Saturday, January 11, 2014
Porque é que as mulheres aturam tanto? Eureka, acho que descobri.
11 comments:
- MedusaNegra said...
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Este texto diz tudo. Experiência vivida e rompida. Virei costas. Estou de luto. De maluquinhos tem muito pouco, de cobardia e crueldade sim...de sobra.
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17 January, 2014 23:06
- Imperatriz Sissi said...
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Medusa, percebo perfeitamente. Acredite, your words do ring a bell...beijinho.
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17 January, 2014 23:50
- Ana sousa said...
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Tenho apenas 22 anos mas muito do que esta escrito no texto retrata a minha relaçao de ja 3 anos, nao e maluquinho nem me bate mas e um machista, nao posso usar qase nenhuma das minhas roupas, sais, maquilhagem, nao posso falar muito socialmente nem fazer ninguem sorrir, se me arranjo um pouco ja esta a desatinar, ja para nao falar nos ciumes obcessivos ! mas e exatamente como diz amo tanto que as vezes faco de conta que essas coisas nao me incomodam ! na verdade nem 50% sou feliz porque deixei de ser a pessoa que sempre fui para agradar a um rapaz que nem sei se me ama... sou uma jovem realizada profissionalmente e cheia de objectivos de vida mas começo achar que nunca irei ser feliz.
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18 January, 2014 02:26
- Ana sousa said...
- This comment has been removed by the author.
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18 January, 2014 02:35
- Imperatriz Sissi said...
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Ana, eu não sou especialista na matéria (nem ousaria) mas pelo que tenho visto, a violência psicológica pode deixar marcas bem mais feias do que agressões mais óbvias.É muito fácil falar quando se está de fora e apontar o dedo a quem atura - afinal as mulheres de hoje são educadas para a auto estima, para serem confiantes, independentes etc... e soa estranho quando alguém tolera comportamentos que não estão de acordo com a personalidade de quem, sem saber como, se transforma numa vítima nas mãos de uma pessoa descompensada e dominadora (porque os "maluquinhos" tomam muitas formas). E o mais difícil não é sair dessa, é manter-se fora dessa e inteira por dentro. Cada dia é uma luta para não voltar atrás (seja correndo de volta para a toca do lobo, como a Ana descreve, seja resistindo às investidas do mesmo como vejo muitos Capuchinhos da vida fazer). Creio que o exercício mais complicado será para uma mulher dizer a si mesma "olá, sou a não sei quantos e estou apaixonada por um falhado/sádico/maluquinho". Porque essa é a verdade. O que lhe posso dizer é que ninguém merece isso - não há amor onde não há confiança nem segurança. Se não houver uma mudança de comportamento a fundo (e as pessoas só mudam se quiserem) nem a Ana, nem pessoa alguma, pode ser feliz ao lado de uma pessoa que trata a parceira assim. O problema não é seu, é dele. Boa sorte. Beijinho.
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18 January, 2014 12:15
- luisa osorio said...
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Vá lá saber-se o porquê, a relação torna-se um vício que não conseguimos sair!!
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19 January, 2014 12:40
- luisa osorio said...
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Temos que gostar primeiro de nós, nunca esquecer isso!!
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19 January, 2014 12:46
- Anabela Barreira said...
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Nem a mulher "maravilha", nem o tempo mudam os covardes, psicopatas ou "monstros" a quem chamamos "amor"... Mas o crescimento emocional, após um desamor, intensifica-se de tal forma que nos devolve o sentimento de abertura mental. Renova-se a força, que nunca se pensaria ter e usar. Tal concentração de ilusões, humilhações, desgastes ressuscita a nossa essência. Ninguém duvide das suas capacidades, mesmo depois de tantos “cataclismos”! Resta-nos a conclusão que: o amor não pertence a ninguém, faz parte do nosso ser. Pode e deve ser partilhado, todavia jamais permita que alguém “assalte e se apodere” de um dos seus maiores patrimónios pessoais! Não será o tempo que o ajudará, porém a coragem da sua ação: hoje você vale muito mais!!! Está preparado(a) para “tudo” ou quase “tudo”, nunca duvide!!! Alegre-se e “mãos à obra”, o amor é você e sempre continuará em si!!!
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19 January, 2014 23:22
- Anabela Barreira said...
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Mas o crescimento emocional, após um desamor, intensifica-se de tal forma que nos devolve o sentimento de abertura mental. Renova-se a força, que nunca se pensaria ter e usar. Tal concentração de ilusões, humilhações, desgastes ressuscita a nossa essência. Ninguém duvide das suas capacidades, mesmo depois de tantos “cataclismos”! Resta-nos a conclusão que: o amor não pertence a ninguém, faz parte do nosso ser. Pode e deve ser partilhado, todavia jamais permita que alguém “assalte e se apodere” de um dos seus maiores patrimónios pessoais! Não será o tempo que o ajudará, porém a coragem da sua ação: hoje você vale muito mais!!! Está preparado(a) para “tudo” ou quase “tudo”, nunca duvide!!! Alegre-se e “mãos à obra”, o amor é você e sempre continuará em si!!!
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19 January, 2014 23:24
- Ana Calheiros said...
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Eu não podia deixar de fazer o meu comentário. Este texto retrata fielmente 22 anos do meu casamento. Há 4 anos atrás abri os olhos, mas o caminho para a libertação foi longo, a primeira etapa terminou na sexta feira passada (17-01) às 16h, na Conservatória, mas ainda não está tudo. De qualquer forma, acho que mais vale tarde que nunca e penso que ainda consegui agir antes de ficar maluquinha! Ou não! Eu era daquelas que achava que podia resolver tudo! E arranjava sempre desculpas para ele coitadinho! E tentava ser psicóloga! E não via que estava era a ser muito burra!
Até me dei ao prazer de enviar o texto para o meu ex, com a seguinte nota: "Se tivesse encontrado este artigo antes, não tinha gasto o meu latim contigo todos estes anos! Imprimia uma folha para colocar à tua cabeceira."
Se calhar estou mesmo maluquinha! Mas que fiquei satisfeita, ah isso fiquei.
Ana CVF
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19 January, 2014 23:31
- Maria Costa said...
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Revejo-me em tudo o que li, 26 anos de casamento e 7 de namoro, tive a coragem de aos 45 anos dizer basta, não sei o que me manteve nisto, mas sei bem o que quero daqui para a frente
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20 February, 2014 09:14
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