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Monday, December 9, 2013

Duas conclusões nonchalant da noite: porque deprimir é,bem, deprimente.



Joan Collins

1 - Estamos a chegar àquela fase deprimente do ano em que tudo, até o desgraçado do Facebook, nos tenta convencer a fazer retrospectivas do dito cujo *lembrem-me de ignorar os resumos fotográficos dos meus amigos, C-R-E-DO*. Vão passear: a última coisa que me apetece é fazer o velório ao ano: teve coisas boas, teve coisas más, lá vai, venha outro mas ainda quero queimar os últimos cartuchos. Olhar para trás soa-me sempre terrivelmente melancólico em qualquer circunstância e nesta altura pior um bocadinho. Parece que nos está a fugir alguma coisa que não sabemos bem o que é, e se há lugares comuns que me tiram do sério são as lamechices e as efemérides potencialmente comoventes. Blagh.

2 - Por vezes a infelicidade é inevitável. Uma pessoa pode estar infeliz por culpa sua, dos outros, do destino, das circunstâncias e se tiver sorte, se o mal não for grave, esse é um estado transitório. Certas mulheres são infelizes, mas bolas - conseguem ser infelizes enquanto vestem maravilhosamente. Se é para não estar contente, ao menos que se esteja triste dentro de roupas verdadeiramente esplêndidas. E em cima de estupendos sapatos. Sim, estou consciente de que existe uma frase famosa por aí que reza algo parecido com um carro ou coisa assim em vez de roupas, mas toda a gente passa mais horas por dia dentro daquilo que veste do que dentro do carro, certo?  Ora refutem lá essa lógica.

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