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Thursday, November 7, 2013

Karl Lagerfeld dixit...várias coisas adoráveis.‏

                                           Getty
O que é melhor do que *mais* uma entrevista do Tio Lagerfeld, com total liberdade para soltar o verbo e dar largas ao seu espírito? Uma entrevista a Karl Lagerfeld dirigida por uma das minhas ruivas preferidas, Jessica Chastain
 É verdade que o Kaiser nem sempre faz grande sentido naquilo que diz, nem sempre é muito conveniente ou conciliador, mas convenhamos: tem idade, talento, estilo e estatuto para debitar o que bem entender, conformem-se. Assim como assim, ele revelou que a biblioteca dele é decerto maior que a de muitos pseudo intelectuais de pacotilha que eu conheço: 300 mil volumes de ficção e poesia, onde se conta Balzac (I wonder why). Mas como a maior parte das pessoas de facto cultas e inteligentes, recusa o rótulo de intelectual. Não precisa.
 De resto, as pessoas deliciosamente politicamente incorrectas, ousadas na medida certa, com graça e cachet são tão raras neste mundo chocho que bem lhes podemos sofrer algumas excentricidades. Se há coisa que adoro é ver alguém com imaginação suficiente para se marimbar de alto para o que o resto do mundo pensa. Ora reparem:

        "Adoro que me façam perguntas mazinhas, porque assim posso divertir-me".

Jessica: Considera-se um Oscar Wilde dos nossos dias?
Karl Lagerfeld: Espero acabar um bocadinho melhor do que ele.

Jessica: [quando era pequenino] gostava de ir à escola?
                       Karl Lagerfeld: nunca me interessei por ir à escola com o resto daqueles idiotas. 
                        Jessica: o que faz para se divertir?
       
                         Karl Lagerfeld: observo as pessoas que se destroem a si próprias.

Comparado com o Kaiser, Dr. House é um menino de coro. Mas o criador também revelou o seu lado mais soft ao contar como adoptou a gatinha que é o seu ai Jesus, Choupette: um amigo tinha- a adoptado primeiro, mas...pediu a Lagerfeld que tomasse conta dela uma semana, ele apaixonou-se e o bichinho já não voltou à precedência. "Ela tornou-me uma pessoa melhor".




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