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Tuesday, August 30, 2016

Popeye dixit: boas mulheres...e as "outras"



O  devorador de espinafres Popeye tinha, além do Brutus, uma inimiga ferrenha: a Bruxa do Mar.
O desafecto entre os dois nascera da mais velha causa do mundo: em tempos, o marinheiro tinha rejeitado os avanços da megera, apesar de ela se disfarçar da bela "Rosa do Mar"... e lá dizia o poeta, "não há fúria no inferno que se compare à de uma mulher rejeitada" ( ou antes, ressabiada).


De modo que a Bruxa passava o tempo a fazer a vida negra ao Popeye, quando não se vingava directamente na "rival" Olívia Palito.
Sempre cavalheiro e sem medo de ser acusado de sexista, pois quando foi desenhado ainda não se falava nisso, Popeye arranjava maneira de vencer a bruxa sem lhe pôr as mãos:  bruxa ou não, numa senhora não se toca nem com uma flor.
Já a Olívia nem sempre levava o caso à paciência, dando -lhe uns valentes safanões quando calhava...

Em suma, a Bruxa do Mar tantas partidas pregava ao pobre Popeye que ele suspirava "irra, é má como as cobras...mas também...  Se nao houvesse más mulheres neste mundo, não saberíamos apreciar as boas!".

E é verdade! No percurso de um homem pode haver bastantes episódios-  nem todos recomendáveis ou abonatórios já que o sexo forte, quando se trata de estroinice, é propenso ao disparate e à falta de critério- mas se essas "diversões" e "rapaziadas" que acabam em "amargos de boca" servem para alguma coisa, é para os ensinar a valorizar as boas mulheres - seja pela sua beleza física, pela seriedade, a bondade, a inteligência, a classe ou tudo isso junto.
Bruxas do Mar ou da Terra não faltam - já Olívias não há muitas, sejam mais magrinhas ou mais curvilíneas.
Talvez o segredo de tanta sensatez esteja nos espinafres, ou no facto de o Popeye ter viajado tanto e visto tanta coisa que já não se deixe enganar...

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