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Sunday, February 14, 2016

Xarope de S. Valentim: Corín Tellado


Estava eu a finalizar o post oficial de S.Valentim e a comentar como é lindo o casal do filme que usei para o ilustrar (hoje em dia, com a moda dos actores imberbes, já é tão raro ver-se um par realmente impressionante no cinema...) quando a senhora mãe me diz com ar pouco dado a romantiquices "é uma imagem à Corín Tellado, mas é bonita". E eu... "onde é que já ouvi isso?". 



Respondeu-me que era o mesmo que romance de cordel, ou um termo dos anos 70 (acho) para designar, grosso modo, qualquer romance folhetinesco do tipo Harlequin ou de Dame Barbara Cartland - sabem, aqueles xaropentos que as donas de casa e balconistas adoravam ler mas que às vezes até têm uns enredos de jeito (os da tia Bárbara ao menos passavam-se sempre em épocas interessantes) e mal por mal eram honestos; não se faziam pomposamente passar por literatura.

Mas não me dei por achada e lá fui confirmar o que era ao certo isso de Corín Tellado...reconhecendo imediatamente o género de livrinhos com desenhos coloridos e títulos muito engraçados que se encontram imenso nas feiras de velharias. Tenho visto alguns tão cómicos que até os fotografei:




Mas afinal o termo era algo bem mais específico: nom de plume da escritora espanhola María del Socorro Tellado López, que publicou mais de 4000 histórias (livra, nem a blogger mais activa dá tanto aos dedos) e vendeu mais de 400 milhões de livros, entre romances e foto-novelas, todos em cenários contemporâneos (ao contrário dos de Barbara Cartland e outros)  com enredos amenos, isentos de marotice e malandrice e com títulos patuscos como "Não me caso contigo", "Aquella linda muchacha", "Não esperava isso de ti", "Não esperes por ele",  ou "Divorciámo-nos".


















E a senhora Tellado lá continuou a escrever até quase ao fim da vida: aos 79 anos ainda publicava coisinhas românticas para mulheres sonhadoras. Sem algemas nem palavrões e com umas capas mais giras que as das 50 sombras....sem falar que provavelmente a prosa seria um bocadinho mais correcta!






Saturday, February 13, 2016

Quando eles dizem (ou acham) que amam.



O termo "amo-te" banalizou-se intoleravelmente. Em verdade, tenho para mim que sempre foi coisa que se dizia da boca para fora, naqueles momentos em que se confunde o entusiasmo da paixão (ou até da paixoneta) com algo mais forte e mais sólido. Ou pior, nos instantes em que alguém, com más intenções, faz mil juras e protestos para se aproveitar da ingenuidade alheia, ou da patética tonteria feminina de ceder a tudo para obter umas migalhas de amor. Não há nada mais triste do que isso.

Mas enfim, antigamente essas promessas eram palavras que saíam da boca dos namorados e o vento levava, ou que ficavam esquecidas num pedaço de papel, na arca das trapalhadas daquelas missivas que o poeta classificou, com justiça, como ridículas.

Hoje em dia, em que até a pessoa mais desmiolada tem voz activa nas redes sociais, o caso é um bocadinho pior, pois qualquer "amo-te" (seja sentido, falso, postiço, para inglês ver ou genuíno mas mal colocado) é declarado em público sem qualquer pudor. E com o S. Valentim à porta,  preparem-se para ver expostos ao mundo muitos "amo-tes" que se não fossem em suporte digital, não valeriam o papel em que seriam escritos.


Creio que não devia ser assim. Acredito, como o Carlos da Maia, que o amor verdadeiro é algo tão delicado que, não devendo ocultar-se (se alguém precisa de andar às escondidas numa relação, então não devia estar nela em primeiro lugar) convém ser envolto num certo pudor quase religioso ou supersticioso. Como os verdadeiros devotos se acanham em expor a sua fé, os verdadeiros amantes não querem ver profanado o seu amor. Ou seja, quem ama a sério não esconde, mas também sabe ser discreto. Não quer ver a sua devoção exposta a más intenções alheias, nem roçá-la por aí com os "amores" vulgares de quem está junto à falta de melhor.

E se numa mulher um "amo-te" vão e fátuo não cai lá muito bem, mas é desculpável porque muitas são românticas ou emocionais... de um homem há que ouvir isso com uma dupla camada de sal, já que é suposto eles terem terror à palavra e ao compromisso, salvo quando sentem verdadeiramente.


Já não falo dos "amo-tes" mentirosos e aproveitadores acima descritos. Deixemos isso de lado, porque é sórdido demais. Falemos naqueles que até se sentem, mas são um caso de mau diagnóstico.

Quando um homem diz que ama, ou age como se amasse, se arde na intensidade de um suposto "amor" que o consome e lhe vira a cabeça, mas esse "amor" só lhe serve para as conveniências, se não vem acompanhado dos cuidados mínimos para que a "amada" se sinta bem, tranquila, segura, então para o diabo com tais "amo-tes". Se por "amor" entende posse, ciúme, ou "venha a nós"...então não é amor: é obsessão.

Mas vejamos outro estilo de "amo-te contrafeito":  se um homem que aparentemente é bem intencionado, que não gosta de banalizar o palavrão, ao cabo de uns meses lá diz um "amo-te" mas não lhe passa pela ideia "esta é a rapariga dos meus sonhos" nem a necessidade de ter aquela mulher nos seus braços para sempre, se não pensa em fazê-la feliz e protegê-la acima de tudo, se não vê atrás dessa mulher um berço e um altar, se o facto de "amar" não o converte num homem diferente e melhor, então não ama verdadeiramente.




 Atrevo-me até a adivinhar que não está sequer realmente apaixonado, mas que se entusiasmou por alguém que estava à mão; que cedeu ao hábito, à necessidade biológica de afeição e companhia; que caiu num "amor vulgar" desses que, mesmo quando duram, não aquecem nem arrefecem. É como um amor comprado na lojinha do chinês, produzido em série para desenrascar. Da espécie dos "amores" que enganam os dois, que não estão à altura de serem chamados "amor" e que ninguém merece, em suma.

Afinal, se para cada panela há um testo, como diz o povo, haverá algures um "amo-te" verdadeiro para cada alma neste mundo de Deus. Daqueles que têm o fogo devorador e a intensidade da paixão, mas também a nobreza do sacrifício e a matéria prima da eternidade. Só que também há por aí muito medo e muita preguiça, muita vontade de "fazer dever", muito espírito de "antes mal acompanhado do que só" e muitas outras coisas que enchem os restaurantes de romantismos baratos todos os Fevereiros.


Wednesday, February 13, 2013

Crónica de S. Valentim na Activa

Mude o seu quarto e tenha mais e melhor sexo!

E porque amanhã é Dia de S. Valentim e quer se queira quer não a publicidade não nos deixa esquecer, aqui fica, na Revista Activa, uma dúzia de ideias para quem não tem par...ou para quem quer manter o seu, com qualidade. Porque se assim não for mais vale estar a sós à lareira, com um bom chocolate quente ou um vinho generoso, a ver um filme interessante. Happy Valentine´s Day, solteiros, apaixonados e pessoas que embirram com o Dia dos Namorados!

Monday, February 11, 2013

All you need is Love? 12 Dicas para o Pânico de S. Valentim

                           
Para quem está triste com a aproximação do Dia dos Namorados (o que é desnecessário porque como já disse aqui, tudo isso é relativo e a data vale o que vale) aqui ficam alguns conselhos - tried and true - para ver as coisas por outra perspectiva e remediar o "problema" o mais rapidamente possível, sem cair em manobras "raposa que não vai às uvas":

1- Goste da sua própria companhia: quem sabe estar sozinho (a), é cheio (a) de interesses e tem uma vida entusiasmante (ou simplesmente, uma rica vida interior) não só é mais feliz, como se torna mais atraente para os outros.


2- Ame-se acima de todas as coisas e dê-se ao luxo de recusar ter pessoas ao seu lado, se não corresponderem ao que deseja ou não o (a) tratarem como merece (também convém ter boas intenções para com o próximo). 
Apaixone-se um bocadinho por si própria (o). Repare nos seus pontos fortes, elogie-se e mantenha-os presentes na sua cabeça quando sai à rua, até incorporar uma atitude gentil e de apoio para consigo mesmo (a). Como dizia um bom amigo meu, as notas de 100 euros nunca andam perdidas muito tempo: alguém as agarra.  

3- Seja sensual: não necessariamente nas roupas ou atitudes (isso costuma ser óbvio demais, e não muito boa ideia) mas numa certa forma de estar. As pessoas atraentes parecem mais "vivas" do que as outras. Faça como os italianos e exercite os seus cinco sentidos. Coma, beba, desfrute da vida. Esteja atento (a) aos cheiros, sabores, cores  e pequenos luxos que o (a) rodeiam. Não há nada mais atraente do que uma pessoa apaixonada pela vida. O resto vem por acréscimo.

4- Não ponha as pessoas num pedestal e na fase da conquista, não as leve tão a sério: um relacionamento em potencia é isso mesmo. Perante uma recusa, só tem de manter em mente que há muito peixe no mar, e gente gira a ficar solteira, tal como você, todos os dias. O amor é como o biscoito: vai um, vem dezoito. A fila anda. Rei morto, rei posto (ou Rainha). Siga a marinha. Next!

5- Tenha presente na sua cabeça o retrato-robot (com alguma flexibilidade) da pessoa que  procura; defina o "tipo" que lhe agrada. Quando sabemos o que buscamos é mais fácil...e tendemos a atrair pessoas com essas características. Não sei dizer porque é que isto acontece, mas é um factoPense como Picasso: eu não procuro, encontro. Sem pressas.

6- Ao elaborar a sua "lista mental" não se esqueça de colocar como prioridade pessoas bondosas, meigas e gentis. Personalidade firme e uma vida cheia também são características importantes. Exija-as em si e nos outros. Sem estas características é muito difícil levar um relacionamento adiante.

7- Uma relação requer paciência, trabalho, ajustes mútuos e tolerância: estará preparado (a) para isso ou precisa de um tempinho a sós? Se é assim, volte ao ponto 1.

8-Escolha, não seja escolhida (o): as mulheres sobretudo cometem muito este erro. Não aceite menos do que aquilo que o (a) faz realmente feliz. Antes de um encontro, não fique toda(o) nervosa (o) a pensar "será que ele (a)vai gostar de mim?" . Afinal, vocês não se conhecem. Pense antes "será que eu vou gostar dele (a)?". Isso não só lhe permite ver as coisas por um prisma mais sensato, sem idealismos a que o (a) pobre coitado (a) pode não corresponder, como reduz a necessidade de agradar e o nervosismo que estragam tudo. Não há nada tão sedutor como ser genuína (o).

9- Estabeleça padrões elevados de respeito: solteiro (a) ou comprometido (a) não aceite menos do que ser bem tratado (a) em relações futuras...e esteja disposto (a) a dar na mesma medida.

10- Se anda deprimido (a) e com medo da solidão, invista o dobro na sua imagem - sem se transformar, obviamente, noutra pessoa, ou adoptar um estilo demasiado ousado que grite "estou disponível e em desespero!".  E mantenha o padrão depois de se apaixonar por alguém. Ninguém gosta de comprar gato por lebre...

11- Corte com o passado. Enterre os seus ex, paz à sua alma. Deixe para trás o bem e o mal que lhe fizeram. Nada disso (o) pode atingir agora. Diga para si como se diz a uma criança que caiu: já passou, já passou, já passouO passado é como o vinho velho: não convém remexer a garrafa. Tranque as recordações na arca das trapalhadas, ou se são mesmo más, atire-as para a lareira.

12 - Arranje espaço na sua vida para alguém novo - isso não acontecerá enquanto continuar ligada (o) a relações tóxicas que não vão a lado algum. Cortar definitivamente com situações emaranhadas, estagnadas, repetitivas ou simplesmente más requer coragem, mas compensa. O Universo tende a encher rapidamente os espaços vazios, bem limpos e arejados.

Friday, January 25, 2013

Eu embirro com...o Dia dos Namorados

                                
Provavelmente vou escandalizar algumas meninas, senhoras, marcas e românticos empedernidos ao dizer isto ("o que nós queríamos era um post para o obrigar a 
lembrar-se do Dia dos Namorados!", "com a crise que por aí vai escreve coisas que são más para o negócio?" ou " anda um homem a esforçar-se para vir a Sissi meter ideias malucas na cabeça das mulheres que lhe lêem o blog?"). Desculpem qualquer coisinha, que eu sou pelo amor, sempre o disse; algumas coisas que tenho escrito versam sobre o tema e já têm sido inseridas em formatos de época, por uma questão de coerência; enquanto jornalista perdi a conta aos "especiais Dia dos Namorados" que enchi de todas as tradições, mitologias e  amantes lendários de que me lembrei, fora as costumeiras entrevistas a casais -modelo, ou casais idosos com amores à prova de bala;  acredito que faz sentido haver uma altura do ano dedicada aos namorados. Acho lindamente que se festeje o amor. Mas detesto a pressão colocada no dia em si, embirro com o sentimento de "obrigação" gerado por essa ideia na mente das pessoas. Já lá vamos.
 Nos primeiros S. Valentins, achei a maior das graças àquilo tudo. Já tinha recebido muitas flores por razões profissionais, mas era giro receber rosas encarnadas oferecidas com aquela intenção. E cartões com ursinhos e cartas de amor verdadeiras lá dentro (nisso sempre fui sensata; nunca gostei de frases feitas). O entusiasmo durou algum tempo. Depois comecei a observar o que se passava à minha volta, e estando só ou acompanhada, comecei a ganhar certa birrazinha ao dia. Cheguei a optar por celebrar, mas em casa. Isto por coisas como:

  - Artigos em revistas femininas (ou pior, juvenis) que sugeriam manobras - de - mulheres - da -luta do estilo "quinze dias antes, comece a mandar mensagens com uma contagem decrescente...faltam X dias para o Dia dos Namorados" (juro que li mesmo esta e pensei e porque não amarram o infeliz a uma cadeira com uma arma apontada? Era menos cansativo, já agora). 

- A loucura sazonal de amigas e colegas, cada uma em verdadeiras sessões de exibição desesperada "o meu namorado é melhor que o teu" (mesmo que o relacionamento estivesse a dar o triste piu). O pânico "se ele se esquece, ai que vergonhaça!". A pressão sobre os respectivos, que por sua vez faziam malabarismos para equilibrar a atitude "eu sou muito homem, não ligo a essas picuinhices" perante os amigos com a necessidade de agradar para não serem trucidados ... e lá iam comprar as flores queixando-se "tem de ser, senão fico de castigo". 

- Ou seja, o Dia dos Namorados começou a ganhar o poder de transformar qualquer mulher  senhora de si no protótipo da Mulher Chata, Peganhenta, Carente e Chantagista, e qualquer homem num bruto ("eu não ligo a essas piroseiras") ou num cordeirinho ("que vida  a minha, comprar flores sem me apetecer...chata de mulher, se um dia eu abro a pestana") ou em mais um no meio da carneirada, caso fosse genuinamente romântico (ele todo contente com o bouquet, e os machões de serviço "lá vai outro desgraçado com as algemas nos pulsos").

  - As estratégias de contra-Dia-dos Namorados, vulgo "Dia dos Encalhados" ou "jantares de solteiras que não querem saber pois são muito independentes mas no fundo estão mortinhas por se apaixonar", tudo isso numa vibe " Raposa que não foi às uvas". 

- O clima de "tanto faz estar genuinamente apaixonado e envolvido como a fazer a parte, porque é tudo posto no mesmo saco".

 - Os mitos "Véspera do Dia dos Namorados é bom para arranjar par temporário porque anda tudo aflitinho para não estar sozinho num dia tão simbólico".

- A tonteria de não se poder jantar fora nessa data sem ser assaltado por coraçõezinhos, cupidinhos, velinhas e música ambiente com sussurros e saxofones, de não se poder sair como casal sem a etiqueta "olhós namorados, primos e casados" enfim, de uma celebração íntima se tornar formatada, por muito boa vontade que haja. Nesse dia toda a gente tem de estar bem disposta, apaixonada e feliz, mesmo que calhe a meio da semana de trabalho e não haja paciência para o modo flirt, sedutor ou romântico ou que andem arrenegados e voltem a estar no dia a seguir porque as causas do problema são sérias e continuam presentes. 

- E já não falo nas manifestações Facebookianas desesperadas que não se tratam de demonstrar amor ao parceiro, mas de colocar o carimbo "este é meu e ninguém tira" para todo o mundo ver...

Sou a maior defensora da tradição mas tudo o que "é suposto só porque sim" ou o 
"sentir-me romântica de propósito" tem o condão de me enervar. O Dia dos Namorados não é necessariamente piroso, mas por força do número, e de tantas mentes pirosas que adoram frases feitas, demonstrações hipócritas, expor o amor para "inglês ver" mesmo quando o amor não é dos grandes, acabou por se tornar algo pequeno burguês e kitsch  demais para meu gosto. 

Não me levem a mal, acho que o dia tem as suas vantagens:

- Um casal realmente apaixonado que se zangou e tem aí uma óptima desculpa para fazer as pazes.

- Um casal que está apaixonado mas ainda não se declarou: enviar um "Feliz Dia de S.Valentim" é um excelente pretexto para chamar "as coisas pelos nomes" informalmente e sem muita pressão.


Porém, acredito acima de tudo no lugar comum que reza " Dia dos Namorados é quando o casal quiser". Em última análise, creio que celebrar o dia em que se conheceram ou o aniversário de namoro/casamento é muito mais romântico, mas isso sou eu. É bonito honrar datas especiais, porém os gestos espontâneos têm outro impacto. Faço questão de ser bem tratada;  não sendo dada a romantismos estereotipados gosto muito de trocar presentes. Penso que uma mulher que valorize certos gestos, ou um homem que seja genuinamente romântico, devem cultivar esses mimos na relação a tempo inteiro, para que as "datas especiais" não se tornem uma farsa
 Infelizmente, para muitos casais é mesmo. E para quem como eu vê o natural, mas divino acto de se apaixonar (ou o desafio que é construir um relacionamento com pés e cabeça) como algo especial, íntimo e único, misturar coisas tão pessoais no caldeirão das pressões, obrigações, manipulações e foleiradas é no mínimo, desvirtuar o amor. Por mais que se assuma, sem problemas, que o Cupido é por excelência pindérico e faz as pessoas fazer coisas um bocado tontas. Como a pimenta, a foleirada que dá gosto à vida precisa de ser doseada. E tal como o amor, não se pode forçar ... ou perde a graça toda.







Saturday, February 18, 2012

Enamorados

A convite da minha editora e do Município de Lisboa, estive presente na Semana "Enamorados por Lisboa" com uma pequena sessão em que abordei as antigas crenças e tradições europeias sobre o amor para um público de todas as idades. O local (Parque Bensaúde) é lindíssimo e recomendo-vos uma visita ao seu quiosque, que faz lanches  exóticos com arte. Só foi pena o frio não me permitir mostrar o petite robe noire com decote de geisha que ressuscitei da minha colecção. Tive de ficar encasacada - valha-nos a luz de Lisboa, que salva tudo. No dia seguinte, porém, pude levar à rua a minha camisola ai Jesus. Apaixonei-me assim que a vi, pelos seus botões dourados e corte incrível. Estou oficialmente in love com o amarelo.

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