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Saturday, April 18, 2015

4 tipos de pessoas que testam a paciência a um Santo


A máxima "esforça-te por suportar com paciência os defeitos e fraquezas alheias; também os outros terão muito que suportar de ti" é muito sensata. Qualquer pessoa que deseje aperfeiçoar-se deve tentar exercitá-la diariamente.
   Porém, há almas tão complicadas que se tornam um verdadeiro desafio, quanto mais não seja por serem muito numerosas e aparecerem com frequência. Haverá outras bem piores, mas se conseguirmos lidar diplomaticamente com estes quatro tipos, quer-me parecer que já se alcançou algum mérito. Há que ter paciência, porque nunca se sabe se elas surgem com o único propósito de nos purificar dos pecados (ou se preferirem, de nos fazer pagar karmas). 

1- As que não entendem que NÃO é NÃO, 
obrigando-nos a ser desagradáveis. A persistência pode levar a muita coisa na vida, mas não é pressionando os outros (principalmente quando não se conhecem de parte nenhuma) que se dá uma boa imagem de si próprio. Se as pessoas já recusaram de vários modos a proposta fabulosa de mudança de tarifário/convite para aderir a uma causa/pedido de amizade nas redes sociais/galanteio/ whatever, é altura de partir para outra. Há uma linha que separa o persistente do sinistro.



2- As que NUNCA atendem o telefone quando lhes ligamos...apenas para nos telefonarem dali a pouco, quando temos outra chamada em linha ou as mãos ocupadas. E isto sempre -parece que fizeram um voto ou coisa assim. Nessa altura insistem até à exaustão, obrigando-nos a desligar a outra chamada que por acaso é prioritária/largar tudo o que estamos a fazer. Pior ainda, às vezes quando finalmente podemos pegar no telefone a chamada já se desligou e o processo repete-se.



3- Os conselheiros de serviço: geralmente são interesseiros de qualquer ordem que chegam a um grupo de amigos, projecto, banda de música ou o que seja e, sem que se lhes tenha dado aval ou confiança para isso, começam a tomar intimidades e ares de autoridade. Eles é que sabem o que é melhor para fulano, para o grupo, para a causa. Daí a "dividirem para reinar" é um pulo: cheios de peçonha e mel, começam a semear a discórdia, a separar casais, a arranjar intrigas, a sabotar tarefas, a ser desagradáveis para as pessoas que já lá estavam antes e que a) estão no seu caminho para o topo b)não se deixam enganar pelas suas falsas simpatias. Creepy.


4- "Amigos" invejosos: quem nunca tropeçou num destes, pode dar-se por feliz. Por qualquer razão, todos costumam ter um trauma em comum: o sentimento de entitlement. Acham que tudo lhes é devido e odeiam o mundo por não terem nascido com um pai rico, dezenas de pretendentes aos pés e tudo dado de bandeja, por isso qualquer coisinha que os outros tenham já lhes faz confusão - como se a vida alheia fosse perfeita. Eles são sempre as grandes vítimas mas pouco fazem para sair do sítio, porque lá no fundo ADORAM queixar-se e divertem-se com o drama, que é a única coisa emocionante na sua existência. A início podem aproveitar as vantagens desta ou daquela amizade: ou porque fulana tem contactos, ou beltrano tem recursos, ou sicrano tem acesso a bilhetes gratuitos, descontos e convites, etc. Mas com o tempo, assistir àquilo que acham ser a "boa fortuna" dos amigos torna-se demasiado para suportar, o ressabiamento dá de si e desatam a ser maus, rancorosos e agressivos. Resumindo: ou uma pessoa perde a paciência com eles, ou os invejosos tratam de arranjar um pretexto para se zangarem. Nunca acaba bem.


 Resumindo: Haja tolerância, que é um dever de humanidade, mas firmeza também...

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