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Tuesday, June 25, 2013

We must never be apart

                         
Não é romantismo: é visto e comprovado, basta estar atento às nossas histórias e às dos que nos rodeiam. Certos amores são inevitáveis, eternos ou antes, permanentes. Resistem aos golpes da vida, aos ataques alheios, ao perdão sucessivo (coisa mais desgastante) e à falta dele, às magoas inevitáveis, à separação física e ao rompimento, por mais longo que este seja; mantêm-se vivos, latentes, por mais caras novas que venham, por mais sentimentos novos que nasçam sem que se esgotem ou se consumam apesar do desgaste. São como boomerangs, não vale a pena tentar afastá-los. E mesmo que as circunstâncias transformem as chamas em brasas, sabe-se, como se sabe que o sol nasce no Oriente, que se regressa sempre.  We must never be apart, why should we?  

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