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Saturday, September 21, 2013

A justiça divina é implacável.

                                                          

Ontem  mostraram-me este curioso programa no Canal Odisseia, que relata de forma cómica as mortes mais parvas que se possa imaginar (provando que para ir desta para melhor, basta estar vivo e não ser lá muito esperto). Os casos são supostamente reais e não sei até que ponto estão "maquilhados" para terem um ar de justiça poética, mas na sua maioria, as "vítimas" eram pessoas maldosas que tiveram um castigo do piorzinho.
 A exemplo, um velhote maldisposto caiu fatalmente das escadas quando se empoleirava para matar o cão da vizinha; um marido queria empurrar a mulher de uma ribanceira abaixo para ficar com o seguro e fugir com a amante, mas foi tão trapalhão que quem caiu foi ele; um ex-namorado ressabiado foi assistir ao casamento da mulher da sua vida com outro e para se vingar dela, subornou o empregado de mesa para encher a bebida da pobre noiva de laxante. O rapaz, apesar de aceitar o dinheiro, teve um rebate de consciência e decidiu trocar o copo envenenado, virando o feitiço contra o feiticeiro. Mal sentiu a barriga às voltas, o malfeitor correu para a retrete mais próxima; mas como esta estava ocupada, teve de fugir para a rua e resolver o problema sentando-se numa lata de lixo. Quando tentava levantar-se sem ninguém dar por nada, notou que ficou preso; ao lutar para se libertar, fez a lata rebolar por uma estrada abaixo, aos tombos, acabando por morrer de vários traumatismos, além de dar um sentido literal à frase "afogar-se na própria porcaria". Ou melhor ainda, "quem mal quer fazer, mal lhe acontece". 
 Já tenho dito que não sou grande adepta do conceito de karma, mas gosto muitíssimo das ideias de "justiça divina" ou "justiça poética". 
  E se estes casos e montes de outros são mesmo verídicos, só me resta perguntar quem será o santo de devoção, o talismã super protector ou o banho de descarrego usado pelas pessoas a quem os azarados tentavam fazer mal. Palavra que aderia à receita. 

3 comments:

Jose Carmo said...

Mortes destas são um benefício para a espécie, especialmente se as parvoeiras que as motivaram forem da autoria de gente jovem, que ainda não procriou, ou procriou pouco.
Os protagonistas merecem um prémio Darwin....morrendo assim, tornam menos provável que as configurações genéticas que os fazem ser tontos, estejam presentes na geração seguinte. Acho que teríamos de lhes dar um grande "Viva!", se não estivessem já mortos.

Imperatriz Sissi said...

José, por acaso o Darwinismo foi referido num dos episódios, a propósito de duas pessoas que se envolveram num acidente fatal porque tanto o peão como o condutor iam a escrever SMS em vez de olhar para a estrada! E de facto, Deus nos perdoe mas há seres que não fazem muita falta ao mundo...

Jose Carmo said...

Deus perdoa...penso eu de que....

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