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Thursday, March 21, 2013

Sun Tsu dixit: da utilidade das coisas



(...) se não é vantajoso, nunca envie as suas tropas; se não lhe rende ganhos, nunca utilize os seus homens; se não é uma situação perigosa, nunca lute uma batalha precipitada.

Na vida, como na guerra, há que despir-se das emoções excessivas - por muito que a ousadia tenha os seus benefícios, deve ser temperada - usar de pragmatismo e medir a utilidade das coisas. Há esforços, cedências, investimentos, canseiras, palavras, deslocações, aborrecimentos, pessoas, relacionamentos, projectos e situações que não nos trazem qualquer vantagem, que estrategicamente valem zero, que não farão mais por nós do que causar baixas e desbaratar recursos. As "tropas" são preciosas, devem empregar-se no momento certo, nas batalhas que realmente valem um espólio considerável. Tudo o resto vem do ego, é demasiado pequeno, demasiado baixo, demasiado básico. Muitas vezes é mais sensato ficar na fortaleza, observar a escaramuça, sorrir da poeirada e consultar o mapa. Com olhos para o que realmente vale a pena conquistar. Cidades vazias, sem saque que se veja,  é o que mais há, por mais imponentes que as muralhas pareçam. E nessas, não vale a pena gastar pólvora, nem soldados, nem cavalos.



5 comments:

Urso Misha said...

Já li umas 3 vezes a arte da guerra e parece que se descobre sempre qualquer coisa nova.
Apesar dos seus mais de 2000 anos. sem duvida que dá para dos escritos do Sun Tzu fazer algumas parabolas, keep up the good work

Girl in the Clouds said...

Esse texto é basttante pertinente!!

Fashionista said...

um excelente conselho!
Bom fim de semana

http://40andfashionista.blogspot.pt/2013/03/novas-tentacoes.html

Imperatriz Sissi said...

@Urso: eu também! Há sempre algo que se aplica à situação que vivemos. Mestre, o Tio Sun Tsu. Genial.
@Girl obrigada, beijinho :*
@Fashionista: obrigada, bon weekend :*

Tamborim Zim said...

This is my Sissi! Muito certo.

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