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Sunday, November 15, 2015

Madame du Barry dixit: "Vês, França? Se não tens cuidado..."

                    


                "Vês, França? Se não tens cuidado, um dia cortam-te a cabeça"


Dizem que a estouvada Madame du Barry dirigiu estas palavras ao amante, Luis XV - tratando-o sem cerimónia por "França"- ao contemplar já não sei que obra de arte numa sala de Versailles. Supostamente, nesse momento entraram a Delfina Maria Antonieta e o Delfim, perguntando alegremente "quem fala aqui em cabeças cortadas?".

- É esta doida - retorquiu o Rei, bem humorado- que disparate! Hoje em dia já não se cortam cabeças de Reis!

- E no entanto...- atalhou Maria Antonieta, subitamente tomada de sinistro pressentimento que a arrepiou dos pés à cabeça. E lá se foi o ambiente descontraído do serão...

A conversa acima, relatada em vários livros, não passa provavelmente de uma fábula- é sabido que Maria Antonieta não podia ver a du Barry nem com molho de tomate, logo dificilmente lhe falaria com tal ligeireza. Aliás, é pouco de crer que lhe tenha tornado a dirigir a palavra além da célebre frase que foi obrigada a dizer por mera diplomacia (que essa sim, é tida como facto). Tudo vaidades que acabaram na guilhotina, a que só o velho Rei escapou porque morreu antes...


 Mas verdade ou ficção, o episódio que pensar: a Revolução Francesa não se desenhou de um momento para o outro. Algo andava no ar há muito tempo e foi por imprudência que os acontecimentos tomaram o sangrento rumo que sabemos.

A tragédia desta Sexta Feira 13 (tal como o ataque ao "Charlie") mostram a quem quer ver um facto importante: não é olhando para o lado, mudando a nossa forma de estar para não ofender as visitas,  pedindo desculpa pela nossa existência com o laicismo fofinho e obrigatório,  com o retirar de Cruzes, com a negação e desprezo pela nossa cultura europeia, Cristã, Católica e Ocidental e com um descaso de avestruz pelo risco (?) de  islamização da Europa que seremos respeitados.


 As Cruzadas não aconteceram sem provocação nem motivo, ao sabor da ganância e do capricho, por mais que certos historiadores tenham vendido essa versão Mea Culpa dos factos nas escolas. 

Os fanáticos e os loucos só respeitam quem lhes mete medo, quem é capaz de ser tão duro como eles. O que- digo e repito- salvo as devidas medidas de precaução nada tem a ver com apontar o dedo aos refugiados, gente normal que foge precisamente desses desordeiros... bullies cobardes a precisar que lhes falem na única linguagem que entendem. 

Estão à espera de quê - e até quando- para agir virilmente em nossa defesa, para perceber que aqui não há relativismo cultural algum, que é o Bem contra o Mal puro e duro, que a nossa causa é justa e sagrada, que o inimigo passou os portões com a maior desfaçatez?

França - e toda a orgulhosa Europa, de resto, muito certa da sua superioridade e antropocentrismo - não chama nem deixa chamar por Santa Joana d´Arc, nem pelo Sacre Coeur, nem por San´Tiago...enquanto o inimigo clama por Alá e está disposto a morrer e a matar pela sua crença. E se não temos cuidado, um dia...


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