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Monday, March 25, 2013

Love is a battlefield, lá dizia a outra

                 
Um dos melhores conselhos que já me deram, e que costumo transmitir a amigas atingidas pelo Cupido: 

"Lembre-se, no início de uma relação, o homem é o adversário (isto é, se realmente gostar dele!). Ele tem o poder de a magoar (...). Também é verdade que você o pode rejeitar.  Mas o facto é que é ele que repara em si (...) é ele que conduz o espectáculo.  A melhor maneira de se proteger é não se deixar envolver demasiado depressa".

Fein e Schneider

Ou numa versão radical que ouvi há uns anos, "a mulher sábia, que gosta de si mesma, ama o amor e não os homens"


3 comments:

Susana Correia Dos Santos said...

Se alguém me tivesse dito isso á 7 anos tinha-me feito um grande favor na altura!

Sérgio Saraiva said...

Não sejas assim... Romantismo também é bom de vez em quando. Se vamos viver a medo, então tudo aquilo que fazemos é condicionado e a dada altura vivemos mais para esse mesmo medo do que para nós próprios. Ninguem nasce com a sorte garantida para tudo, logo por vezes ganha-se, por vezes perde-se. A cada vez que perdemos, levantamo-nos e seguimos em frente. Agora pior que tentar e falhar é não tentar e viver no lamento do que poderia ter sido se o que não foi tivesse sido.

Se encaramos uma relação como uma batalha à partida estamos a assumir que haverão vítimas, que o objetivo à partida é atingir o outro antes que ele nos atinga, que devemos suspeitar de tudo, etc, etc, etc. Por vezes não complicar o que é simples à partida é a melhor forma de lidar com as coisas.

Imperatriz Sissi said...

@Susana- mesmo sabendo, às vezes não se aplicam as regras. Mas é sempre bom ter os princípios em mente.

@Sérgio- romantismo é bom, sem dúvida. Mas há que dosear. As mulheres têm sempre mais a perder. Queiramos ou não, a antropologia aplica-se...

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