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Monday, February 1, 2016
Os skinny jeans estão de pedra e cal, mas...
Apesar de muitas publicações da especialidade quererem por força anunciar a morte dos skinny jeans, qualquer stylist sensato - ou qualquer consumidora com juízo- percebe que se tornaram num clássico (ou antes, que se assistiu ao regresso definitivo de um clássico) e não vão a lado nenhum. Afinal, por muito que saiba bem variar as silhuetas com jeans boyfriend, culottes, flared, boca de sino, mom ou boot cut, usar skinny jeans - ou slim, vá- é uma mera questão de lógica e ergonomia.
Que outro formato permite usar todos os tipos de calçado? Só o afunilado e de bainhas curtas! Com uns skinny jeans não é preciso andar aflita porque as bainhas arrastam pelo chão se nos apetecer calçar ténis ou bailarinas. E que demónios de calças iríamos vestir para calçar cuissardes, botas de montar ou galochas, tudo confortos a que nos habituámos? Alguém me explica? Ah pois. Além disso, o seu formato simples, clean, presta-se a tudo sem muito esforço: uns stilettos bonitos, um top elegante e está feita a toilette. E até são razoavelmente favorecedores para a maioria, desde que bem escolhidos - admito que para as mulheres mais cheiinhas possam ser um desafio, mas nada de impossível com um pouco de prática e bom styling.
Dito isto, todos os visuais precisam de um upgrade. Por muito bem que uma silhueta funcione, é necessário recorrer a pequenos toques para a manter fresca e actual. Pessoalmente adoro-os num look negro total ou num coordenado neutro (vide Kendall Jenner e Gigi Hadid); de botas extra longas e blazers; ou com uma camisa masculina e scarpins, mas este artigo sugere outras nove formas de conseguir um belo efeito, umas mais interessantes do que outras:
- Com botins statement (aqueles que comprou porque o design era fora do vulgar);
- A acompanhar sapatos oxford e um casaco oversized;
- Com skinny pretas, um casaco de peles e botins pontiagudos de salto baixo (my favourite!!!) como Joanna Hillmann. Já sei o que fazer com os meus botins iguais a estes.);
- Usá-los cortados grosseiramente nas bainhas para mostrar os sapatos preferidos;
-Acompanhar as versões de bainhas desfiadas com um blazer de colégio ou sports jacket;
- Com um top romântico e botins pontiagudos estilo bruxa (adoro!);
- Com botas pelo joelho e um varsity jacket, ou outro casaco exótico (vou definitivamente tentar isto com umas botas Pura Lopez de ponta escura).
- Coordenar os jeans com um top fora do vulgar, que contrabalance o aspecto clássico das calças.
Toca a vasculhar os armários, porque vale quase tudo para não desistir deste básico...
Sunday, July 26, 2015
4 dicas à prova de erro para escolher jeans de Verão
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| Jeggings H&M |
Há dias falávamos de conselhos para não abafar nem perder o bom ar nos dias de muito calor.
No entanto, embora haja opções mais frescas - como saias, vestidos ou calças de algodão - é complicado dispensar os jeans. Estes básicos eternos não só permitem inventar um outfit rapidíssimo, como estão na ordem do dia- com modelos como os flare jeans a dar cartas! E os skinny? Tornaram-se um uniforme tão simples para a maioria das mulheres que é uma crueldade pô-los de parte.
A má notícia? É que apesar de os lookbooks das marcas estarem cheios de opções muito bonitas à vista, quando vamos às lojas a história é outra. Ainda não compreendi o porquê do fenómeno... mas de há algumas colecções a esta parte, as gangas finas, "de Verão" que surgiam todos os anos certinhas como os gelados da Olá, deixaram de estar garantidas. A maioria das marcas limita-se a alterar os modelos e as cores, fazendo-os em materiais espessos (óptimos para o Inverno) e até ásperos (o que é de evitar como a peste em qualquer altura do ano).
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| Mom jeans, H&M |
Antes de correr em busca de umas "calças de ganga fresquinhas", vamos ver umas dicas para não comprar gato por lebre (o que pode acontecer ao fim de uma busca extensa, com os pés a doer e em modo "levo qualquer coisa para não voltar de mãos vazias"). Procurar e experimentar jeans é um dos processos mais desgastantes na arte de ir às compras e nos dias de calor, mais penoso se torna.
1- Defina o (s) modelo (s) que procura antes de sair de casa
O que é que lhe está a fazer mesmo falta? Os jeans tendência ( como os flare jeans de cintura subida ou uns mom jeans)? Calças casuais e confortáveis ( boyfriend, girlfriend jeans ou relaxed skinnies?) Ou um modelo slim ou skinny em versão leve, com cintura regular ou alta, para substituir os seus inseparáveis skinny escuros? Qual é a cor e lavagem que deseja? Dê uma olhadela aos lookbooks das lojas onde pensa ir. Se não tiverem, salte essas marcas: poupará passos e compras por impulso.
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| Flare jeans de cintura subida, J Brand |
2- Seja EXTRA exigente
Se foi comprando em colecções passadas (e o seu tamanho se mantém) terá no seu armário a maior parte dos modelos vigentes, mais coisa menos coisa. Por isso, se o que lhe falta são versões leves do mesmo, ponha isso como prioridade. Não se contente com menos, por mais apelativo que o design seja. Lembre-se, você não ficará parada dentro de uma montra com ar condicionado, como o manequim: vai precisar de se mover sob um calor das Arábias. Tenha isto em mente o tempo todo!
3 - Toque antes de experimentar...e depois experimente!
Nada mais cansativo do que vestir e despir quinze calças diferentes (embora às vezes seja preciso). Logo, se puder limitar, melhor.
Peça ajuda ao pessoal da loja para ter a certeza de cobrir todas as opções, já que algumas distribuem os jeans por vários locais e expositores diferentes (truques de marketing para nos obrigar a olhar para as outras peças à venda!). Seja específica: modelo e cintura alta, média ou baixa. Depois, dentro desses escolha as gangas mais finas e/ou stretch nas cores que deseja. O denim mais fino servirá só para a estação quente; ganga stretch um pouco mais espessa usa-se quase o ano todo. Já se sabe que os tons escuros são mais adelgaçantes, intemporais e versáteis e ficam bem mesmo no Verão, por isso pode ir por aí se quiser comprar um par apenas.
O mais importante, porém, é evitar costuras rígidas (certifique-se de que as linhas têm um toque aveludado) e a ganga "dura" ou pior, que parece "picar" ou "largar pêlo". Materiais ásperos, além de insuportáveis, são péssimos para a pele e podem mesmo romper vasos capilares se tiver problemas de circulação. Uma nota: poderá escolher um tecido mais elástico - desde que, ao experimentar, seja firme o suficiente para moldar as curvas sem as arredondar demasiado, e sem brilho. No entanto, a ganga muito extensível costuma durar menos, por isso não se recomenda um investimento grande.
4 - Tamanhos
Se no Inverno é ideal comprar jeans skinny (ou outro modelo cingido ao corpo) exactamente no seu número para garantir que não vão alargar na cintura e nos joelhos, no Verão as calças tendem a ficar mais apertadas ao longo do dia (o que é insuportável) e a não "subir" como devem. Considere a hipótese de as trazer num tamanho acima do costume, desde que lhe assentem bem (isto é mais fácil nas marcas que trabalham com numeração em polegadas).
Boas compras!
Wednesday, January 28, 2015
Jeans de cintura subida - como escolher?
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| Saint Laurent |
Há anos que sou uma fã empedernida de calças de cintura alta e fui fazendo uma colecção apreciável.
Embora os modelos descidos tenham o seu encanto - pelo menos para quem tem uma cinturinha definida - penso que nunca deveriam ser a norma.
Calças de cintura subida q.b (para os dias normais) e mais alta, que fique dois ou três centímetros acima do umbigo (como statement jeans) são uma opção clássica, mais confortável (já lá vamos) e mais prática.
Se escolhidas como se deve são uma opção muito versátil, porque podem ser usadas com uma variedade de opções - crop tops, camisolas curtas, bodies, camisas por dentro...além de fazerem uma figura longa e esbelta.
Porém, vejo muitas mulheres que ainda têm certo receio de as usar e no outro dia, ao fazer pesquisa nas lojas para uma cliente, percebi porquê: há muitos modelos de má qualidade por aí, que parecem lindos só no manequim.
Aqui fica a explicação e algumas dicas para encontrar o par perfeito para todas.
Primeiro, uma ressalva óbvia: calças de cintura subida são confortáveis porque acomodam tudo muito melhor e não saem do lugar. Porém, os modelos skinny ou muito justos exigem uma figura algo esguia (mesmo que tenha curvas) e sobretudo, com pouca ou nenhuma barriga para darem o efeito certo. Quem é mais cheiinha pode optar pelos modelos afunilados na perna e subidos na cintura, mas não completamente justos. São um pouco mais difíceis de encontrar, por isso poderá optar por umas skinny num tamanho acima do seu e mandar apertá-las na costureira, ou procurar um modelo vintage boot cut de cintura alta e mandar igualmente afunilá-lo onde for preciso.
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| Saint Laurent |
Segundo, veja bem os detalhes: skinny jeans high rise (ou quaisquer jeans de cintura subida) de boa qualidade distinguem-se pela linha perfeita que dão à zona das ancas e coxas. Ou seja, dependendo da sua silhueta natural formarão uma cintura fina que desce numa linha quase recta e elegante (se for uma rapariga de ancas estreitas) ou, caso tenha formas mais femininas, vão acentuar a cintura e arredondar ligeiramente sobre os ossos da anca, descendo a direito a partir daí. Vejamos dois exemplos disso, com calças Saint Laurent:
Nos glúteos, não devem "achatar" mas também não são feitas para dar volume ao derrièrre. A ideia é obter uma forma curvilínea (em "S") mas esguia, por isso se lhe parecer que essa zona ganha demasiado "protagonismo", que as coxas ficam salientes ou que há "altos" de qualquer tipo, esse não é o modelo certo. Ficará vulgar ou no mínimo, vai achar que a engordam onde não devem.
Igualmente, atenção à "banha da cobra"- muitas marcas (principalmente entre as acessíveis mas não só) chamam "high rise" a um cós que vai terminar sobre os ossos da bacia.
Fuja desses modelos, porque só vão provocar dores e fazer com que ande sempre desfraldada, além de provavelmente "engordarem" a figura. A cintura subida deve acertar dois centímetros abaixo, sobre ou cerca de três centímetros acima do umbigo, para não incomodar e dar o efeito certo. Nem tudo o que parece é!
Escusado será dizer, as lavagens simples sem aplicações assentam sempre melhor, principalmente se forem escuras.
Terceiro, atenção à marca e ao tecido: se quiser investir num modelo que vai fazê-a elegante durante anos, os jeans de griffe ou de marcas especializadas em denim são a opção mais segura. Para dar o efeito descrito acima não só convém que o corte seja impecável: o tecido tem de ser super macio e maleável, mas consistente, sem brilho e com apenas a elasticidade necessária.
Trussardi, Saint Laurent, Armani, Versace, Burberry, Mustang e Levi´s são algumas pistas a ter em atenção, tanto nos modelos actuais como em achados vintage.
Mas para todos os dias, nada a impede de encontrar um par perfeitamente funcional nas marcas de fast fashion.
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| Primark |
Saturday, April 5, 2014
Jeans Fora da Lei.
A cada estação, acontece o mesmo: limpeza e reorganização da minha sempre super populosa estante dos jeans. Desta feita, porém, há pouco que retirar...e muito que priorizar, porque o denim virá em todas as lavagens, cores, formatos, modelos e feitios que podemos alternar com os adorados skinny. Os coitadinhos também merecem descanso!
Não só falo de denim em tudo (camisas oxford, vestidos, saias lápis ou rodadas, calções, coletes, jumpsuits, jardineiras, vestidos, casacos, sandálias (nunca fui grande fã de calçado de ganga, mas mesmo assim não escapei a um par ou dois) casacos e sabe-se lá as outras hipóteses que a gente desconhece.
A vasta escolha inclui boyfriend jeans ou os mais "maneirinhos"girlfriend jeans, distressed denim ( leia-se, "calças rasgadas"), as lavagens ácidas que viram mesmo para ficar, culottes, calças flare (ok, essas nunca foram realmente embora) bocas de sino extravagantes que há anos não davam um ar da sua graça, e pior (ou melhor, conforme a perspectiva) a ganga bordada ou desenhada: os chamados Vogue jeans com aplicações ou patchwork.
E até a rapariga mais clássica (eu!) que há muito já sabe os jeans a usar e as extravagâncias que mais vale evitar, a menina que prefere limitar-se aos skinny e seus parentes para o dia a dia, flare para variar porque o look Jane Birkin nunca amargou, classic jeans e sempre que possível cinturas subidas, tudo muito escuro ou claro e sem maluquices - com a concessão de vá lá, de vez em quando, uma lavagem ácida, porque é tão vintage e uma mulher não é de ferro...até essa rapariga de gosto ultra organizado fica na dúvida.
Ceder à ânsia da estratégia rigorosa, à obsessão costumeira de um visual depurado e
livrar-se de todos os jeans floridos ou convertidos em peças "diferentes"... ou divertir-se um pouco?
livrar-se de todos os jeans floridos ou convertidos em peças "diferentes"... ou divertir-se um pouco?
Sou-vos sincera - com os meus gostos, não iria comprar gangas enfeitadas ou extravagantes de propósito: mas havendo exemplares em casa, fruto de experiências científicas e aventuras sartoriais agora encaixotadas, poderá querer-se, sem medos, dar-lhes uma nova volta - acompanhados de scarpins e um belo casaco, porque não?
Aconselha-se encontrar um ponto de equilíbrio entre o nosso estilo habitual, as linhas /cores e opções que nos ficam melhor; apostar na qualidade e naquelas peças para as quais temos a desculpa "não resisti"- sendo que essas se devem limitar a quatro ou cinco, no máximo.
Entendamos aqui um "bem prega Frei Tomás" porque nestas coisas a tentação é sempre grande. Uma coisa é certa: no que toca ao Denim, esta Primavera segue a máxima do bruxo Aleister Crowley - nada é real, tudo é permitido.
Thursday, October 11, 2012
Segunda pele: calças de couro
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| Créditos das imagens: Net a Porter |

Foi sorte adquirir, ao longo de várias temporadas, um número respeitável de peças neste material (não contando sobretudos e casacos)...e ter uma mãe que também as aprecia muito, logo, foi coleccionando. Algumas coisas do nosso acervo pareciam-me um pouco estranhas - como as saias largas, de formato tulipa - mas ainda bem que segui "the rule of the house": coisas de qualidade guardam-se, porque certos modelos em cabedal ou faux leather desta estação são francamente inesperados. Recordam-se da regra do smart shopping "compre quando há e pode"? Pois, foi o que aconteceu aqui. Para já ainda só usei preto, mas estou muito ansiosa por experimentar as calças em castanho: skinny ou soltas, como as de Ferragamo. Também em castanho ou verde, as saias, em versão pencil ou rodadas, como a de Olivia Palermo, permitem toilettes que não lembram a ninguém...mas muito giras. Por acaso apostei nas duas cores e não me enganei. (Logo vos mostro). E o que dizer dos vestidos e vários formatos de calças, corsários e calções? É claro que, para quem faz uma primeira aquisição em muito tempo, o casaco (com ou sem guarnição de pelo) a saia lápis ou as skinny pretas são a opção mais segura e intemporal...mas viva a variedade! E este é definitivamente um bom ano para escolher peças que vão durar bastante tempo...Tuesday, March 20, 2012
Risky business?
Tenho uma colecção interessante de saias. São peças duráveis, representam um investimento moderado e permitem ousar um pouco - ou actualizar completamente o visual - sem grande dificuldade nem compromisso. Sempre achei que se queremos vestir uma tendência passageira ( e não nos apetece limitar o seu uso a tops ou pequenos acessórios) é preferível optar por uma saia, que é relativamente discreta e pode reinventar-se com diferentes coordenados.
Quanto às fishtale ou mullet skirts, que têm feito as alegrias de muita fashionista (e wannabe) por aí, considero-as a excepção à minha regra: a funcionalidade e execução são muito importantes para mim. Um feitio não deve ser apenas um feitio; mas parece-me que é disso que se trata.
Ainda não compreendi o conceito por trás do modelo, nem a sua utilidade. Não vejo ali especial arte de confecção ou design. Usar a bainha mais longa atrás é um truque muito velho para alongar a figura, empregado pelas boas costureiras de antigamente. Estrelas de cinema como Glória Swanson recorriam a este artifício. Mas uma discrepância tão grande não servirá esse propósito. Logo, ou o modelo pega e se torna habitual ( o que eu acho improvável) ou é uma saia que vai ficar datada num instante, sendo impossível vesti-la daqui a pouco tempo. De repente, lembram-me aquelas calças boca de sino com abertura lateral que apareceram e desapareceram num ápice (felizmente) em meados dos anos 90.
Algumas versões understated, no entanto, não diferem muito de outras saias assimétricas que surgiram em colecções passadas, e parecem-me mais aceitáveis. A ver vamos.
Outra "novidade" arriscada (e efémera, atrevo-me a profetizar) são os skinny jeans em tons pastel, especialmente em verde menta.
Têm a sua piada numa revista, mas creio que vão ficar desvirtuados quando invadirem as ruas, como todas as peças que exigem uma figura esbelta e que todo o mundo faz questão de usar, mesmo que desfavoreça horrores. Ontem passei por uma volumosa senhora que trazia uns. Palavra que me pareceu um jarrão ambulante. Espero que não tenhamos aí outro síndroma da legging, mas já não digo nada.
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