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Sunday, January 26, 2014

Com um nome destes, só podia.

De todas as jovens "cabeças coroadas" da Europa (pelo menos entre as raparigas-comuns-que-casaram-com-um-príncipe-e-se-viram-a-braços-com-uma-responsabilidade-inimaginável) a Rainha Máxima dos Países Baixos é a minha preferida. Também gosto muito do estilo e elegância da Princesa Mary da Dinamarca, mas Máxima é majestosa; faz justiça ao nome de Baptismo que lhe puseram, que por acaso é adorável. *Tenho um certo fraquinho com os nomes Máxima, Máximo ou Maximus: gosto do som, gosto do significado e ainda por cima não podia ser mais auspicioso!* 
Talvez não seja a mais convencionalmente "perfeitinha", a mais esguia, a mais jovem, mas tem um porte e uma tranquilidade que compensam perfeitamente isso tudo. É uma mulher que ilumina uma sala, uma radiosa Rainha para um povo (vivi entre eles, e sei) comunicativo e alegre como ela. Há pessoas naturalmente sorridentes, que parecem estar mais preocupadas com o bem estar de quem as rodeia do que em aparecer perfeitas. É uma qualidade rara, nada fácil, mas ideal para uma Rainha que necessita de se apresentar impecavelmente sem que se sonhe que isso é a sua prioridade. Nela nada parece forçado, e consegue ainda por cima o equilíbrio milimétrico entre exuberância, discrição e sofisticação, o que é um feito em si mesmo. Há o estar vestida para o papel que lhe compete  e há o ir um bocadinho mais além... e as toilettes de Máxima prendem-me invariavelmente a atenção. Convém que uma Rainha seja próxima das pessoas, mas que se perceba quem ela é assim que dá um ar da sua graça. E esse é um dom que não se aprende. Brava. Regina!


2 comments:

Paula said...

Também acho a Máxima uma mulher irrepreensível!
vidademulheraos40.blogspot.com.

Imperatriz Sissi said...

Bom, a julgar pela pesquisa genealógica que fizeram dela, terá a quem sair: sangue real nas veias! É a genética, já dizia o outro :p

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