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Thursday, November 6, 2014

10 pequenos grandes erros de estilo (que arruínam o efeito "chic a valer")


Nem a mais elegante e informada das it girls é infalível. O estilo - ao contrário da moda - é eterno, mas de vez em quando precisa de revisão. Importa sempre reflectir de tempos a tempos no que pode ser melhorado e fazer um troubleshooting para identificar pequenos quês que comprometem o visual perfeito.

1 - Mostrar demasiada pele



É muito difícil - para não dizer impossível - mostrar muita pele com estilo. A vulgaridade é inimiga da elegância e poucas são as mulheres que têm a figura e carisma para o fazer sem danos para a sua imagem. A solução está no bom e velho equilíbrio: se tem um decote um bocadinho mais revelador, cubra o resto e vice versa, ou opte por um vestido cingido ao corpo que acentue as formas sem mostrar o que quer que seja. A sugestão é mais apelativa -e demonstra mais classe, escusado será dizer - do que a exposição exagerada.  Além disso, é impossível disfarçar pontos fracos se tudo estiver destapado- e quem quer revelar ao mundo aquilo que não gosta de ver ao espelho? Se cobrir as zonas de que gosta menos e realçar os seus pontos fortes transmitirá uma aura de confiança, que é mais sedutora do que qualquer saia curta.

2- Confundir "oversized" com roupa EXTRA grande

Sobretudos, blazers e camisolões boxy ou oversized são tendência; bem conjugados com peças de linha estreita fazem coordenados cool muito elegantes. O mesmo vale para os boyfriend jeans e outras peças borrowed from the boys. Mas atenção para que a roupa não "engula" completamente a sua figura. Se um casaco assenta a metros dos ombros ou uma camisola XXL vai terminar na parte menos bonita das suas pernas, se calhar é melhor optar por um tamanho mais pequeno (não deixa de ser oversized por causa disso) ou mandar cortar e apertar aqui e ali.

3- Roupa que não assenta como deve



Uma peça  pode ser muito bonita e cara, mas se não servir bem nunca fará o efeito certo: calças que caem mal (sobram daqui, apertam ali) punhos demasiado compridos, casacos que ficam a léguas dos seus ombros, cinturas a rebentar pelas costuras ou que não se mantêm no sítio, bainhas a terminar na parte menos bonita do tornozelo ou a arrastar pelo chão...fazem qualquer uma parecer muito mais atarracada, larga ou desajeitada do que na realidade é e dão um aspecto "baratuxo" ou desmazelado. O fitting perfeito é meio caminho andado para se vestir depressa e bem - e para sair confiante à rua. Invista-se em peças bem cortadas e se mesmo assim não servem na perfeição, nada como uma boa costureira ou alfaiate.


4- Não considerar o seu tipo de corpo


Esta é uma regra incontornável como as leis da Física: se uma roupa foi pensada para outro tipo de corpo que não o seu, vai ser um sarilho para ficar apresentável. Um vestido que cai fabuloso numa rapariga curvilínea pode não ter graça nenhuma numa mulher alta e magra, e umas calças que resultam maravilhosamente na sua amiga de ancas estreitas podem acrescentar-lhe a si 5 quilos - mesmo que ambas vistam o 36! Se mais mulheres tivessem consciência do seu tipo de silhueta e de como ela é muito mais importante do que o tamanho ou o peso, não teríamos tantas senhoras complexadas, convencidas de que nada lhes fica bem...

Conhecendo a figura de que a natureza a dotou e comprando de acordo, acabam-se muitas dúvidas, aquisições inúteis e momentos "para que é que eu saí de casa".

5- Muito fru-fru e bling bling.


Ainda há dias falámos nisto: demasiadas fantasias no tecido, conjunto ou acessórios "poluem" o aspecto, além de dispersarem a atenção dos elementos chave no look...e da beleza da mulher que o usa. Mais vale um visual clean e polido com um acessório impactante e/ou uma bonita maquilhagem (um bâton vivo numa toilette simples é um fantástico extra!) do que tecidos brilhantes, muita bijuteria ou sapatos com aplicações. Ou tudo junto, cruzes.

6- Saltos demasiado altos...ou demasiado baixos. 

Já se sabe que um sapato duvidoso é muito mais difícil de disfarçar do que uma roupa modesta. Escolher o calçado certo é uma ciência, mas o salto errado é das coisas que mais prejudicam o conjunto: demasiado alto dá um aspecto vulgar, barato e desconfortável; em mulheres muito baixinhas, pode mesmo (é paradoxal, mas facto) realçar a falta de altura.  Baixo demais, porém, pode passar uma imagem de desmazelo e cansaço. A melhor solução é guardar os saltos vistosos para ocasiões especiais, os rasos para toilettes muito bem pensadas, e investir em pares com altura média para o dia a dia.  Calçado bem feito não precisa de ser altíssimo para alongar a silhueta: há que descobrir os modelos sensatos que funcionam para  a figura de cada  uma e apostar neles.

7- Usar a lingerie errada

Uma boa base é tudo. Sem o suporte correcto não valem de nada as toilettes mais luxuosas. Se o soutien aperta, descai, marca o que não deve ou aparece debaixo da roupa...está na hora de se encher de paciência e renovar a colecção -  melhor ainda, procurar aconselhamento especializado para garantir que faz a escolha certa.

8- Um "alforge" em vez de carteira



Na adolescência caímos no erro de trazer a casa às costas, depois de adultas já não há desculpa. Um "sacalhão" pesado e cheio de tralha não só parece maior do que a mulher que o transporta como puxa os ombros para o chão, dando um ar muito cansado. Com tantos modelos por onde escolher, é um pecado não variar. Pode sempre arranjar um shopping bag bonito para o resto das coisas e deixá-lo na bagageira ou no gabinete, não vá faltar-lhe a caixinha de primeiros socorros, a laca ou outra coisa qualquer.

9 - Um estilo demasiado "teen" ou sexy



Roupa demasiado colorida/curta/justa, divertida e baratinha - ou seja, tudo o que fica bem à irmã ou prima mais nova - não tem lugar na idade adulta. Nada envelhece mais do que parecer que parou na adolescência. Bom, não quer dizer que não se faça um achado na Bershka uma vez por outra ou que não se possa combinar uma t-shirt com bonecos de forma elegante: vai tudo do coordenado e do ar que se tem, mas o look total é mesmo de evitar. Se tem uma eterna menina dentro de si, há sempre a hipótese de construir uma silhueta parecida mas com peças mais sóbrias e refinadas: cores mais escuras e corte impecável, por exemplo.

10 - Usar peças retro ou vintage sem lhes dar um toque actual

Peças antigas imprimem carácter a um visual, porém saber jogar com elas é uma arte em si mesma: a moda é cíclica, mas não é preciso utilizar essas roupas, calçado ou acessórios exactamente da mesma forma como se usaram na sua época de origem - ou num look total. Fazê-lo pode "pesar" o visual ou dar a ilusão de ter saído mascarada. Claro que há quem faça disso um estilo (a adorável Dita Von Teese e seguidoras, por exemplo) mas não é opção que convenha a toda a gente. Roupa de outro tempo deve ser mandada adaptar para que assente na perfeição, e convém combiná-la de forma mais arejada: penteados naturais, maquilhagem actual, styling simples e mistura de peças clássicas ou trendy - saias de balão com um top básico e um perfecto de pele, casacos "ovo" dos anos 60 com botas acima do joelho, etc.

Inspiração e imagens via e via.


















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