto, repetindo o mesmo discurso vezes sem conta. Estes episódios davam por vezes origem a momentos hilariantes ou bizarros, ao melhor estilo 100 Anos de Solidão; outras vezes, porém, era muito complicado. Bem tentámos a abordagem "fingimos que alinhamos para não a perturbar, que daqui a pouco passa" mas a nossa avó não era tão fácil de convencer. Não lhe parecia certo e queria discutir connosco o que ia na sua cabeça, sem se recordar que tínhamos tido a mesma conversa há poucas horas atrás. Por vezes caía em si e dizia "mas que disparate, ai a minha cabeça. Eu não estou maluca, não ando é bem desde aquela vez em que fui para o hospital".  Partia-me o coração ver isto, mas o mais difícil era manter a paciência nos momentos em que estava pior. O Monstro que come gente, que muda a personalidade das pessoas e que as esconde na barriga ao mesmo tempo que lhes veste a pele, tinha atacado. Certo dia, exasperada, virei-me para o Monstro e gritei-lhe: "Devolve a minha avó! O que é que fizeste à minha avozinha?!". Nesse momento o malvado deve ter-se tocado, viu que estava descoberto e recuou, porque a avó voltou a si e desatou a rir. "A Sissi está maluca, querem ver?".
 Neste caso o Monstro que Esconde Gente aproveitou uma doença para se instalar, mas há outros meios de fazer vítimas. Algumas pessoas são atacadas por ele devido à dependência de substâncias ou a um trauma violento, outras têm uma personalidade temperamental, influenciável ou volúvel que o convida a fazer delas a sua casa ; outras ainda, perfeitamente saudáveis, deixam que certos acontecimentos (ou emoções como a raiva, o ressentimento ou o ciúme) as afectem de tal maneira que nunca mais voltam ao seu velho "eu".  Mas todas mostram o mesmo sintoma: a alma virada do avesso. Alterações de personalidade ou comportamento mais ou menos prolongadas, por vezes tão profundas que da pessoa original, só se reconhece mesmo a fisionomia. O olhar muda. A forma de tratar a pessoas próximas altera-se. O discurso também. Só de vez em quando o verdadeiro eu da vítima assoma à superfície, por breves períodos. Não há garantias de uma cura definitiva, de um exorcismo que o expulse para todo o sempre. Dos monstros que tenho visto, este é capaz de ser o piorzinho de todos...

O Governador é mau! Isso faz-se?


Finalmente, o misterioso Governador de que tanto se falava - e tão aguardado por quem já era fã da BD de The Walking Dead - deu um ar da sua graça. Confesso que o meu contacto com a graphic novel foi muito pontual, o que me permitiu não ter grandes expectativas. Mas não esperava que escolhessem alguém com o aspecto do actor David Morrissey para o papel. Ou seja, alto e bem parecido até o Diabo dizer basta, com ar de perfeito cavalheiro e estilo para dar e vender. Ora aí está um tipo de senhor impressionante, seguro de si e dominador, com um lado obscuro. Ou mais adequadamente, um lado negro como breu, devidamente oculto sob uma camada de bondade, do género salvador da pátria. Torturar gente, roubar recursos, atirar pessoas aos zombies de estimação e querer as mulheres bonitas todas para ele são só algumas das tropelias esperadas da personagem. Mas isso enfim, ele é o vilão da história, as travessuras entendiam-se. O que deu cabo de mim foi 
ouvi-lo dizer que no reduto seguro que criou (uma cidadezinha idílica livre de mortos vivos esfomeados onde todos se conhecem) a vida segue normalmente. Ou seja, lá fora o mundo acabou, está tudo de pantanas, mas ali todos têm uma existência tranquila: joga-se às cartas, e as crianças vão à escola... esperem lá. Pára tudo! Ó seu ditador de meia tigela, as crianças vão aonde? À escola? Assim que se fala em organizar uma imitação de sociedade pimba, lá se mandam os desgraçados dos miúdos à escola. O mínimo que se pode esperar depois do apocalipse é que as escolas desapareçam. Quem nunca sonhou em pequeno com um nevão, um cataclismo, um surto de peste que obrigasse a escola a fechar, em modo Calvin & Hobbes? Vem o apocalipse zombie e nem assim?
 Entenda-se que não estou a defender um mundo cheio de gente analfabruta mas podiam inventar um sistema de ensino mais giro, sei lá...

(**Este post é uma brincadeira, como é óbvio, embora a minha infância fosse povoada de pragas e planos infalíveis para obrigar a escola a fechar portas, pelo menos por uns dias...**)

Thursday, November 1, 2012

O meu Halloween foi de tremer, e o vosso?



Embora adore estar recolhida no meu cantinho há ocasiões que não deixo de celebrar, e o Halloween é uma delas. Confesso que  me custou não ver The Walking Dead sossegada, mas foi para isso que se inventou o MEO (passe a publicidade que eu não sei como se chama a engenhoca para gravar programas e estou com preguiça de procurar) e além disso, não queria perder o convite da minha BFF Inês para o concerto da banda Rock N Riders (que vos aconselho a conhecer, já agora) na linda cidade da Figueira da Foz. Como vos tinha contado, acabei por me decidir por um upgrade gótico/ vampiresco/embruxado no meu visual, em vez da minha habitual fatiota completa. Para me inspirar, comecei logo por um visual noir ao longo do dia. Neste Inverno a combinação saia midi ou maxi + blusão de cabedal vai ver-se bastante por aí e acho a contradição peça agressiva + saia delicada muito interessante. Tal como disse ontem, um look com um quê de gótico não precisa de ser alternativo ou imaturo. Lá diz um escritor que muito aprecio, Antonius Moonen, que "o preto provoca a curiosidade e força o respeito"...
Mas é claro que para a noite a história era outra. 

Queria algo que me permitisse dançar e mexer-me à vontade. Por isso, escolhi o mais simples: um vestido rendado no negro mais retinto que há, acessorizado com um cinto de cetim entrançado e pedras de fantasia, e umas botas overknee de veludo guarnecidas de rendas, que comprei por graça numa boutique muito curiosa. Trouxe-as especialmente para ocasiões destas, mas com a invasão de veludos e looks românticos nesta temporada talvez me atreva a passeá-las por aí mais vezes. Ou seja, compus a fatiota com coisas que separadas podem fazer parte de uma toilette normalíssima, mas juntas...
Depois foi só colocar um fascinator de plumas no cabelo e criar um makeup com várias nuances de negro, um toque de encarnado (olhos) e lábios rouge-noir, outra tendência do ano.
Diverti-me horrores e fui mesmo desafiada para cantar com os Rock N Riders. Adivinhem qual foi o tema? Seven Nation Army, uma canção que adoro e que até já referi algures por aqui...
                                                    

Ficam algumas imagens do serão e claro, fico à espera de que me contem como foi o vosso...










Wednesday, October 31, 2012

Tonight, go Goth: Gucci


De um modo geral, as colecções das duas últimas temporadas têm-me entusiasmado como já não acontecia há bastante tempo. Mas neste Outono/Inverno quase não houve propostas de que não gostasse. Creio que vi algo maravilhoso em todos os desfiles e campanhas: Dolce & Gabbanna, Givenchy, Burberry são as que me ocorrem dizer de repente. E claro, houve a gloriosa colecção da Gucci, com um misterioso look gótico, romântico e obscuro mas de uma elegância clássica, irrepreensível. Com capas, veludos, lavrados, brocados e detalhes tão preciosos que apetece reproduzir tim tim por tim tim cada visual criado pela fantástica Frida Giannini. Sem falar no styling - peles mortalmente pálidas, cabelos brilhantes em cores ricas, lábios dramáticos, sobrancelhas de uma suavidade inusitada - digno de figurar num quadro pré rafaelita, numa ilustração de Tolkien ou em qualquer atelier vitoriano. A perfeição existe e casa o ultra romantismo com a imagem do poder. Para quem, como eu, nunca deixou de ter uma certa influência do estilo gótico no seu closet; para quem acha que o visual goth tem de ser "alternativo", carnavalesco, pouco prático e incluir botifarras, saias sem forma ou meias de rede; e para quem precisa de uma inspiração de última hora para esta noite, aqui fica. HAPPY HALLOWEEN!























E na Activa, em dia de Halloween...


...a Sissi escreve de novo. Convido-vos a visitar o site, porque além da minha crónica, o site está recheado de textos giríssimos, como este


Tuesday, October 30, 2012

A escolher a makeup para o Halloween....

                                   
...garanto que já há ideias - algumas glamourosas, outras assustadoras - por aqui. 
Inclino-me mais para coisas creepy, mas femininas. Sustos óbvios, in your face, não fazem muito o meu género. Prefiro algo ligeiramente sinistro, mas não necessariamente horrendo. Afinal, a subtileza tem as suas virtudes e não é preciso meter medo ao susto para inspirar um BOM TERROR. Sugestões?

Maison Margiela para H&M: I think I love it

                             
Há algum tempo que não me deixo tentar pelas edições especiais da H&M, mas desta vez...não sei não. O ultra discreto designer belga, conhecido pelos seus designs não tradicionais, minimalismo cirúrgico e formas que aliam a desconstrução a modelos arquitectónicos aliou-se ao gigante do fast fashion e o resultado parece-me esplêndido. Then again, já tenho algumas peças oversized - big coats, blazers largos, pantalonas - para criar este tipo de visuais; é preciso ver também que são roupas que não sendo clássicas, caem bem quando estão na moda e sobretudo, precisam de ser bem coordenadas para não desequilibrarem a silhueta feminina. Porém, se os tecidos forem tão bons como aparentam, sou bem capaz de não resistir.  Poucas coisas me seduzem tanto numa peça como cortes de mestre e Monsieur Martin Margiela consegue, em meia dúzia de traços, criar verdadeiras obras de arte. Podem ver toda a colecção em detalhe  aqui ou espreitar algumas fotos promocionais no site da Activa, mas destaco os looks que considero mais espectaculares - e ao mesmo tempo, funcionais.

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                                                        Vestido, e clutch "gloves"149 USD cada; botas de plataforma, 399 USD

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                                                                    Anorak, 349 USD; leggings espelhadas,40 USD
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                                               Top e saia de seda, 149 e 129 USD, respectivamente; calças, 99 USD.
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                                                  Casaco de camurça, 299 USD; Saia Oversized, 99 USD;   botas, 299 USD

                                                          E sem dúvida, o meu preferido, em negro profundo e total:
                                                                Maison-Martin-Margiela-HM (6).jpeg
                                                            Casaco de ombros estreitos, 99 USD; Calças oversized ,129 USD;


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