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Wednesday, December 17, 2014

As coisas que eu ouço: piropos, ou uma beldade sem sentido de humor não é nada


Uma Senhora muito minha amiga, distintintíssima como já não se fazem, foi uma beldade de parar o trânsito na sua juventude - estilo Penelope Cruz, mas para mais linda. Hoje, já com os seus setentas, continua encantadora porque como costumo dizer, quem foi bela sempre o será desde que se cuide.
 E como além de bonita sempre foi uma mulher de espírito, recentemente decidiu pregar uma partida ao médico que a acompanha. Foi à consulta e queixou-se: "Sr. Doutor, acho que estou a ficar surda! Cada vez ouço pior!".
 E como se o bom doutor lhe fizesse todos os testes e instasse que a sua audição estava em perfeitas condições, a Tia M. retorquiu:

"Não está a compreender, Doutor. São os piropos!  O problema é que já não ouço os piropos!"


Moral da história: quem se queixa furiosamente de que todos os piropos, bons e maus, deviam ser proibidos por lei, não viveu nos anos 60 quando as mulheres ainda sabiam ser mulheres, ou nunca recebeu muitos elogios...

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