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Thursday, December 19, 2013

Isto sim, são campanhas luxuosas.


Enquanto a Balmain se diverte a apelar a certos consumidores emergentes escolhendo Rihanna para cara da sua nova campanha (nada contra empregar estrelas da música para comunicar Casas de moda lendárias, mas "refinamento" e as Rihannas do costume não são  a associação de ideias mais imediata) e a Lanvin cai no ultraje de mimar publicamente Kim Kardashian (enough said: não podiam limitar-se a condescender vender-lhe roupa discretamente?) outras griffes mantêm-se fiéis a si próprias e deixam bem claro que high end fashion e trash não se misturam.
 Marc Jacobs, para a sua campanha de despedida para a Louis Vuitton (numa altura em que a marca quer voltar a ser mais understated e reconciliar-se com o seu público alvo original) escolheu nada mais nada menos do que as suas musas: rostos larger than life como Giselle Bundchen mas também sinónimos de classe como a lendária Catherine Deneuve, Sophia Coppolla, a irrepreensível it girl Fan Bingbing e a bela e aristocrática Caroline de Maigret.  Estas sim, são mulheres com porte, inteligência, beleza, pedigree, allure e currículo para inspirar alguém. Não se pode pedir mais.


Também a sempre fiável Burberry contrariou a tendência da "vulgaridade aceitável" e seleccionou uma série de caras jovens e frescas da música e do cinema para a sua campanha S/S 2014, incluindo a jovem modelo Lady Jean Campbell, nem mais nem menos do que a filha da editora de moda da Vogue, Isabella Cawdor (uma verdadeira senhora) e do sétimo Conde de Cawdor, que se divide entre a sua propriedade na Escócia e os holofotes da indústria de moda. Opiniões à parte, este é o espírito da marca. Tudo dito.

                               


                                 

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