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Saturday, February 28, 2015

Patricia Arquette, tinha mesmo de ser desagradável?



E eu que gostava tanto de si.

 Não lhe bastava ficar contente ao receber um Oscar por um trabalho que supostamente adora fazer, pelo qual é regiamente paga... e 
aceitá-lo graciosamente? Não, tinha de vir um discursozinho polémico. Quando os artistas tentam falar de assuntos sérios fora de contexto, a torto e a direito, perdem francamente a graça toda- e houve quem suspirasse pelos velhos  tempos em que o evento tinha elegância e classe.

 À manifestação inflamada da actriz ( e escuso de repetir o que parece uma mulher toda nervosinha a levantar a voz...) seguiu-se o sururu que era suposto.

 Mas como quando se trata de exigir direitos e queixar-se de discriminação isto parece as velhotas nos centro de saúde a desfiar o rosário das doenças e cada uma a gabar-se que está muito pior, as restantes minorias desataram a queixar-se que Patricia não tem razões para se lamuriar, que elas é que são realmente prejudicadas e mais minoria do que as outras minorias. Patricia teve tão má pontaria que nem as feministas aprovaram o faniquito (agradar-lhes é difícil , convenhamos) achando - pela primeira vez, quer-me parecer - que a obsessão pela opressão diminui as mulheres. Assim como quem diz Patrícia, se calhar exagerou, não era preciso.

Toda a vida ouvi que dias de festa não são o momento de discutir política, futebol, religião, rixas antigas e esqueletos no armário...

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