Recomenda-se:

Netscope

Friday, November 13, 2015

Gwen Stefani inspira-me dois posts num só, querem ver?


Em boa verdade, eu ia falar de Gwen só a propósito de Rita Ora, por causa da publicidade um bocado feiinha da Tezenis que anda para aí em tudo quanto é mupi, a arreliar-me os nervos:

Olhe para onde olhar lá está a rapariguinha, que embora esteja longe de ser desengraçada tem um mau ar que Deus nos livre e não percebo, palavrinha que não, por que carga de diabos a indústria de moda gosta tanto dela. Rihanna ainda entendo, que goste-se ou não dela tem uma beleza fora do vulgar. Mas a Ritinha lembra-me sempre a irmã do Borat, que isto quanto ao ar com que se nasceu nada feito. 


Bom ar ou se tem ou não se tem (e nem sempre o bom ar anda de mãos dadas com a beleza; há pessoas sem grande formosura mas com um porte racé como tudo; depois há caras bonitinhas que parecem ter nascido num mau bairro por mais que se esforcem) e enfim, quando o ar não é bom o único recurso é encaderná-lo o melhor que se pode a ver se ninguém nota. Mas no caso da cantora, o visual que escolhe para si também não contribui muito. 

E nada contra as tatuagens per se, apesar de se terem banalizado muito e de eu achar que a pele de uma mulher fica melhor sem nada; não me choca sequer um dragão estilo geisha pelas costas abaixo ou coisa assim, quando se tem visual, figura e arcabouço emocional para isso. Mas aquelas coisas pretas que Rita usa, e que agora estão na moda, pelos braços, pelas costelas, a parecer doença cutânea ou que uma pessoa se encostou demasiado ao grelhador, não acho nada bonito.

Inspirar-se em Gwen Stefani, como a própria Ms. Ora reconhece ter feito desde a adolescência, não é para todas.



Gwen Stefani, (já aqui falámos dissopor mais edgy que seja o seu visual, tem um certo quê - traços finos, pele de porcelana, delicadeza- que lhe permite tentar maluquices sem nunca parecer grosseira. E se apareceu com tatuagens, corrijam-me se estou errada, creio que eram de henna e afins (bem me diverti com essas, cá entre nós que ninguém nos ouve!).

 Estava nestas comparações, Gwen tem boa pinta, Rita não- quando soube via Cosmopolitan que a razão do devastador divórcio de Gwen Stefani, que a deixou arrasada, foi a mais velha do mundo: o marido de longa data envolveu-se num affair de três anos com uma das amas dos filhos; a pobre Gwen ficou ciente do facto por outra ama (a classe!) e confirmou-o através de selfies e recadinhos entre a nanny mal comportada e o esposo adúltero. Olha o dramazinho doméstico queirosiano, a patroa a esgatafunhar-se com a criada. Jesus.


Que o rapaz já devia ser um belo piece of work  - a dolorosa canção "Ex Girlfriend" foi composta para ele, numa altura em que se zangaram antes de casar, e ela já lhe chamava mulherengo das dúzias na altura. Ora, quem se porta mal no namoro, não melhora lá porque tem uma aliança no dedo...

Mas aproximar-se da pindérica da ama quando se tem em casa uma beldade eternamente jovem e cheia de estilo, já ultrapassa ser Don Juan, escroque ou indecente; é ser estúpido...


Por seu turno Gwen, como tantas mulheres bonitas e bem sucedidas, também não parece usar a cabeça quando se trata de amores: nunca se deve casar com quem se porta mal esperando que melhore; mesmo que o casamento seja na Igreja, um Sacramento tem poderes mas não faz milagres sozinho. E, por mais confiança que se tenha na cara metade, eu cá nunca deixaria de lado a máxima que a avozinha toda a vida me martelou: ajudantes domésticas jovens e bonitas, nunca na vida.

Não que a avozinha bem via como se portavam amas e cozinheiras da vizinhança, e sempre se deu bem com velhotas cheias de saúde, com bons braços para ajudar nas tarefas, mas incapazes de seduzir fosse quem fosse...nunca fiando!

No comments:

Textos relacionados:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...