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Thursday, July 23, 2015

Duas Vénus dos anos 50


A década de 1950 representa, em termos de padrões de beleza, o supra-sumo da feminilidade. Enalteceu a figura feminina que une mais consenso entre homens e mulheres, por um apelo cultural e biológico

E também a mais intemporal: busto e ancas definidos, ombros bem modelados e uma cintura estreita representaram o ideal em muitas épocas e culturas diferentes, talvez por serem simultaneamente o mais próximo do natural e uma hipérbole da silhueta da mulher.

São os famosos "três S":  a tradicional curva da beleza, a curva serpentina do mistério que provoca um efeito devastador quando uma mulher caminha. Ou o velho ditado vitoriano: "a cintura de uma mulher deve ser tão fina que caiba nas mãos do homem que ela ama".

Muitas it girls encarnaram, na época do New Look, esta imagem romântica , de lendas como Brigitte Bardot, Elizabeth Taylor e Marilyn Monroe, passando por celebridades do tempo como Bettie Paige e Mamie Van Doren, sem esquecer as manequins de alta costura como Dovima e Suzie Parker

Porém, eram as pin ups que o representavam de forma mais detalhada, mais tangível: e algumas eram mesmo conhecidas não só pela beleza como um todo, não só pela figura de ampulheta da moda, mas por este ou aquele atributo: era o caso de Betty Brosmer, "a rapariga com a cintura impossível"...


 ...e Vikki Dougan, conhecida como "the back" cujas costas e derrièrre eram tão perfeitos que viriam a inspirar, nos anos 80, a curvilínea Jessica Rabbit.


Vikki desapareceu do olhar público com um rastozinho de escândalo; Betty continua lindíssima e como sempre foi uma mulher de negócios, co-fundou uma bem sucedida e pioneira revista feminina de fitness (a sua cintura era atribuída não só a genética e exercício, mas a uma grande habilidade no corset training). De qualquer modo, ficou o ideal. A curva em S que nunca passará de moda...







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