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Monday, July 14, 2014

Pequena Lei de Murphy do dia: "guardado está o vestido..."

Vestidos icónicos: o "Vestido da Vingança" de Diana de Gales e o modelo Versace que tornou Liz Hurley famosa

Já tenho recomendado por aqui uma das minhas máximas para compras e organização do guarda roupa: "compre quando aparece e pode, não quando precisa".  E como eu não sou uma rapariga "faz como eu digo, não faças como eu faço" se encontro algo do género que me agrada, que já sei que resulta e que não passa de moda, trago para casa. Assim, quando de facto me é preciso um calçado assim ou uma saia assado, escuso de andar em compras apressadas...que quase sempre dão asneira. 
 Fica mais barato - e poupa  stress - ter várias opções disponíveis prontas para entrar em acção a qualquer momento;  e acaba por ser curioso fazer um "shop your closet" literal quando é necessário.

 Por essa razão acontece-me muito ter no armário alguma roupa ainda com as etiquetas, sobretudo vestidos. 
Não porque me esqueci deles ou não tencione usá-los, mas porque a ocasião ainda não se apresentou.   

 Mas às vezes há um certo vestido, ou um certo outfit, que fica no cabide durante um tempo invulgarmente longo. Num dia penso em usá-lo mas acabo por optar por outro, ou chove e já não dá, ou - sucedeu mais que uma vez- o fecho que até tinha sido verificado pela costureira avaria e tenho de o mandar arranjar...enfim, por uma razão qualquer o uso dessa peça vai sendo adiado sucessivamente, até de um ano para o outro porque lá diz o estribilho, so many dresses, so little time.

 Porém, tenho verificado que quando isto se dá, geralmente é bom presságio: o vestido que não foi à rua quando planeado, que anda muito tempo à espera da sua vez, acaba quase sempre por ser luzido numa ocasião bem mais feliz e memorável. Adequa-se aqui o ditado popular "guardado está o vestido para quem o há-de vestir".

 Chamo-lhes "os vestidos da Sorte" e faço por os voltar a usar quando preciso de muito bons agouros...pergunto-me se isto acontece a mais pessoas, mas estou quase certa de que não sou a única.

 Claro que também existe a regra oposta: se gosto muito de uma toilette e calhou usá-la numa situação que não correu bem, há que "quebrar o enguiço" e voltar a levá-la à rua, com alguma pequena alteração (um cinto, uma jóia ou outro calçado) para que não se torne um "vestido da má sorte" que fique associado a recordações menos felizes. E geralmente funciona.

 Há que manter um bom feng shui em tudo, até no armário...



2 comments:

Inês Sousa said...

Tenho as duas situações: o vestido que usei no batizado do pimpolho voltei a usa-lo noutras ocasiões e sempre felizes. A única roupa que eu nunca mais voltei a vestir foi a que usei no dia em que fui internada de urgência para ter o meu filho e gostava muito, tanto a saia como a blusa (não eram roupas de mamã).

A Bomboca Mais Gostosa said...

Também tenho alguns vestidos assim. Roupa que usei em dias maus, procurei vesti-la noutros dias, mas nunca toda combinada, vá-se lá saber porque...

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