Wednesday, October 1, 2014
"We are women. Our choices are never easy".
6 comments:
- Sandra Marques de Paiva said...
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Os episódios de ontem foram de suster a respiração. Tive muita pena da senhora " não sei das quantas" que estava à espera de casar com o Mr. Grove e ele decidiu pedir a empregada em casamento. E revoltou-me quando ele foi lá a casa dela propor-lhe a continuação dos encontros. Nem dá para imaginar a dor daquela mulher, mas saiu-se bem. Esperemos pelos próximos episódios :)
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01 October, 2014 12:04
- Imperatriz Sissi said...
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Sim, a Miss Mardle aguentou-se com muita classe e dignidade (e vai ser recompensada por isso mais tarde!). Fez mal em desperdiçar tantos anos com um homem casado mas redimiu-se ao dar-lhe o pontapé que ele merecia com uma proposta daquelas. Percebem-se as razões do Mr. Grove, mas francamente!
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01 October, 2014 13:20
- S* said...
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Tenho de te aplaudir. Não acredito que os movimentos feministas mudem seja o que for... temos é de ser grandes mulheres!
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01 October, 2014 14:36
- Sandra Marques de Paiva said...
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Sinceramente? É mesmo coisa de homem que não sabe o que quer.... e de repente lembrou-se que quer deixar herdeiros, com aquela fronha?.... Era câmara de gás com ele. Ninguém merece :)
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01 October, 2014 15:35
- Imperatriz Sissi said...
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Obrigada, S*. Acho que há coisas que devem ser deixadas aos homens, para nosso próprio bem e para evitar hipocrisias ridículas. Tudo o resto que uma mulher pode fazer de forma tão competente como um homem, não é preciso cartazes: uma mulher nem se lembra que é mulher nem os outros se lembram, vai e faz e pronto. Olha a Madame Curie, e outras mais. Ora tretas.
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02 October, 2014 11:30
- barcelence said...
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Olhe S*, na origem de leis que consideram as mulheres como seres humanos e com direitos iguais aos homens, está muita filosofia, humanismo e, sim, feminismo. Depois de alcançarmos uma sociedade laica, com solidariedade social, em que existe liberdade de expressão e em que certas discriminações em função do sexo são absolutamente proibidas, é mesmo muito fácil dizer " temos é que ser grandes mulheres". Claro que temos, o que só é possível para a maioria, se vivermos numa sociedade que nos proporciona essa oportunidade. Pense só: há muitas grandes mulheres obrigadas a usar burka. Quando conheci o seu blog, um dos posts que me chamou a atenção, era um, em que dizia que a sua mãe atravessou um divórcio, que teve imensas dificuldades, e com filhos a cargo. Pense: fosse antes de '74 ou '76, e o casamento dos seus pais tivesse sido celebrado pelo rito católico ( como aliás era em 99,9% dos casos ), o divórcio simplesmente não era permitido. O que aos homens, na sua maioria, não aquecia nem arrefecia, pois tinham , numa sociedade e lei que abafavam feminismos, total liberdade para abandonar o lar, pois que a ação de reivindicação para reaver o cônjuge - tal como se de um bem móvel se tratasse, aplicava-se às mulheres! Depois das coisas conquistadas, claro está, não é preciso cartazes. Mas nem esta afirmação é absoluta. Caso contrário, em países tipo EUA, com uma "imensa minoria" negra, por exp., deixava de se enaltecer as conquistas pela liberdade e igualdade de cidadãos negros, já que estes "podem fazer tudo de forma competente, tal como um cidadão branco". Já agora, os exps que a Sissi dá, de mulheres que se fizeram ouvir ou impôr, sem cair em feminismos, são sempre de uma casta privilegiada, burguesa, nobre ou afins. Um viva a essas senhoras, mas que em nada retira ao feminismo, já que sem este, as nobres atitudes estariam reservadas a um certo grupo privilegiado de mulheres. Os movimentos feministas acabam por privilegiar mulheres de todo o estrato social, precisamente porque depois mais eficazmente se reflete em legislação e em direitos. Já agora, Sissi, um reparo quanto à princesa saudita e suas acções: é mera figura decorativa. No seu país, as meninas que frequentam a universidade não podem receber aulas diretamente de professores homens, têm que as receber por teleconferência. O que diz essa senhora sobre isso? Um “exemplo sensato de acreditar em direitos civis iguais”, sem dúvida.
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02 October, 2014 16:04
