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Monday, October 28, 2013

Há que ser selectivo nas companhias...

                       

...porque lá diz o ditado, "tornamo-nos como as cinco pessoas com quem convivemos mais". E embora eu acredite que uma pessoa bem formada é capaz de estar bem em toda a parte e ser amável com toda a gente, quando se trata do bom e velho "dar confiança" entra em jogo o adágio diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és. 

Desculpem mas custa-me a crer que alguém que seja capaz de conviver sem pestanejar com gente brejeira, de maus hábitos, de moral duvidosa, com péssimo ar ou provas dadas de ser traiçoeira/ maldosa/vigarista não tenha em si um bocadinho disso tudo. Que não ache graça à panelinha e alimente tais ligações por bondade, ou para estar em paz com o mundo. A não ser que faça muitíssimo voluntariado ou seja uma Irmã de caridade nos bairros pobres de Katmandu, é desculpa que não compro. 

 Não será a atitude mais tolerante do mundo, mas cuidados e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Uma pessoa que aparentemente é muito bonita, muito culta, muito bem comportada, mas que se rebaixa a companhias duvidosas acaba metida no mesmo saco, que estas coisas pegam-se...e contamina, por sua vez, as pessoas decentes que caiam na ingenuidade de estar por perto. Não se pode ser bonito/decente/ acima de qualquer suspeita só para o retrato ou nos dias santos, vale? Nem servir a dois senhores. "Bondades" desse género dispensam-se: revelam sempre uma tendência para o chinelo, e de chinelagem está este mundo cheio...

             
                    



1 comment:

S* said...

Por isso agradeço ter uma família fabulosa que me inspira todos os dias.

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