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Friday, June 19, 2015

Auditoria do roupeiro: 7 técnicas avançadas


Provavelmente tem feito as limpezas periódicas ao guarda roupa de acordo com as mais eficazes regras de organização; já se livrou de tudo o que pudesse remotamente dar qualquer "ar de principiante" ao seu visual e tenta manter por perto apenas o que acrescenta alegria à sua vida.

 Porém, há sempre aquelas peças de que até gostamos, que têm piada por qualquer razão e que embora não sejam usadas, continuam a ocupar espaço precioso e a complicar o dia-a-dia. Está então na hora de usar tácticas avançadas de auditoria para avaliar se esses "monozinhos" que causam dúvidas estão ou não de acordo com os seus planos de closet impecável.

Vejamos então:

1- Roupas maçadoras que precisam de 1001 truques para assentar




Embora algumas dicas de styling permitam "dar a volta" a certas peças, o processo de vestir deve sempre ser simples: se um vestido não pode ser usado sem um spanx/cinta/saiote, mais uma pregadeira para garantir que os botões não se abrem e AINDA um cinto....mais vale mandar arranjá-lo de vez. Caso ache que a qualidade não compensa a ida à costureira, ponha-o no caixote das doações ou reciclagem.

2- Formatos que não funcionam em si



Uma compradora sensata sabe que deve ser implacável e cingir-se à variedade de modelos que mais favorecem a sua silhueta. No entanto, há sempre um artigo que escapou - porque foi uma pechincha de uma marca excelente, porque o tecido era lindo...mas depois sente-se sempre menos confiante quando pensa em vestir essas coisas.

Nestes casos, só tem três opções: , se dispõe de algum espaço extra, arranjar maneira de as fazer funcionar (ex: reservar "aquele" vestido curto e largo para usar SÓ com meias pretas e botas compridas que tapem tudo, etc) .
, mandar adaptar ( jeans boot cut sem graça dão uns belos relaxed skinnies; um vestido largueirão de belo tecido antigo pode facilmente tornar-se num sheath dress numa boa modista) , oferecer a quem tenha um tipo de corpo adequado a essa peça. Um top muito fechado pode "engordar" uma rapariga que tenha um busto maior mas ficar fantástico na sua prima que é mais esbelta de tronco, embora as duas vistam o mesmo tamanho. Ela ganha um top, a menina ganha espaço, everybody´s happy.



3 - Comprimentos que não a favorecem



Para cada mulher há a medida certa de calças, mangas e saia/vestido (em todos os comprimentos: a midi de uma pode ser sobre o joelho e a de outra bastante mais abaixo, e assim por diante).  Uma vez descobertas as proporções ideais para si, resta-lhe não ter no armário nada que fuja a isso. O que estiver curto ou comprido mande adaptar, já que subir ou descer bainhas é uma alteração que sai barata (e se não sobrar tecido, pode sempre aumentar o comprimento de uma saia cosendo uma barra de outro que combine, renda ou bordado inglês) .


4 - Tecidos fraquinhos

Já aqui se falou  sobre isto e nesse quesito não há muito a fazer. Os tecidos naturais são sempre preferíveis, embora também haja diferentes graus de qualidade nas fibras sintéticas - por vezes, até marcas melhores optam ocasionalmente por alguns materiais desses simplesmente porque têm o comportamento certo para aquilo que se pretende. Se uma peça tem um tom/feitio/padrão bonito mas o tecido não cai como deve, se fica colado à pele ou não a deixa respirar, se é desconfortável/áspero/molengão/gelado no Inverno/abafado no Verão, se pica (isto pode acontecer com algumas lãs, atenção) se não fica no lugar, amarrota, ganha pêlo, borboto ou deforma...já sabe, liberte-se disso sem dó porque nunca vai ter remédio.

5 - Tecidos, padrões e cores que não resultam


Outro critério a ter em conta nos tecidos é a forma como funcionam no seu corpo (ou não). Os vestidos de jersey, por exemplo, ficam fantásticos em quem tem menos cintura e ancas esguias, mas não favorecem tanto mulheres cintadas e curvilíneas. Se não conseguir remediar o problema acrescentando um forro, considere desfazer-se. Depois há cores que simplesmente dão má cara
 ( principalmente se usadas perto do rosto) estampas inadequadas...
Se algo não a faz sentir bem, por algum motivo é.


6- Decotes estranhos


Já se sabe que um decote pode fazer ou arruinar uma toilette. Os que forem muito abertos ou fechados são fáceis de modificar (abrindo-os , ou, pelo contrário, acrescentando um corte de cetim ou renda no lugar certo) se um top ou vestido valer a pena. Porém, há outros - o corte império, por exemplo - que são mais complicados. Se uma peça é bonita mas não tem espaço para acomodar tudo (por exemplo, um decote que achata o peito com um soutien normal e o destapa completamente se usar um almofadado) passe-a adiante.

7 - Camisas, vestidos, t-shirts e tops que encolheram inexplicavelmente "aquele bocadinho"
Sabe, os que se compraram no tamanho exacto mas perderam uns centímetros chave na máquina de lavar. É por uma unha negra, mas já não estão confortáveis: o vestido sobe, a cintura não fica onde deve e aperta o peito; a t-shirt comprime desconfortavelmente sob os braços; a camisa não fecha bem...
 Não vale a pena conservar tais coisas porque mesmo que emagreça não pode alterar a sua estrutura óssea...e se uma peça encolheu, muito dificilmente voltará a assentar nos mesmos sítios. 


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