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Sunday, January 18, 2015

Duas notas do dia: tristezas e nem tanto


1- Entristeceu-me esta notícia sobre um rapaz bem parecido, alto, distinto e inteligente, herdeiro de uma família bem de Nova Iorque, com tudo para ser feliz, que assassinou o próprio pai num momento de loucura.
 Aparentemente, Thomas Gilbert Jr. apresentava de há uns tempos a esta parte sinais de instabilidade, mas ninguém compreende o que o terá levado a uma atitude tão extrema. Situações destas são sempre trágicas, mas quando acontecem a pessoas tão bonitas, em cenários tão perfeitos, em comunidades que podiam fazer algo de bom pelo planeta, é ainda mais doloroso de ver. 




2- Sobre a notícia que não interessa nem ao Menino Jesus mas que anda na boca do povo como se importasse à Humanidade: nem vem ao caso se a culpada foi a D. Dolores e companhia. Não compro o mito da sogra-bruxa (há por aí sogras extraordinárias) e ninguém é mais leal à família do que eu. 

Todavia, se a questão da família Ronalda é proteger/controlar o património que não construiu nem herdou e o menino aprova...é acabrunhante de ver, são cupidezes típicas de dinheiro novo -  lá se avenham.

 Agora queiram desculpar a ausência de patriotismo e que eu acuda pela russa "fria e antipática" que em cinco anos muito aturou, mas quer-me parecer que quem fica a perder é o jogador, que andava bem mais civilizado e polidinho desde o início do namoro. Mal ou bem, sempre aprendia alguma coisa: Irina Shayk é linda, independente e famosa, tem alguma coisa dentro da cabeça, é uma rapariga culta com o mundo a seus pés. Não me surpreende que se sentisse desconfortável naquela casa e mais não digo.
 Tão pouco me espanta que se tenha libertado  - pode facilmente arranjar casório com alguém mais compatível: um oligarca russo ou um baronete inglês e havia de ser uma lotaria se lhe complicassem tanto a vida como a família do ex...duvido. Já Ronaldo acredito que vá voltar às rapariguinhas de ar duvidoso do costume, "humildes como a gente" (sic). 

Moral da história, uma jovem não se deve apaixonar por ninguém com um background que a deixe pouco à vontade, nem tentar mudar um homem cujo pé foge para o chinelo...porque se um homem se degrada ao unir-se a uma mulher vulgar, uma mulher que case com um bruto acaba mesmo brutinha de todo. Run!


2 comments:

Sérgio S said...

Ó Sissi, não gosto que fales mal do Ronaldo. Há uma coisa que gosto muito do Ronaldo que é a postura do: os outros vem atrás de mim. É como acho que deviamos pensar: nós não somos a cauda da europa, o resto da europa é que é a nossa cauda... e por aí em diante...

Se ele vem de meios humildes não tem culpa desse facto. E num país em que tudo são cunhas e dinastias familiares (i.e. BES), ser reconhecido pelo mérito, tem o seu valor.

Quanto à Irina tens razão, ficará melhor ao lado de um (velhote) russo, dos negócios (obscuros) do petróleo (e venda de armas), a levar vida de dondoca.

Imperatriz Sissi said...

Sérgio, ninguém tem culpa do meio onde nasceu e como tenho dito sempre, a sua capacidade de trabalho é admirável; o mérito ninguém lho tira. Agora que podia evoluir um bocadinho culturalmente (tendo mais do que meios para tal) e incentivar a família a fazer o mesmo e a não viver através dele (porque nunca é tarde para isso e assegurar o bem estar dos familiares, que é um dever, não implica deixá-los dizer tudo o que lhes apetece em público ou permitir certas interferências que não cabem em cabeças de bom senso) isso podia.

Honrar pai e mãe é uma coisa, cair no disparate é outra. Também não acho que auto confiança tenha de significar arrogância ou mau gosto, e no quesito de gosto acho que só teve a aprender com a ex namorada.

E atenção, falo nisto em termos de imagem pública (ossos do ofício).

Por fim, dondoca porquê? A rapariga trabalha, é independente, está em perfeitas condições para namorar ou casar de igual para igual. Ao que parece terá trocado o jogador pelo actor "The Rock" que terá mais a ver com ela...

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