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Friday, February 1, 2013

A Girl´s gotta do what a Girl´s gotta do

Ellen Holmann
Não é fácil tomar decisões fracturantes. Para uma mulher é duplamente difícil. Fomos educadas para agradar, para parecer bonitinhas, conciliadoras, para criar um mundo sereno e acolhedor à nossa volta. Mas há alturas em que, para que haja vida, continuação, novos caminhos, é preciso queimar pontes. Por muito que isso vá contra a  tendência ancestral, quase inevitável, de conciliar gregos e troianos. Reclamar o próprio poder de escolha tem este preço. Exige deitar abaixo estruturas que tínhamos como relíquias. Obriga-nos a ir buscar forças para quebrar padrões instalados. Não cai bem a toda a gente. Há uma Caterina Sforza em todas nós, forçada a usar o seu lado lunar de uma forma que não é agradável, nem amena, nem bonitinha. Estagnando, não se ajuda ninguém. 




3 comments:

Sérgio Saraiva said...

Por acaso confesso que nem concordo muito. Talvez algures num passado remoto isso tenha sido assim, hoje em dia nem por isso. Decisões fraturantes são sempre dificeis, mas confesso que não vejo que o genero da pessoa influencie muito.

Imperatriz Sissi said...

Está provado que as mulheres têm mais o impulso de sorrir sempre que falam,por exemplo. Até há livros de gestão que ensinam a controlar isso para que sejamos mais levadas a serio (não sei se concordo, mas lá que existem..). Mas claro que são decisões dolorosas, seja para quem for.

A Bomboca Mais Gostosa said...

Creio que cada vez mais as mulheres se impõem, mas ainda somos ensinada para ser mais politicamente correctas, menos pulso firme, aliás, vê-se pelos conselhos de administração da maior parte das empresas portuguesas.
Creio que cabe à nossa geração mudar isso.

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