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Monday, August 25, 2014

É um dever moral ser contra isto.

O cenário era este: uma fila imensa de carros de intervenção, assim à SWAT.

Ou, mais queirosianamente ainda, dar bengaladas em quem apoia tais "vagas culturais". É que uma pessoa vai a um sítio supostamente tranquilo e civilizado em busca de sossego e depara-se com isto. Felizmente não me apercebi dos desacatos- o aparato policial, a quantidade de gente de mau porte, de leggings, calções, visuais destes, cristas à Ronaldo, palavrões como nunca ouvi na minha vida (e não era só miudagem- vi montes de famílias assim) e as filas de metros em toda a parte foram o suficiente para sentir que algo não estava como devia.

 Claro que já não se passeou e jantar, só atrás de sete chaves - e tardíssimo, tal era o pandemónio na rua.

 Está certo que tais fenómenos não são só nossos - os ingleses sofrem com os chavs, os brasileiros com o funk - mas que este tipo de coisa movimente tais multidões diz muito dos portugueses enquanto povo. 
 Depois - mas isto é só a minha opinião por mero vício profissional- embora se compreenda que as autarquias queiram atrair gente aos seus eventos, há que ver se certos artistas se coadunam com o posicionamento e imagem de cada município. 
 Quem quer ir divertir-se para o bairro é para lá que vai, não procura outro local, digo eu...

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