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Saturday, November 14, 2015

3 dicas para comprar bem e tirar o melhor partido do seu orçamento


Antes que comece a corrida aos presentes de Natal, às toilettes de Ano Novo e aos saldos de Janeiro, nunca é demais lembrar umas pequenas máximas para fazer compras habilidosas...e conseguir resultados elegantes maximizando os recursos disponíveis.

1- Ser paciente e evitar o complexo "banho de loja"


Quem decidiu mudar de visual para abraçar uma nova fase da vida, aceitou um emprego onde precisará de obedecer um dress code diferente, emagreceu/engordou/teve bebé ou simplesmente quer fazer um upgrade ao guarda roupa, pode sentir a tentação de comprar tudo de uma vez. Mas para comprar bem, como temos visto, é necessário pensar a longo prazo e ver o guarda roupa como um todo. Mesmo dispondo de um grande orçamento, dificilmente se encontrarão nas lojas, ao mesmo tempo, todas as peças perfeitas. Além disso, se a roupa for toda novinha em folha, algumas peças não terão tempo de se adaptar devidamente, o que pode dar um certo ar nouveau riche que não é tão elegante. Convém ter presente uma lista dos itens chave (e.g calças pretas clássicas, gabardina, os tops que lhe ficam melhor, vestidos de cerimónia, fatos, etc) e ir comprando conforme as boas oportunidades aparecem. 

Ou como digo muitas vezes, "compre quando há e pode, nunca em cima da hora".

2-Não ter medo de meter o nariz em toda a parte


É certo que determinadas casas de moda são mais especializadas neste ou naquele estilo, que certas lojas/designers são melhores para comprar casacos, ou vendem as melhores calças mas não fazem tão bem sapatos, e assim por diante. Convém ter sempre esse aspecto em conta, para facilitar as buscas. Porém - e isto é especialmente verdadeiro nas grandes marcas de fast fashion e lojas de departamento- cada vez mais as marcas tentam chegar a um maior número de gostos e consumidores. Por isso, actualmente não é impossível encontrar um bonito vestido para sair ou um casaco clássico em locais inesperados, como a Springfield ou a Pull & Bear. 
 Para não falar que saldos, outlets, compras online, sample sales, feiras e mercados...em suma, tudo o que sirva de escoamento de stocks de marcas variadas é sempre uma boa pista, para quem tem olho vivo e não se incomoda com a confusão. Ter mente aberta e variar as fontes é um grande quê na hora de fazer bons negócios.

3- Saber escolher, saber misturar...e manter uma elevada noção das prioridades


A marca é, acima de tudo, uma referência. Ninguém espera que um sobretudo Burberry se estrague rapidamente. Isto porque boa parte do custo associado a uma etiqueta de confiança se prende com os melhores tecidos e qualidade de execução.

  Porém, isto nem sempre é verdade (principalmente nas marcas de segmento médio, vá-se lá saber porquê) logo, convém verificar rigorosamente as etiquetas para assegurar a qualidade dos materiais: pagar, digamos, quinhentos euros por um casaco 50% poliéster nunca será boa ideia. Para isso, é preferível gastar um terço desse valor num modelo semelhante da Zara. 

Por outro lado, algumas marcas acessíveis trabalham ocasionalmente com materiais nobres - recentemente vi luvas de pele verdadeira na Primark, por exemplo. Logo, convém ter atenção a essas pechinchas! 

 A relação qualidade-preço e o valor por uso são o critério mais importante na hora de investir em peças fiáveis, que durem e tenham o ar certo.

 Depois, há que ter em conta que certos básicos em tecidos como o algodão não diferem muito de marca para marca, logo não justificam gastos significativos.
 Importante ainda é estabelecer prioridades: saber quando vale a pena apostar em etiquetas mais exclusivas (nas peças importantes, que convém que durem; carteiras; sapatos, etc) e quando uma versão acessível faz o mesmo efeito (pequenos caprichos de acordo com as tendências, loungewear simples, etc). 
 Saber brincar com o high-low fashion é uma arte que ajuda a ter um estilo impecável sem espatifar a conta bancária. Não esquecer, porém, que a fast fashion também oferece riscos e que acima de tudo, para ter um ar dispendioso há que fugir de tudo o que seja bonitinho, mas de aspecto duvidoso. Ser barato e parecê-lo, não dá!

  



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