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Sunday, August 25, 2013

Bravo, Zara!



Confesso: a minha relação com a Zara, e com a fast fashion em geral, é algo complexa. Se adoro o hi-lo fashion, tenho para comprar neste tipo de cadeias as minhas regras do smart shopping e por vezes, acho preferível fazer um investimento maior num artigo mais especial do que, digamos, gastar €60 numa peça da estação que vai fazer a cabeça de meio mundo.

Estas são questões de equilíbrio que cabem a cada consumidora, de acordo com o seu estilo, meios e necessidades.

 Pessoalmente, a não ser que apareçam por lá

a)  as famosas calças cigarrette de que já falei.
b)  vestidos do modelo que passo a vida a procurar porque nunca tenho demasiados
c)  algum artigo que seja igualmente um essencial recorrente no meu guarda roupa, ou que me deixe de tal maneira abananada que não possa viver sem ele

ou ainda

d) precise de t-shirts.....

....deixo o giro pelas cadeias acessíveis para os saldos, até porque dou preferência às peças clássicas que se mantêm por muito tempo. 

Mas é inegável, e já o disse antes, que o gigante espanhol se tem aprimorado - no posicionamento, na qualidade dos materiais em algumas linhas, nos moldes, no styling, até na confecção (que em tempos foi o seu calcanhar de Aquiles) e veja-se, na comunicação. Ontem passei pela loja e fiquei de olho em dois sheath dresses - bom, não é segredo para ninguém que eu não resisto a sheath dresses venham de onde vierem - e apesar de investir em duas peças da estação num padrão imediatamente reconhecível não ser exactamente a minha ideia de uma compra inteligente (se não resistir, devo fazer o truque de os calafetar no armário e só os usar quando ninguém se lembrar deles) fiquei muito tentada.

 Zara trabalha com boas modelagens no que respeita a vestidos de alfaiataria abaixo do joelho, e tem o bom senso de as repetir de colecção para colecção. 
 Depois, ao fazer o exercício diário de correr a internet para ver em que param as modas, deparei-me com a campanha acima. Palavra que julguei que fosse Ralph Lauren, Gerard Darel ou no mínimo, Karen Millen. Mas não. Era Zara, minha gente!
 E que bela maneira de interpretar o power dressing e a androginia cool desta temporada.
Reparem também na capinha tartan de aspecto dispendioso:

              

                    

O sobretudo preto retinto agrada-me. Não sei do que é feito (vou tentar descobrir a composição) e sobretudos longos deste género não faltam cá em casa, mas parece-me que será um bom investimento para quem queira comprar um sem danificar a conta bancária:



No minimalismo (90s, again):




Há também a piscadela de olho ao grunge, com os vestidos baby doll, ou longos e floridos:





Way to go, zara. Way to go!



2 comments:

Fashionista said...

A campanha está linda, mas ao vivo algumas peças desiludem..

Sara Chaves said...

E finally encontrei um artigo decente a falar da moda Zara..
Cai no teu blog, e acho q foi tempo bem empregue..
Estou completamente de acordo contigo e já tinha reparado nas novas peças da Zara que também me surpreenderam pela positiva.. Kiss Kiss

www.mimalhicesdiarias.blogspot.pt

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