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Sunday, May 8, 2016

Audrey Hepburn faria 84 anos...e o que isso representa


A estrela dos olhos de gazela celebrava o seu aniversário a 4 de Maio. Era, como todos sabemos, um ícone de estilo, de elegância, mas acima de tudo bela -e uma Verdadeira Senhora- por dentro e por fora. 
Curiosamente ontem, sem me lembrar da data, encontrei esta entrevista em que outra musa incontornável de que falámos há pouco, Sophia Loren, partilha as suas recordações dela, descrevendo-a (claro) como "muito discreta".



Os grandes vultos de um passado dourado vão desaparecendo. Ainda temos Raquel Welch, Brigitte Bardot (pouco igual a si mesma) Loren, Lollobrigida, Cardinale e outras. Mas Hepburn, como Elizabeth Taylor ou Lauren Bacall, já não se encontram entre nós e temo que aos poucos, quando todas as elegantes estrelas de décadas idas se tiverem esfumado, reste cada vez menos da magia, graciosidade e delicadeza que cá deixaram. 

A fama imortaliza-as, certo; o exemplo e a inspiração não se desvanecem nunca. Mas enquanto cá estão em pessoa, tenho um pouco a sensação de serem anjos da guarda de um certo comportamento, imagem pública, discurso e forma de estar. São como mães vigilantes que a qualquer momento podem, através de uma qualquer entrevista ou declaração pública, puxar as orelhas à sociedade (recordam-se do chá que Taylor deu, com seráfica paciência e caridade, a Kim Kardashian, sem fazer a tonta sentir que estava a ser condescendente? Já não se fabrica disto!).

Receio bem que em estas, e outras Senhoras (como S.M. Isabel II) deixando este mundo - que seja bem tarde- assistamos à derrocada definitiva da feminilidade e elegância. A não ser que as excepções de hoje, que ainda as vai havendo, saibam velar com bastante vigor e energia, pela beleza e donaire de antigamente. Para o nosso bem e o das gerações futuras...

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