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Tuesday, November 17, 2015

5 Coisas que as mulheres fazem que tiram os homens do sério

Aqui há tempos vimos 5 atitudes masculinas que tiram as mulheres do sério. Como cá no Imperatrix, mais tradição menos tradição, ou há moralidade ou sobra para toda a gente (ou seja, temos igualdade de direitos e deveres) aqui fica a versão no feminino:


1-  Dizer "não é nada" ou simplesmente "naaaaaada", com ar obviamente amuado, quando de facto algo se passa.



Ele sabe, ela sabe, ambos sabem que que alguma coisinha caiu mal e que mais vale desabafar, colocar o assunto cá para fora, matar o dragão de uma vez. Às vezes o "naaaada" nem é dito por mal.

 Uma coisa é estar em público/ demasiado perturbada/  zangada para se explicar sem cenas; se é assim, há que reconhecer "aqui não dánão estou bem disposta, quando me acalmar falamos". 
Ou ter receio de abordar - se calhar pela milésima vez- uma questão delicada para o casal, que voltou a surgir/lembrou e que magoa ou incomoda (se assim é, elaborar ou não dependerá da dinâmica habitual dos dois, sendo que não ter segredos nem guardar mágoas é sempre boa política).

 Mas um "naaada" irónico, ou obviamente fingido, é muito irritante. É uma forma infantil e passivo-agressiva de lidar com as coisas e que a eles, supostamente mais directos, menos emocionais, mais "pão-pão-queijo-queijo", lhes soa sem sentido nenhum. Meninas caprichosas amuam; mulheres agarram os problemas de frente, com serenidade, e resolvem-nos para que não voltem a assombrar as almas.

2- Na mesma linha, perguntar "este vestido faz-me gorda?".



E se por acaso faz mesmo e o rapaz não é bom a mentir (que os pobres coitados às vezes não sabem o que é bom para eles)? De qualquer modo, um homem posto perante essa questão é preso por ter cão e preso por não ter, e assim como assim essa é uma pergunta parva que não se faz, como já analisámos. Se não tem a certeza de estar no seu melhor é porque se calhar não está; mais vale morder a língua e ir mudar de roupa. Entre ficar mais um pouco à espera (pouco como quem diz, vá)  e passar o tormento de uma birra que se vai prolongar noite fora, acompanhada de mil perguntas recheadas de inseguranças tolas, ele decerto prefere o menor dos males.

3- Ladainhas ad nauseam



Como vimos aqui. É certo que há homens que têm uma mania semelhante (e é igualmente arreliadora neles) mas as mulheres são tradicionalmente mais verbais e algumas quando se zangam parecem engolir agulhas de grafonola, além de irem buscar este mundo e o outro no melhor modo freudiano (até coisas mortas e enterradas) para exemplificar porque é que corre sempre tudo mal. Ou seja, parecem umas bruxas. 

Resmungos de horas, amuos prolongados acompanhados de ditos ácidos e acusações constantes fazem qualquer alma querer saltar de uma ponte (tudo, menos ouvir tal ladainha). Especialmente se a alma massacrada já estiver nervosa ou com problemas para começar. Mas dizem os entendidos que para "eles" é pior. Isto porque os homens não percebem metade das palavras gratuitas que se dizem, indo directos ao essencial. Ou seja, respondem melhor a acções, imagens, mudanças de atitude, exemplos claros e sucintos ou consequências que demonstrem o seu ponto de vista, do que a muito palavreado. Se já falou, se já deu argumentos lógicos e directos, basta: a bom entendedor...

4- Críticas escusadas...e pouco tacto.



Já se sabe que o ego masculino é inversamente proporcional à força física. Apesar de "eles" se fazerem durões e serem aparentemente menos sentimentais, certas palavras - ou a forma como são ditas- podem melindrar, magoar, ofender, diminui-los ou simplesmente, irritar o cavalheiro mais pachorrento. Principalmente se ele tiver uma personalidade forte ou uma forma mais tradicional de estar, não gostará de se ver atacado, desrespeitado ou alvo de troça. Criticar a forma como agem/vestem/procedem perante pessoas; pôr e dispor à frente dos amigos deles; dizer-lhes na cara que estão a ganhar barriga ou a perder cabelo, sem mais...já sabemos que a mulher é quem de facto governa muita coisa, mas não custa nada deixar intacto o seu poder simbólico e fazer críticas construtivas, de forma delicada. No fundo, é só não dizer aos outros o que não gostaríamos de ouvir e agir com subtileza. Trocar o "porque não faz assim ou assado?" por um "talvez fosse boa ideia..." dito com meiguice; substituir um "que fato horroroso, tem mesmo mau gosto; se não for eu..." por "a tua cintura é tão bonita, o casaco ficaria melhor um bocadinho mais cingido, que te parece?"
É melhor deixá-los a pensar e chegar às próprias conclusões do que impor como uma tirana ou uma maria-sabichona. As nossas avós eram exímias nesta arte da diplomacia feminina e o certo é que os casamentos duravam...

5- Obrigá-los a assistir aos nossos caprichos...e a sofrer as consequências.

Está certo que quem ama gosta dos defeitos e das qualidades do par, está para o bom e para o mau e que ninguém espera só rosas. Mas há coisas que uma mulher faz de facto melhor sozinha (compras, por exemplo) e outras que não podiam interessar menos aos homens (como as tricas das amigas...). Fazê-los aborrecer-se como uma ostra enquanto esperam que uma mulher mude de roupa pela enésima vez, ou termine a maquilhagem, também não os faz pular de alegria: quem precisa de uma hora para se arranjar, é melhor contar com uma hora e meia, e dizer-lhes. Eles agradecem. 

 E já que falamos de visuais...convém ter presente que há mudanças e looks que eles não compreendem nem acham bonito. Aquelas coisinhas men repeller que só mulheres e profissionais de moda apreciam, mas que o sentido estético deles não atinge, nem quer! Arriscar uma nova cor de cabelo, um vestido demasiado  revelador (ou pelo contrário, estilo saco de batatas) e depois passar o tempo a queixar-se de que não gosta de se ver, tira-os do sério. Especialmente se eles avisaram antes que não era boa ideia, que não apoiavam, que não gostavam, se repetiram "vai correr mal e eu lavo daí as minhas mãos" etc. Quem levou a sua avante tem de assumir as consequências sozinha, remediar como puder, e cara alegre. Own it!




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