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Sunday, January 13, 2013

David Bowie, duendes e a engenhoca da "máquina do tempo" do MEO

                               
Ontem o meu irmão descobriu que o MEO já tem aquela maquineta que anda para trás no tempo e que permite gravar e arrumar bem arrumadinhos TODOS os programas que nunca apanho por falta de horário/tempo/paciência. Bonito serviço. Há uma montanha de documentários e filmes (para não mencionar alguns programas de moda e séries) que ando ansiosa por ver e com esta geringonça à mão de semear, ou tomo cuidado ou corro sérios riscos de me transformar numa taradinha canta-monos agarrada ao Canal História (o que por outro lado, é uma excelente fonte de inspiração). Vale-me que as minhas obrigações não se compadecem com a vontade de pasmar frente ao écrã, senão... 
 A parte melhor foi que ainda há dias eu estava a lamentar-me por ter perdido, no canal Syfy, um filme dos anos 80 que ando para ver desde o tempo dos Afonsinhos: Labyrinth, uma fantasia com bonecos fantásticos do grande Jim Henson e mais ainda, com o meu ai-Jesus David Bowie (que fez 66 aninhos, tem álbum novo e continua lindo e a esbanjar estilo like nobody´s business) a fazer de Rei dos Duendes. Se nunca viram, fica a recomendação:  filmes assim são raros nesta era de animações 3-D e do abuso de CG. Só não gostei do final: por amor da santa, quem é que recusa casar com o carismático Rei dos Duendes, que oferece bolas de cristais com poderes mágicos, tem sentido de humor, realiza todos os desejos, diz coisas tão bonitas como
   
 "Just fear me, love me, do as I say and I will be your slave" 

e ainda por cima, ainda por cima é o David Bowie com um guarda roupa realmente glam? Eu não me importava nada de ser Rainha dos duendes, desde que desse uma arrumação àquela sala do trono e impusesse certas regras a tanto mafarrico junto.... dá Deus nozes a quem não tem dentes. 

  

1 comment:

S* said...

Gosto muito dele. Versátil, ousado.

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