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Saturday, July 6, 2013

Sabem de quem é que eu tenho pena, com este calor?

 
Dos padeiros. Coitados, trabalhar com fornos deve ser terrível. E de quem tem por profissão assar frangos, leitões, fazer kebabs ou porco no espeto. Quem trabalha com vidro, nem quero imaginar. Os pobres bombeiros, esses merecem uma medalha todos os anos.  E os ferreiros, se ainda não se reformaram todos? Isto para não falar dos feirantes, Credo. Hoje insisti em dar um passeio depois das duas e apanhei uma das minhas costumeiras insolações, queimei as faces e as orelhas -  nem um espaventoso chapéu de aba larga e sunblock me valeram. Se não fosse o mergulho fresquíssimo que dei a seguir, acompanhado de uma quantidade disparatada de água mineral gelada, coca cola com limão e um calippo do dito (coisa que não via há anos!) não estava aqui a escrever estas linhas. Mas a noite ameaça transformar esta cidade num micro-ondas. Como alguém avisou e muito bem aqui no IS no final da Primavera, "beware, Summer is coming". E já veio, o maroto. Help. Não sei porque insisto em gostar do Verão quando não fui feita para o calor.

Menos é mais...e não sou eu que o digo.

natalia vodianova e Antoine Arnault

As imagens falam por si. Há muito que suspiro por ver mais classe e menos excentricidade gratuita nos bastidores dos desfiles. Porque tenho saudades dos tempos bon chic, bon genre em que os convidados iam assistir aos eventos como quem vai a um enterro - tinha outra graça - e porque a excentricidade não é para quem quer, mas para quem pode. Também convém que haja respeito pelo espírito da Casa anfitriã (neste caso, Chanel) e quanto mais selecionada a assistência, quanto menos circo, melhor. Se nas semanas de moda começarmos a ver novamente gente bonita, bem vestida e normal (o que não tem nada a ver cm ser aborrecido) podemos esperar que a elegância e a moderação voltem à blogosfera e às ruas. Deixem-se as extravagâncias para quem sabe e pode, e aposte-se na elegância que cai bem em toda a parte. (Nota bene: O cardigan comprido sem mais nada de Rihanna (abaixo) foi uma excepção à regra, mas é uma evolução e salvam-se os sapatos. Número Josephine Baker, que dançava horas a fio vestida só com um bikini de bananas ou um casaco de peles?).



natalia voadianovajulia restoin-roitfeld e astrid muñoz
alexa chungvirginie ledoyan
naomie harrismiroslava duma
uma thrumanolivia palermo

Friday, July 5, 2013

Vamos lá a ver se eu percebo a confusão que se passa na scene internacional


Perdoe a descortesia. Temos a casa de pantanas.

Que isto, apesar de o meu trabalho passar por terras de Aladino e da lâmpada, ainda não me habituei pensar com este calor das Arábias, muito menos stressada e na lufa lufa em que ando. Para mais, já vos disse que as pessoas super informadas, hiper actualizadas e com a mania que sabem tudo me irritam, por isso não faço questão de estar a par senão do que me interessa realmente, até porque hoje em dia chega-nos tudo tão manipulado que nunca se sabe onde está a verdade, a meia verdade ou a mentirola descarada, para não falar de notícias mal alinhadas, mal alinhavadas, com erros de ortografia, e pior. Só quem nunca trabalhou num órgão de comunicação social pode ser ingénuo a ponto de afirmar o contrário. Hoje, mais do que nunca,  urge ter espírito crítico (sem cair no horror de ser demasiado cínico, não
há paciência para quem vê corrupção em toda a parte)  e filtrar a informação para não aprender disparates. Logo, demos às coisas a importância que elas merecem; porque se rebentar uma guerra por causa disto, como já ouvi hoje, concluo que o mundo é mesmo regido pelo ego e pelas birras de cada um. Nem é pela guerra, é pela foleirada. Então, vejamos: a Europa está muito chateada porque os amigos americanos andaram a
bisbilhotar-nos, ai que isso não se faz, que maldade, a desconfiar dos aliados. Como se toda a gente não estivesse careca de saber que os americanos têm a mania da perseguição e vêem terroristas e comunistas até debaixo da cama. Toda a gente sabe e faz vista grossa, é uma partidinha entre compinchas mas como se tornou público todos se fazem muito escandalizados. Mas dali a dias a Europa já fica muito indignada com um certo senhor que roubou segredos aos americanos, e vai de desancar quem se atreva a proteger o homem. E a América do Sul (neste caso a Bolívia) que embirra com os Estados Unidos, só para contrariar oferece asilo político ao aterrorizado rapaz (não sei bem o que fez, nem quero saber). E quando o presidente desse país sobrevoa Espanha, França, Itália e Portugal, é mandado andar às voltas durante treze horas - nem quero imaginar a maçada, - e ainda insinuam que o tal moço bisbilhoteiro estava escondido no avião (esconder alguém no avião do presidente era capaz de dar um bocadinho nas vistas, digo eu que não sei nada)  para negar tudo logo a seguir, que afinal não se percebe como tal ordem foi dada, etc. Vem o Sr. Presidente boliviano discursar todo descamisado, furioso e sassaricado, que o trataram como um criminoso, enquanto em La Paz está toda a gente muito chateada connosco e a ameaçar fechar a Embaixada dos EUA, uma trapalhada. Em nossa defesa, estamos (acho) sem Ministro dos Negócios Estrangeiros, fora o resto. Lamentamos que a famosa hospitalidade portuguesa tenha caído por terra. Temos a casa de pantanas e está um calor que não se aguenta. Não nos faltava mais nada senão polémica lá fora, e gente melindrada connosco. Só posso dizer que não tive parte em nada disto. Estava aqui quietinha. Juro.

A beleza (e a nostalgia) dos revivalismos


 
O estilo ladylike, o regresso dos scarpins/stilettos e os sheath dresses têm sido temas recorrentes no IS, por duas razões: são dos looks e peças que mais aprecio (por serem eternos, infalíveis, versáteis e exigirem uma certa qualidade para resultar como devem) e com mais significado emocional para mim. 
 Os scarpins, em especial, trazem-me boas recordações. Dos anos de faculdade, no limbo entre alguma actividade profissional e a vida social mais intensa (e despreocupada) que levava com o meu grupo de amigos, metade dos quais eram primos porque sempre acreditei que estamos melhor com o nosso clã. Já na altura tinha o defeito de pensar demasiado, nunca fui inconsciente (o que me torna muitíssimo chata...) logo, não caio no erro de julgar que esses foram tempos melhores - antes pelo contrário.  Mas naquela altura as perspectivas e as surpresas eram outras. As inocentes alegrias, os passeios, as peripécias de namoricos coscuvilhadas no café, o planear cuidadoso das toilettes.  E o sofrimento nos pés também - porque as tendências ditavam que só os stilettos e as biqueiras mais ou menos aguçadas eram aceitáveis. Para cúmulo, na altura vivia no centro da cidade; podia ir a pé para toda a parte  orgulhosamente em cima dos meus saltos altos, a tropeçar nos paralelos horrorosos que o empreiteiro tinha decidido colocar à porta do prédio todo fashion (Deus me livre, já vos falei dele) onde eu morava. Chegar a casa era um calvário. Foram cerca de dois anos dolorosos - e de felicidade para o sapateiro, com capas a saltar todas as santas semanas -  até regressarem, timidamente, as primeiras plataformas e saltos compensados. Nessa altura entendi como as bailarinas se sentem. Sair e passar metade da noite encostada ou a suspirar por um banco, a repetir o mantra "uma senhora não sente dor, fome, frio, nem calor - para bela ser, sofrer!". Só a inconsciência da idade permitia tais disparates. Comecei a ganhar juízo, a ver a pinderiquice disso tudo e hoje, como vos tenho dito, guardo os saltos mais altos e finos, ou qualquer coisa que desequilibre a gravidade ou a estabilidade, para ocasiões especiais e breves. Também descobri que o melhor é alternar os compensados com os scarpins (andar com o pé junto ao chão pode ser muito mais confortável do que uma plataforma rígida e instável)  e hoje - felizmente - as tendências tornaram-se mais variadas. Foram buscar inspiração a épocas diferentes, o que se reflecte no mercado. Significa isto que, a bem do nosso estilo (nada pior do que andar sempre na mesma) conforto e saúde, podemos mais facilmente variar as silhuetas e os moldes. Em tão poucos anos, as opções diversificaram-se imenso. Nós evoluímos e a moda, como fenómeno social que é, evolui connosco. Não sei quanto a vocês, mas a reinterpretação de tendências passadas parece-me quase sempre mais interessante (mais "usável", e menos exagerada) do que o original. Lá porque algo volta a estar na berra, não quer dizer que seja aconselhável usá-lo exactamente da mesma maneira. As solas e os saltos finos (sejam altos, médios ou kitten)  voltam ao meu closet com pompa e circunstância. Creio mesmo que estou ligeiramente obcecada por eles, a ir buscar os modelos antigos e uns cinco pares novos até à data,  número com tendência a aumentar. Curiosamente, algumas actividades, amizades e coincidências dessa época reintensificaram-se na minha vida também. Mas certas coisas que acompanhavam tudo isso -alguma teimosia, alguma ingenuidade e disparates como as cinturas demasiado descaídas que nos obrigavam a malabarismos a bem da decência - ficam onde pertencem. Algures entre 2004 e 2007. Certas coisas estão melhor no passado.

Christian Dior me, Machiavel me, Lauren Bacall me‏, etc (Parte I)

                                                 Dita Von Teese
...é disso que estou a precisar, thank you very much. Diria mesmo que todas as mulheres precisam desse espírito uma vez por outra. E para estimular a imaginação, levando a cabo operações glamorizadoras desse género, há que empreender a canseira de preparar o armário de Verão (agora que o frio parece ter ido para outra freguesia, finalmente). Se não se tirar tudo das estantes para fazer uma selecção e não criarmos uns quantos coordenados, corremos o risco de deixar perdidas a um canto peças que podiam ser úteis. Custa um bocadinho, mas esvaziar o closet e reorganizá-lo (acrescentando-lhe, de forma ordenada, as aquisições feitas nos últimos meses) é a melhor maneira montar looks interessantes. Depois é só  esperar a ocasião dos usar, pois claro. Partilhei convosco algumas ideias de styling que me agradaram há dias, e deixo aqui mais algumas. 

- Comecemos pelo visual de Dita Von Teese (acima): nada mais simples do que juntar uma glamourosa saia balão à banalíssima t-shirt branca para obter um grande efeito com  mínimo esforço. Os cestinhos como este Dolce & Gabanna são um clássico do Verão e complementam o look retro sem ruído excessivo. Muito amoroso para um passeio pela cidade!

Miley Cyrus
                                         
- Já aqui se falou nos varsity jackets. Volto a mencioná-los porque 1) preciso de me lembrar de ir "desarquivar" os meus e 2) a acreditar no visual de Miss Cyrus, apesar de algo extravagante para o meu gosto, não só se confirma a bem vinda tendência oriental como a ideia de usar este casaquinho desportivo com uma reviravolta feminina faz todo o sentido. Mas ainda...já repararam que os conjuntos de duas peças estão de volta? E não me refiro aos tailleurs. Desde a minha meninice que não tenho um "conjunto" mas a tendência parece ter vindo para ficar. O outfit em questão tem ainda o top curto como se tem visto nas colecções desde o Verão passado, a mostrar a cintura. (Uma  ideia adorável, mas receio bem que vá lançar o desastre nas ruas...enfim, paciência).

                                                        Olivia Palermo
Para não dizerem (com justiça) que eu prego incessantemente contra o flagelo dos calções, deixo aqui uma das maneiras aceitáveis, tried and true, de os usar: bom tecido (indispensável - recomenda-se deixar os modelos de ganga para a praia e festivais de Verão) camisa branca (se tiver pormenores amorosos como esta, tanto melhor) ou top modesto com bom ar; um cinto de qualidade, de preferência com detalhes dourados, calçado que dê o apoio certo às pernas e tornozelos - cada mulher terá de encontrar o seu - acessórios sensatos e elegância natural. Mostrar as pernas já é tão chamativo que convém que o resto seja discreto, sofisticado e clean. Não esquecer a atenção ao comprimento da bainha:  convém que terminem sobre a parte mais esguia da perna. Quanto aos "hotpants-cueca" e aos tamanhos demasiado pequenos que apertam todas as "redondezas", é desnecessário comentar...

French fancy

E por fim, o corpete - uma das peças que permitem sensualidade e classe ao mesmo tempo (desde que o corpete seja, obviamente, de boa qualidade como este Ralph Lauren). Com saia lápis, balão ou mesmo calças clássicas, quando bem pensado não falha. Pus os meus de parte porque me cansei de ver por aí a inenarrável combinação "espartilho barato + jeans" mas tenho saudades de o usar como deve. É sempre bonito acrescentar um toque de História ao visual.



De volta, e ... (os computadores são como os relacionamentos, está visto).

 
..com os problemas técnicos mais ou menos resolvidos. Eu disse mais ou menos porque o disparate foi tanto que me vi obrigada a substituir o computador. O desgraçado desligava-se de dois em dois minutos ( nunca tinha sido certo, mas foi piorando e não havia reparação de emergência que lhe valesse) autonomia de bateria, viste-a e ainda por cima sempre pesou toneladas. Sou capaz de mandar arranjar o amigo infiel que me tem acompanhado nos últimos dois anos, mas só em honra dos muitos posts que escrevi nele, das boas e más notícias que ele me trouxe - mas todas marcantes - de todos os momentos que passámos juntos. Mas não que merecesse, não. Judas. Devia era atirá-lo pela janela fora, por todas as vezes que encravou, que deu o berro, que me deixou na mão em momentos de stress e de pressa. Não se faz isto a uma rapariga que trabalha o dia todo e ainda chega a casa, às vezes num pulo, na esperança de actualizar o blog e sabe-se lá, responder aos e-mails e visitar os blogs dos outros. E os computadores são como as pessoas - se deixamos de poder contar com elas quando mais precisamos, deixamos MESMO de contar com elas. Continuam lá - mas já não são o nosso primeiro recurso, a nossa primeira escolha, a exclusividade desaparece e podemos mesmo...substituí-las por outro modelo. Palavra que não queria, computador. Sou uma companheira fiel e detesto gastar dinheiro e tempo com engenhocas novas.  Dispenso andar por aí à procura das novidades, passar pela canseira da escolha, habituar-me a outro teclado, a outro sistema operativo (que é o caso) a outro monitor, a outro funcionamento. Por mim, a minha relação contigo era para continuar até que a evolução da informática nos separasse. À parte seres um bocado grande ( mas isso foi escolha minha, queria um computador com capacidade para editar vídeos) eras perfeito. E depois abusaste da minha paciência. Partiste-me o coração. Eu tentei, palavra, levei-te à terapia várias vezes, procurei perceber o que se passava contigo, entender-te. Fiz o meu melhor. Disseram-me que o defeito era de fabrico, não sei quê de incompatibilidade com o transformador. Para não te substituir, tive os cuidados todos, dei todos os mimos, mas tu agias segundo as tuas conveniências e as de mais ninguém. Achaste que eu estava demasiado dependente de ti, que seria demasiado agarrada ao conforto e ao passado, tomaste-me por garantida.  Quantas noites solitárias passei à espera que me ligasses importância? Que estivesses lá para mim, enquanto te deleitavas no teu egoísmo e nas tuas paranoias? E agora desculpa, mas não posso deixar de trabalhar não sei quantas semanas, pôr a minha vida de parte, enquanto ficas internado a resolver os teus problemas existenciais. Tiveste TODAS as oportunidades. Estragaste tudo. Pois bem, prefiro a maçada de travar conhecimento com outro computador, a aventura às cegas de um relacionamento com uma maquineta que não conheço de parte nenhuma mas que tem a possibilidade de  resultar - contigo já vi que não funciona. Vi tudo o que tinha a ver. Cansei-me. A bem da minha serenidade e sanidade, estás dispensado. Substituído. Não és tu, sou eu ou - deixemo-nos de tretas por uma vez - não sou eu, és tu. So long, loser.

Wednesday, July 3, 2013

Alguém me explica....

                                      Sarah Jessica Parker

...o dress code desta festa?

É que as convidadas foram, como se dizia antigamente, uma de cada nação. está claro q ue cada vez os dress codes são menos respeitados, o que só complica e a meu ver tira muita graça às reuniões sociais, mas algo tão "desemparelhado" nunca vi. Estará a escapar-me alguma coisa?

Tuesday, July 2, 2013

O cansaço dá nisto

                                               
A minha pessoa no supermercado. Vai buscar o sumo de laranja, e pensa que falta qualquer coisa. Depois vai à peixaria e fica com a mesma estranha sensação. Passa pelos champôs, e continua a pensar no mesmo. Um salame de peru, várias caixas de café e duas compotas depois, ainda não conseguiu atinar  com aquilo que está a esquecer. Depois passa pela ervanária para comprar wasabi e barritas de iogurte, continuando a achar que falta não sei quê. Vem para casa. E só no dia seguinte é que se recorda - TCHARAM - que o que se ia mesmo comprar eram umas vitaminas contra o stress, para fortalecer a memória. O stress miudinho de todos os dias faz destas coisas. E quando se anda numa montanha russa autêntica há mesmo que tomar as gotas (salvo seja) por prevenção. O mais curioso é que estando horrores de tempo na ervanária à espera de pagar, com as funcionárias a pedir licença a um pé para mexer o outro e prateleiras infindáveis de frascos de cápsulas a prometer a boa forma, a felicidade e o turbo para os neurónios, só me ocorreu pensar , olhando para a clientela "se as pessoas que consomem linhaça e essas coisas têm este aspecto, vou já a correr para o McDonald´s". Não é ruindade, é mesmo o stress que me faz olhar para onde não devo. Palavra que não faço questão de cansar ainda mais o cérebro a reparar nos outros...

Mood do dia



(...)"Com efeito, não vale a pena fazer um esforço, correr com ânsia para coisa alguma.

Nem para o amor, nem para a glória, nem para o dinheiro, nem para o poder...".

                                                 (Eça de Queiroz, Os Maias)

Tenho este defeito ou virtude, de entrar em modo bloco de gelo, não te rales, não estou para me chatear, quando vejo toda a gente em rebuliço. E hoje não estou mesmo para me arreliar com nadinha.  




As coisas que eu ouço: querem ver que é desta?

                                         
Ouvido à tarde, a propósito da agitação política  que começou ontem e não dá sinais de 
abrandar esta semana: "a seguir, vem El-Rei D. Sebastião! É desta!". Por acaso até esteve enevoado esta manhã. E embora o Once and Future King Português não me desperte grande confiança - não me apetece outra Alcácer-Quibir, que já se deu para esse peditório - acho que já ouve ocasiões menos adequadas para uma entrada em grande estilo. 

Dicas para preguiçosas e apressadas‏

                                                          
Vou contar-vos uma coisa. É provável que quem acompanha o IS já tenha percebido que apesar da minha relação para a vida inteira com a moda (old habits die hard)  de eu ser muito empenhada (e algo habilidosa, modéstia à parte) no que concerne a maquilhagem, cabelos, etc e de ser sensível às marcas e novidades (ossos do ofício...a senhora mãe diz que eu dava uma óptima cobaia de laboratório) não sou a típica blogger. Respeito as tendências mas não suspiro por cada novo lançamento, não disseco cada cor de verniz que sai e passar uma tarde num cabeleireiro ou clínica de estética a fazer tratamentos estranhos ou extensões disto e daquilo  (isto é paradoxal, mas um dia explico, está prometido) é mais um sacrifício do que uma alegria. Sou uma rapariga do it yourself, não gosto muito que estranhos me mexam e além disso, não tenho tempo nem pachorra. Vale-me ter prática e o privilégio que me coube, por questões de trabalho e sociais, de aprender algumas coisas com alguns dos melhores profissionais da área. O corre corre dos bastidores e situações do género "estar num evento formal ao fim de um dia de trabalho como se não fosse nada comigo" também foram excelentes mestres. Ora, as mulheres que por aqui passam são profissionais, muitas serão mães, namoradas, esposas com uma casa para gerir, e por vezes não há tempo nem disponibilidade mental.  Como gosto de partilhar, ficam algumas dicas:

- Maquilhagem para preguiçosas: BB Cream, gel transparente para sobrancelhas, bálsamo colorido para lábios e/ou uma gotinha de lipstain, máscara de pestanas e uma ligeira passagem de kajal preto ou castanho, esbatido com um cotonete para engrossar o traço e torná-lo mais natural. Tempo? Menos de dois minutos. Não há desculpa para sair de cara lavada.

- Nunca saia para uma ocasião especial (sessão fotográfica, evento longo) sem um mini kit de maquilhagem e um ferro de alisar pequeno e estreito - esses também servem para fazer caracóis, se enrolar o cabelo à volta deles. Vá por mim: mesmo que haja um cabeleireiro/maquilhador por perto, pode não ter tempo para cuidar de todas as convidadas, ou estar sem os insttrumentos necessários por um motivo estrambólico qualquer (been there, done that).  Agulha e linha e um coordenado suplente também são imprescindíveis.

-Para evitar correrias pela manhã, arranje um manequim ou bengaleiro e destine alguns coordenados semanalmente. Não têm de ser rígidos, mas convém que possa combinar alguns deles entre si. Por exemplo: 2 camisas brancas, umas calças clássicas pretas, uma saia encarnada, uma t-shirt preta, um vestido azul, um casaco nestes tons, etc.

- Brushing para quem não se levantou a horas: secar o cabelo o melhor possível com o secador, junto às raízes. Passar um bálsamo em spray ou óleo (sérum leve) pelo comprimento. Escovar suavemente. Com uma placa alisadora que possa ser utilizada em cabelo húmido, esticar a franja e as madeixas junto ao rosto, enrolando as pontas para dentro. Fazer o mesmo nas mechas no topo da cabeça. Enrolar o resto muito bem num totó, e mantê-lo preso toda a manhã. Acaba-se a síndrome "ir trabalhar de cabelo molhado" e quando o soltar, terá caracóis deliciosos. Também é uma boa ideia para o Verão, quando não se quer andar despenteada mas não apetece sofrer com o ar quente.

-Evento depois do trabalho, sem tempo para ir a casa mudar de roupa: é sempre uma situação chata, mas contorna-se. Já o fiz várias vezes, algumas delas apanhando um comboio pelo meio, logo...
 O remédio é levantar-se com tempo e fazer o brushing mais perfeito possível (aconselho que encaracole o cabelo com o ferro, porque vai manter-se com mais facilidade do que um penteado liso). Depois, aperte-o bem num totó no alto da cabeça. Borrife um pouco de laca ou fixador por toda a cabeleira. Faça a maquilhagem do rosto e dos olhos, mas deixe de fora o bâton e o blush, para não andar demasiado "pintada" enquanto trabalha.  Quanto à roupa, tem duas alternativas: se acha que consegue andar o dia todo sem se sujar nem amarrotar, escolha um vestido preto simples, um lenço e umas bailarinas. Num saco à parte, leve um bolero, uma jóia bonita, uma clutch e um belo par de saltos altos. Vista uma gabardina, vai precisar dela.  Caso prefira mudar de roupa, a receita será parecida: para o trabalho, leve algo que seja fácil de despir, e para o evento acrescente ao saquinho um vestido que seja fácil de vestir em 3 minutos, sem ajuda. Perto da hora faça o número Clark Kent: corra para o wc mude de roupa (ou de acessórios) e acrescente o blush, se quiser, e o bâton; solte o cabelo, ponha os bens essenciais na clutch e já está. Se precisar de andar pela rua e o vestido é muito elaborado, vista a gabardina: uma forma sempre elegante de passar despercebida.

Monday, July 1, 2013

O verdadeiro parvalhão

Big, o homem karma, Aidan, o homem-fofinho e Berger, o homem-parvalhão
                  
Sex and the City anda a passar novamente, e há sempre algum episódio que gosto de rever. Por mais que o meu irmão odeie apaixonadamente a série (creio que nunca o vi ter uma reacção tão emocional em relação a nada) e aproveite todas as ocasiões para pregar que aquilo "é uma porcaria sobre quatro malucas horrorosas que dormem com toda a gente e adooooram viver em Nova Iorque, oooooh, treca trecaaaaaaaaaa"(o meu irmão, o comediante desperdiçado) eu  acho que no seu género, é dos melhores guiões jamais escritos para televisão. E há as roupinhas, claro, que continuam bonitas não importa o passar dos anos- bom styling é bom styling.
 Olhando para SATC com outros olhos, percebe-se que em particular, o percurso amoroso de Carrie Bradshaw resume os estereótipos masculinos que uma mulher encontra ao longo da vida. Big, o homem-karma: um dia destes sai um post sobre o homem -karma, porque arriscaria dizer que em média, cada mulher tem um ou dois na sua existência. Há homens-karma com final feliz, outros não, mas são sempre relacionamentos aparentemente feitos no céu que duram anos, entre encontros e desencontros, separações e regressos, etc. Aidan, o homem-fofinho: aquele com quem a  nossa avó acha sempre que devemos casar porque nos trata tão bem, é forte emocionalmente, dá todo o apoio, não tem sustos nem surpresas e às vezes, por causa disso (ou pela passividade associada a isso) acaba por cansar.  Alex, o homem-má ideia: o ser exótico com quem uma mulher se relaciona para fugir ao padrão do costume, porque  "se nada resultou até à data, pode ser que funcione fazendo tudo ao contrário" mas que se estava mesmo a ver, desde o princípio, que não podia funcionar, porque o homem-má ideia não tem nada a ver com a mulher em causa...e em última análise é demasiado estranho para combinar com mulher alguma.
 E depois há Berger, o homem - parvalhão.  Eu gostava do sempre adorável-a-quem-se-perdoa-tudo Big, gostava do Aidan (um amor, coitadinho) o Alex tinha glamour e nada mais, mas o Berger era detestável. Na altura nem prestei grande atenção a esses episódios tanto o tipo me irritava, embora não conseguisse precisar exactamente porquê. Foi necessário, alguns anos volvidos,  travar conhecimento com alguém semelhante e depois rever a série para perceber.  Aparentemente, divertido e bom rapaz. Dali a nada...passivo agressivo? Check. Emocional e verbalmente abusivo? Check. Paranóico, inseguro, mesquinho e amargo, vulgo tudo o ofende, tudo o melindra, tudo são boas desculpas para criticar, atacar e discutir? Check. E por aí abaixo, se uma mulher for doida o suficiente para se deixar ir. Carrie começou a andar aflita, de cenho franzido, a pisar ovos, a  esforçar-se MUITO para que a  relação resultasse numa altura em que devia estar a começar - sinal de alarme. Vi acontecer. E até numa série me faz confusão ver isso.  Acreditem, custou-me olhar para aquilo. Senti um aperto no estômago e um constrangimento muito familiar na cena em que Berger desconversa com Carrie, a propósito de uma porcaria de nada, em frente a uma embaraçada Charlotte. "Tens de ser tão chique/manienta? Porque hás-de aborrecer o empregado com pedidos especiais?" ou qualquer coisa do género. Sinistro e desconfortável. À primeira vista pode não parecer nada de grave, mas é uma pista para o desastre. E no táxi: " tinhas de me deitar abaixo à frente da tua amiga?" quando a pobre coitada nem tinha aberto a boca, quem desatinou foi ele. Homens assim acham sempre que toda a gente os deita abaixo. São uns coitadinhos. Invertem as culpas. Amuam. Fazem guerrilha emocional.  
Pior ainda,  o marmanjo tinha inveja do sucesso dela ou antes, não o suportava e nem sequer fazia por disfarçar - sim, porque o mundo devia-lhe tudo. A cena na passadeira encarnada, em que Berger se ressente por acompanhar a namorada mais famosa do que ele, é das mais desconfortáveis que já vi. Na TV e na vida real, infelizmente. Um homem que compete com a própria namorada e a deita abaixo se por acaso ela é mais bem sucedida do que ele em qualquer coisa, não merece o café que se toma com ele. L-O-S-E-R. Newsflash, a personagem estava mesmo bem construída e o actor fez um trabalho excelente. Não é fácil captar as nuances dos pessoas  como o Berger mas se conhecerem alguma, não esperem para analisar muito. Na maioria dos casos comprova-se que são exactamente assim: Credinho, medinho, como diz uma boa amiga minha. Run, baby run.

Anjo da Guarda, dai-nos juízo.

Desconfio bem que esta é mais uma loja que veio ao mundo para perder as almas e a carteira das pessoas de gosto. Enfim...nem sempre é fácil encontrar as peças certas, principalmente quando se fala de bons básicos - as lojas mais comuns em portugal vendem quase sempre calças com o gancho demasiado baixo, por exemplo.
 Variar as fontes e encontrar os melhores fornecedores para compôr o guarda roupa é uma das minhas regras favoritas para bem comprar e garantir que não andamos vestidas como toda a gente. Ora, a Asos não só vende marcas que me agradam e roupas realmente bem feitas, como deve ter um dos melhores stylists que por aí andam a compor as fatiotas. Como ouvi falar lindamente da experiência de outras bloggers, não só ficarei cliente (sobretudo nas peças que édifícil encontrar em lojas convencionais) como vou guardar uma data de ideias de styling realmente boas, todas feitas com peças que tenho em grande quantidade lá por casa. A ver se não me esqueço de tentar algo parecido...

Image 1 of ASOS Belted Pencil SkirtImage 1 of ASOS PETITE Exclusive Maxi Dress with V Neck
Image 1 of ASOS A-Line Skirt with Chunky Zip DetailImage 1 of ASOS Midi Skirt in Pleated Lace
Image 4 of ASOS Pencil Dress in Floral JacquardImage 1 of ASOS Trousers With High Waist
Image 1 of ASOS Midi Skirt in Paisley PrintImage 1 of ASOS Soft Culottes
Image 1 of ASOS Pencil Skirt with Neon EmbroideryImage 1 of ASOS Culottes with Pleated Front
Image 1 of ASOS Pencil Skirt in Mirror Floral PrintImage 1 of ASOS Pencil Skirt in Check with Wasp Waist

Image 1 of ASOS Smart Peg Trousers with Ruched Waist DetailImage 1 of ASOS PETITE Wasp Pencil Skirt In Ponte

Image 1 of ASOS PETITE High Waist Trousers in Cotton TwillImage 1 of ASOS Wasp Pencil Skirt in Leather

Image 1 of ASOS Midi Skirt in Pleated LeatherImage 1 of ASOS High Waist Evening Trousers

Momento Cobiça da semana

                              
Viva a maquineta do tempo da TV por cabo, que me permite ver os filmes que passam a vida a escapar-me. The Duchess (2008) foi um deles, mas vinguei-me este fim de semana. A história de Georgiana Cavendish, 5ª Duquesa de Devonshire e it girl do século XVIII (que talvez venha a aparecer num post um dia destes...) estava razoavelmente bem contada, mas...confirmei as razões que me levaram a resistir a ver o filme no cinema. Ralph Fiennes como marido chato e mal amado? Ralph Fiennes, o homem mais sexy à face da Terra (não desfazendo em mais dois ou três senhores do meu top ten) a tentar parecer  um duque mau e desinteressante, o que só o torna mais magnético ainda? Ninguém acredita, e eu muito menos. Ele é senhor para a mais sensata das mulheres mandar o ducado à tábua, quanto mais queixar-se "oh, o meu marido não fala comigo".  P-L-E-A-S-E. De modo que não consegui simpatizar demasiado com os dramas da heroína. Tive de pensar "isto é baseado em factos reais, o duque verdadeiro era um idiota e levar para casa uma amiga recém divorciada e desesperada quando se tem um marido doidivanas é  a pior estupidez à face da terra" para me concentrar no que estava a ver. Já que estamos na blogosfera e é costume fazer wish lists, posso pedir o Ralph Fiennes no sapatinho. E com ele podem vir todas as blusinhas, casaquinhos, camisas de folhos, rendas, capas e vestidos da Keira Knightley. Com um pouco de trabalho, os outfits que eu não faria disso tudo. 

                              
                                
                                                     

Sunday, June 30, 2013

The happiest millionaire: a Sra. Amélia de Marco de Canavezes

                                      
Diz a gazeta, como diria Bocage, que a Sra. Amélia de Marco de Canaveses ganhou 51 milhões de euros no euromilhões. A ex-senhora da limpeza, que tem um ar do mais divertido que pode haver, pretende partilhar a sua alegria com a freguesia inteira: amanhã dá uma festa para todos os amigos e vizinhos. A moda dos EUA e do Reino Unido, dos miolionários do jogo-celebridades, parece estar a pegar por cá. Bom, ponhamos a questão por dois ou três ângulos: é simpático da parte dela, mas eu não o faria, passe o trocadilho, por dinheiro nenhum. Primeiro, porque com boa intenção ou sem ela, tenho horror a tudo o que lembre ostentação. Se calhar é por isso que ainda não ganhei o joguinho, apesar de me divertir bastante a tentar acertar nos números: se ganhasse, a minha primeira sensação seria de terror. E agora? E se perco o bilhete? E se mo roubam? E se? E se? E como é que vou explicar isto? Ui, agora é que vou ficar coberta de mau olhado. Isso se o susto não me fizesse cair para o lado, já não é a primeira vez que reajo mal a alegrias violentas (long story) o que, a acreditar na Lei da Atracção e coisas assim não é grande ideia para atrair a sorte ao jogo. Em caso de bilhete milionário, teria de montar uma operação, estilo 007, para receber o prémio sem que ninguém sonhasse. Por segurança e por pavor da publicidade. Sempre me ensinaram que é vulgar falar de dinheiro, mostrar o que se tem ou não tem, que as finanças são tão privadas como a nossa intimidade, e é demasiado tarde para mudar essa formatação. Caso a sorte grande me batesse à porta o meu estilo de vida ia alterar-se tão pouco, tão discretamente, como um upgrade do que tenho e nada mais, que dificilmente alguém daria por isso. As ajudas que ia dar (e podem crer, tenho uma lista fantástica para isso) iam ser tão em segredo que não correria o risco de ser incomodada. Havendo dinheiro e vontade, o sigilo está sempre garantido. Logo, é-me muito difícil compreender a alegria ingénua da Sra. Amélia, principalmente quando já se viu as experiências desagradáveis dos primeiros vencedores que caíram na asneira de contar a boa nova a tutti quanti. Se me recordo bem, um casal teve mesmo de fugir para o estrangeiro, perseguido por pedinchões, burlões e vendedores da banha da cobra. E quando se vive numa aldeia onde todos se conhecem, e/ou quando não se vem à partida de um meio privilegiado, mais perigoso se torna o contraste. Custa-me a entender essa necessidade de juntar a celebridade à riqueza, mas cada um sabe de si. Desejo a maior felicidade à alegre milionária, e que a vontade de partilhar com os outros a sua abundância não lhe traga senão coisas boas. Ser assim tão descontraído é capaz de ser, só por si, uma bênção. Hope so!

Qual é a sua peça icónica? Pois, o sheath dress.

                         
Quando nas revistas ou suplementos de moda perguntam a figuras públicas "qual é a peça a que não resiste" ou ( termo algo desagradável) "qual a sua peça fetiche?" penso sempre que se me colocassem tal questão, teria algum trabalho a responder. 


Um dos pontos em que insisto aqui no Imperatrix é que devemos considerar o nosso guarda roupa como um todo e desenvolvê-lo à volta de uma colecção cápsula privada ou seja, identificar os modelos que funcionam para o nosso estilo, lifestyle e tipo de corpo, orientando as nossas compras a partir daí.



Mad Men Style: 5 Tricks to Maximize Your Curves a la Joan Holloway
 A nossa peça ícone é aquela a que damos mais uso, que sabemos sempre que nos cai bem e a que não resistimos sempre que aparece nas lojas. 
   Ora, conhecendo-me a mim e ao meu closet, a resposta não é fácil. Já vos falei na minha ligeira obsessão por calças cigarrette, na minha paixão por camisas brancas, na utilidade das t-shirts bem feitas (sobretudo as de manga 3/4) e na procura incessante por blusas realmente lindas. 

Não resisto a carteiras vintage - dificilmente me verão com "a it bag do momento" a não ser que surja alguma que seja amor à primeira vista - mas quanto às clutches, sou mais democrática. Podendo ter só duas, aconselho uma em tons quentes, outra em tons frios (que combinam basicamente com tudo) mas...faz como eu digo, não faças como eu faço. Tenho um fraquinho por clutches grandotas, de cores ricas. 

Por saias especiais, balão e lápis. Jeans de designer, que maravilha! E por scarpins, pumps, sandálias invulgares e botas. E capas ou casacos elegantes de Inverno? Don´t get me started

A minha sorte é que (excluindo as écharpes e os cintos) acessorizo pouco. Não aprecio bijuteria - prefiro materiais nobres ou nada, o que descomplica grandemente as minhas opções. Como vêem, seria intrincado eleger uma só peça. 

Mas se pensar na que me põe os olhos a brilhar, na peça de roupa que mais procuro e que é difícil de encontrar por aí, diria sem dúvida o sheath dress, ou vestido de alfaiataria. O Vestido perdeu injustamente algum protagonismo nas últimas décadas, mas custa-me a crer como algumas mulheres vivem sem eles: seja shift, vestido- camiseiro, envelope ou qualquer outro, poucas coisas fazem uma bonita toilette com tão mínimo esforço.

 Mas o sheath dress é rei, porque apesar de assentar melhor nas mulheres  com formas femininas e cintura vincada (sejam magras ou mais cheiinhas) nunca fica mal a ninguém nem passa de moda. É sexy q.b, discreto q.b, é uma roupa que torna as mulheres bonitas sem desagradar ao sexo oposto, pelo contrário, e existe em diferentes versões, todas fantásticas. 

  Sem mangas, com mangas compridas, cap sleeves ou 3/4. Com diferentes decotes. Liso ou estampado. Em versão little black dress. De cocktail, de noite ou para trabalhar. Os melhores são bem forrados, feitos em bons materiais, provados à medida e ligeiramente abaixo do joelho. Uma mulher nunca tem demasiados vestidos destes, diria eu, e se não tem nenhum, precisa urgentemente de o arranjar.

 *(E a vossa peça incontornável, qual é?)*





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