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Sunday, December 8, 2013

Momento " ainda bem que por enquanto não há crianças cá em casa".




É que uma pessoa recebe certos feeds e newsletters para manter as suas wishlists e inspirações em dia, vai clicar para ver melhor as coisas que deseja para si mesma 
e depara-se com uma secção para os pequenos, que tem coisas assim:




E assim:

                                            

                                     
Certo, eu não percebo grande coisa de crianças (acho-as adultos em miniatura que precisam de carinho, conversas de jeito e alguma disciplina). 

Não sou daquelas mulheres que se enternecem todas à vista de botinhas ou simples menção de bebés, talvez porque não conheço muitos. Nas lojas de departamento, a secção de crianças é tão invisível para mim como o ar que por lá circula, porque aquilo que eu não procuro é como se não o visse. 

 Em última análise, sempre me pareceu pouco razoável vestir a pequenada com roupas de designer a não ser em ocasiões especiais - afinal, eles crescem num ápice, não dá tempo de gozarem devidamente os casaquinhos e vestidinhos e sapatinhos, além de que precisam de brincar. Infância sem poças de lama não é infância. A não ser que se tenha uma ranchada de pequenos, ou muitos primos para herdar as coisas, acho isso um tremendo desperdício até porque há marcas acessíveis com coisas amorosas e bem feitas em materiais de qualidade. Mas oh, Misericórdia. Isto é muito bonitinho. Arte em tamanho liliputiano. 
 Sempre tive a impressão de que nós, mulheres, continuamos a brincar às Barbies connosco próprias depois de adultas. Ao olhar para isto, dá para perceber as que fazem os filhos de Nenucos, e olhem que eu nunca achei graça nenhuma ao Nenuco. Then again, o Nenuco não vestia Lanvin, nem Dolce & Gabbanna. Solidariedade momentânea com as mães que perdem a cabeça - isto é o demo a usar as criancinhas para tentar a carteira alheia. Coragem!


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