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Tuesday, October 22, 2013

A moda cura a telha. Mas também sofre com a dita.


Remédio santo para uma rapariga que está com a telha enfrentar com outra gana o dia exigente que se avizinha? 

Abrir o armário e estrear aquela peça de designer básica que estava ali, com etiqueta posta, à espera de uma ocasião um pouco mais especial. Porém... já ontem o disse, cada manhã é uma ocasião; nunca se sabe o que o destino reserva, e para restrições já basta o que basta. Efeito fierce instantâneo.

 Mas como por vezes uma pessoa passa fases destas, em que parece que já nada é sagrado, ao chegar ao carro dá-se conta que a pashmina nova ficou caída no chão, levou literalmente com os pés e pior que tudo, com a tempestade da noite anterior. Sobreviveu não sei como - e é nestas alturas que se dá graças por viver afastada do bulício da cidade, senão 
encontrava-se-lhe o sítio.

O mais caricato é que com tantos lenços, écharpes e afins bonitos, mas comuns a que raramente acontece algum desaire, a ocupar metade de um charriot lá de casa, tinha de ser logo aquela. 

Volta-se à frase da minha mãezinha: estraga, estraga, que a ordem é rica e os frades são poucos.





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