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Netscope

Friday, November 1, 2013

Quem fala assim não é...gaga.

                                     
"I’m your woman now (...). You’re going to be loyal

 to your woman. (...) It’s just you and me that

 matters  in the end. Don’t ever betray me".


Uma rapariga deve ser feminina e deixar ao homem o papel de conquistador, dando o devido empurrãozinho sem demonstrar que fez tal coisa. Deve ser subtil, delicada e não revelar demasiado. Deixar-se conduzir, pelo menos aparentemente. Seguir a lei da Natureza e jamais inverter os papéis de forma flagrante. Tudo isso é verdade para uma mulher tradicional e segura de si. Mas há momentos em que os jogos devem ser postos de lado para dar lugar à mais límpida honestidade. Um deles é quando um cavalheiro enrola, insinua e não se explica - há que sacar do bom e velho argumento "não fale assim se não é a sério" sob pena de ser levada a brincar ad aeternum. O outro é quando chega a altura de impor os limites do que se tolera num relacionamento - ressalvando que há pessoas que os desrespeitam por mais "acordos de cavalheiros" que se façam. Mas há os mínimos, e convém recordá-los.  Estabelecer fronteiras: o universo privado de um casal é solo sagrado. A partir do momento em que estranhos trespassam esse santuário, tudo é posto em causa - intimidade, confiança, segurança - e nada mais resta. Sem essa condição, nem vale a pena começar. 
Em última análise, admiro as mulheres que, sabendo-se amadas, se explicam sem rodeios. Sem medo de ofender: essas sim são as mulheres verdadeiramente fortes. As que não receiam  que o menino, assustado com tanta frontalidade, com condições de gente decente e honesta, saia de fininho para outras paragens onde  responsabilidade e hombridade não façam falta. Good riddance.

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