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Tuesday, August 27, 2013

Detesto histórias de amor que acabam mal‏.



Uma das mulheres mais belas de sempre e um dos homens mais charmosos do planeta puseram fim a um casamento de 14 anos. Eu adorava este casal, dentro e fora das telas. A beleza de ambos (ela uma deusa grega, ele com aquele ar entre príncipe e facínora) harmonizava-se na perfeição. Pareciam ter uma química fulminante, do tipo que não se consome facilmente. Não sei o que aconteceu (a vida às vezes é mesmo estúpida) mas espero que a decisão não seja, passe o trocadilho, Irreversível
Tenho conhecido pares como este: perfeitos. Daqueles que iluminam uma sala e viram as cabeças por onde passam, não só pela superioridade física dos dois ( casais onde ambos os elementos sejam lindos não são tão comuns como isso) mas pela paixão e felicidade que irradiam. Sabem, aqueles de quem se diz "que lindo casal! E nota-se tão bem que estão apaixonados!" mesmo que a sua atitude em público seja do mais discreto. Há algo que se nota: na forma como se entreolham, nos gestos de cumplicidade, na atitude protectora dele para ela, e carinhosa dela para ele. E os simples mortais que os contemplam sentem inveja, mas também esperança por ainda existirem histórias de amor dessas. São os casais que têm tudo: amor,  beleza, êxito, elegância. Depois acontece uma porcaria qualquer. Um , ou ambos, têm um momento de pouca lucidez, como se coisas tão raras, tão maravilhosas, pudessem ser deitadas à rua assim como assim, como se andassem por aí ao pontapé. Não andam. 

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