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Monday, January 4, 2016

Quando uma mulher da luta quer casar, ninguém a pode parar...e os ciúmes da Ivete

Por terras de Vera Cruz vêem-se todos os extremos, particularmente no que ao comportamento feminino diz respeito. Por um lado, manifestam-se nas redes sociais fortes correntes de pensamento advogando o regresso à feminilidade e a um comportamento mais tradicional; por outro, é o que sabemos e que tão mau nome dá injustamente à mulher brasileira por este mundo fora. Mas tenho para mim que o Brasil, com as suas doidices- sem ofensa - acaba por ser um reflexo do que se passa no resto deste planeta do Senhor. E no fim-de-semana reparei em duas notícias que provam que *sotaque brasileiro aqui* a mulherada endoidou, gentxi.




1-A cantora Ivete Sangalo tem estado na boca do povo via redes sociais porque armou (já que falamos no Brasil e à falta de melhor termo) um barraco monumental em pleno concerto seu ao ver o esposo a conversar com uma desconhecida no camarote. Parou de cantar para avisar o rapaz e ameaçar a "outra" com direito a palavrões e tudo. E o mulherio, o mesmo que se enfurece e berra "ninguém é propriedade de ninguém" se um marido ciumento faz cenas, aplaudiu esta demonstração pública de insegurança e falta de chá...
 Que isto, vamos lá ver: uma Senhora não deve demonstrar, a torto e a direito, que se perturba com qualquer serigaita; mas coser tudo consigo também não atrai nada de bom. Se algo causou desconforto a cara -metade deve ser informada, quanto mais não seja em modo "olhe lá não torne a fazer outra ou devolvo-o à mãe que o ature". Só que em privado, por amor da Santa. Que Ivete tinha bons pulmões até eu sabia e mal conheço a sua música. Mas que era uma Maria Escandalosa é novidade para mim...que vergonhaça!



2- A notícia já é antiguinha mas só me chegou agora e é de cair p´á banda. Uma rechonchuda e despachada rapariga de 21 anos, cansada de viver em pecado com o namorado de longa data que não parecia nada interessado em dar o nó, engendrou modo de o rapaz fazer dela uma mulher honesta. Certo, o que não falta por aí são loureiras cheias de ardis mortinhas para arranjar quem as carregue para agirem como umas matrafonas depois (assim como não faltam homens que não querem atar mas também não têm coragem para desatar). Mas Lenyenne Helen de Oliveira superou tudo: marcou a cerimónia em segredo e o "noivo", que nem sabia que estava noivo, foi posto perante o facto consumado. Como bom banana que devia ser - porque se não fosse, não se punha de casa e pucarinho com uma mulher a quem não lhe apetecia dar o seu nome, oras - Felipe, o namorado, casou e casou mesmo, não fosse ela sacar de algum rolo da massa em frente àquela gente toda. Ele disse que até foi uma boa surpresa e que era a atitude que lhe faltava, mas com aquela cara de sofrimento não sei não.

Ainda bem que acabou tudo pelo melhor, casou, honrou como diria a minha avozinha e só se estraga uma casa que isto, como também dizia a minha avozinha, quer-se lé com lé e cré com cré: uma mulher da luta só leva a sua avante se houver um banana que esteja pelos ajustes. 

Mas é uma tristeza ver uma mulher a desdobrar-se com total falta de dignidade para literalmente caçar um homem. Aliás, aposto convosco e não me devo enganar que também foi ela que andou atrás dele, possivelmente sujeitando-se a tudo, e que lhe pediu namoro

Alguns dirão que a ordem dos factores não altera o produto, mas ninguém me tira da minha cabecinha careta que por mais modernices que se inventem, o homem que fica com a mulher que se ofereceu de bandeja se deixou "capturar" à falta de melhor. É daquelas coisas efeminadas que alguns fazem e raramente acaba bem, pois ambos acabam por se ressentir disso. No fundo os homens, mesmo os menos masculinos, sonham arrebatar a mulher dos seus sonhos; e as mulheres, mesmo as mais modernas, sonham ser conquistadas, querem ser a única para eles, o ideal, a noiva prometida. Não querem sentir que obrigaram alguém! E daí já não digo nada...

 Se eu tivesse cinco euros por cada homem que já ouvi queixar-se, no fim de um relacionamento desse género "eu não lhe ligava nenhuma, ela é que me endrominou- devia estar parvo! Nunca estive a 100% na relação e ela, logo que se apanhou segura, deixou de me tratar bem" e por cada mulher que, em situações semelhantes, se lamenta "não é que ele não quisesse casar- ele não queria era casar comigo!" estava a gozar os rendimentos num dolce far niente.

 A muitos homens falta hombridade e atitude para se mexerem pelo seu verdadeiro amor e a muitas mulheres falta dignidade e e compostura para esperar por ele. É deprimente aquilo a que se sujeitam...mas lá diz o povo, "quem quer casar sempre casou; não é com quem quis, é com quem achou".


Moral da história: Dignidade dignidade, quem a tem chama-lhe sua!

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