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Saturday, October 4, 2014

3 personagens infantis que metiam *um bocadinho de* medo.


Devo dizer que eu nunca fui uma criança medrosa - até tinha um fraquinho por all things goth, filmes de terror e por aí. Cresci a ver desenhos animados e teatros de marionetas sinistros que passavam na televisão sem grande critério (não me fez mal, mas admito que era estranho) li a maior parte dos contos de Fadas nas suas versões mais cruas (Histórias da Formiguinha, anyone? De esfolar gente a arrancar olhos, havia de tudo) e andava sempre metida em aventuras no meio do mato com os meus primos, logo não era menina de me assustar com duas lérias. Eram as coisas algures no meio, com ar simpático mas cara de quem está a esconder alguma, que me deixavam desconfiada. E estas três personagens nunca me pareceram lá muito idóneas, não.


ALF

Era demasiado pequena para perceber a graça da sitcom, mesmo nas várias reposições que houve, mas para já era um extra terrestre e eu nunca fui à paciência com ETs e UFOS e toda essa tropa fandanga. Por mim podem ficar lá nos seus planetas que não tenho vontade nenhuma de os conhecer, ainda hoje. Até o ET, que era um fofo, demorou um bocado a conquistar a minha simpatia. Mas o ALF, bem...para começar, tinha cara de croissant. Era um bocadinho feio. Depois, dava uma gargalhada super arrepiante no final do genérico.
E por fim, além de não fazer senão asneiras e de ter maus modos, o Alf considerava os gatos uma iguaria. Não é só por eu gostar de gatos, mas comer gatos é do mais sinistro que há. Estilo serial killer em desenvolvimento. Sempre me pareceu que aquela família ia lamentar acolher tal criatura mais tarde ou mais cedo. Uma coisa do outro mundo, pois. Ná.

O CONDE DE CONTAR


Esta é realmente esquisita porque eu adorava as marionetas do Jim Henson (e trabalhos bem assustadores dele, como o Storyteller) e sempre gostei de vampiros. Por isso ainda estou para perceber a minha implicância com o Conde de Contar. Talvez tivesse a ver com o raciocínio "um vampiro que não bebe sangue só pode estar a preparar algo muito pior" ou com a sua mania obsessiva-compulsiva de contar tudo, ou com o sotaque esquisito. A verdade é que os pergaminhos do boneco não me interessavam para nada e cheguei a ter pesadelos com ele, em que raptava criancinhas para as cozinhar enquanto cantava alegremente carregando muito nos "rrr". Medo.


O FERRÃO

Outra que não faz muito sentido, mas que querem? Cada um com os seus medos, nada a fazer. Bom, o Ferrão até tinha graça, principalmente quando se punha com invenções e os vizinhos diziam "vai para aqui uma porcaria!",que nessa altura ainda não existia o flagelo do politicamente correcto. Mas havia um detalhe que nunca percebi: o animalejo não tinha pernas porquê? Era paralítico? Ou não lhe tinham dado pernas porque ele raramente saia do barril, logo não havia necessidade de fazer o boneco inteiro? O certo é que numa das temporadas da Rua Sésamo se lembraram de o pôr a andar com o Poupas e em vez das pernas gorduchas e peludas que fariam sentido num monstro do Jim Henson, lhe deram...umas pernas compridíssimas e fininhas de cegonha, às riscas verdes, que seriam anatomicamente impossíveis. Tal imagem não voltou a aparecer na série e nunca foi explicada, mas gerou muitos debates entre os meus amigos! Não sei qual era a desculpa, se aquilo seriam botas ou meias ou se o bicharoco era realmente um caso para criptozoologia, mas não gostei. Brr. 

Desafio-vos a terem embirrações mais estapafúrdias que as minhas...

Dois horrores que as mulheres insistem em usar na rua.


Hoje fui dar um passeio, correr os mercadinhos da cidade, e estava um dia lindo - um dia lindo com um calor das Arábias. Ainda por cima, por razões que eu desconheço, havia vários eventos a acontecer (contei duas manifestações, uma delas com todos os participantes de cor de rosa, bombos e palhaços em andas; go figure) logo via-se muita gente.

E claro, como o sol brilhava foi ver o mulherio a despir-se em vez de se vestir, sendo que cada vez é mais comum a equação quanto mais rechonchuda uma mulher é, menos roupa veste. E quanto menor a quantidade de roupa, menor a probabilidade de esconder as partes mais desengraçadas do corpo e favorecer as correctas, certo? Parece óbvio, mas muitas raparigas (e senhoras com idade para ter juízo!)não percebem esta ideia básica,  têm muita vontade de dar nas vistas nem que seja pelos piores motivos, ou simplesmente não fazem ideia do que lhes fica bem. Ou seja, vi muita mini saia estilo cinto largo a descobrir pernas de açougueira, muitos calções inexistentes a mostrar celulite, o costume. Classy.

 Mas deixemos as pernas à mostra para  nos concentrarmos em dois disparates que vi tanto hoje a ponto de lhes perder a conta.

Primeiro, a porcaria das leggings, mas leggings em versão artilhada - pasmem, com tops curtos ou crop tops a mostrar tudo quanto é desgraça. 

Eu já disse mil vezes, milhares de pessoas e publicações muito credíveis já bateram milhões de vezes nesta tecla, mas não há modo: leggings (e por amor da Santa, não é "leggins" que se diz) NÃO SÃO CALÇAS. São umas meias um bocadinho mais espessas que se podem usar debaixo de camisolas/camisas/túnicas COMPRIDAS quando há falta de imaginação para inventar outra toilette. No limite, podem vestir-se à vontade para andar em casa ou para fazer exercício (em privado) tal como as calças de Yoga. 

 Para o resto existem as jeggings (que têm bolsos, logo podem vestir-se com tops um pouco mais curtos, e ainda assim com cuidado) e as calças de malha mais espessas, ou calças de montar vulgo riding breeches, que são reforçadas e podem ser usadas com uma camisa por dentro SE, e é SE, a pessoa em causa tiver tudo no lugar e nada a ver com a Kim Kardashian. Não custa nada...



Segundo, os tops de renda barata - e preta - em plena luz do dia. E com calor. Com os buraquinhos arranhar a pele e a fazer comichão. A renda preta - e as transparências que às vezes vêm com ela -  é uma fantasia para usar à noite, em vestidos ou blusas; depois,  convém que seja macia, de fio natural e sem muito elastano. Para o dia há o bordado inglês, por exemplo, ou o crochet, que não fazem transpirar, de preferência em cores claras; ou quando muito, renda branca (num pequeno apontamento, como a gola da camisa). 

Top de renda preta e cava americana + leggings manhosas a expor os glúteos = a mau ar, desconforto e aspecto sujo de transpiração e maquilhagem a escorrer. 

Fala para o vento, Sissi, que alguém há-de escutar....




Friday, October 3, 2014

Be free, be free, mas?


Imagem:Tommy (Ken Russell/The Who)

Be free with your tempo, be free, be free

Surrender your ego - be free, be free to yourself

(Queen- Innuendo)


Estava cá a pensar em como alinhavar este post, e veio-me à ideia a canção fabulosa dos Queen e por conseguinte, este anúncio onde a canção entrava e que eu, que não sou muito dessas coisas, achava do mais romântico:



Adiante. A liberdade, a liderança e a independência são coisas que têm muito que se lhes diga. Bem dizia o outro senhor, se soubesses o que custa mandar, gostarias de obedecer.  A História está repleta de grandes líderes que não queriam mandar, mas que foram obrigados a isso pelas circunstâncias: ter capacidade de liderança não significa gostar desse papel. Grande nau, grande tormenta; poucas coisas são tão solitárias como o poder, ainda que seja somente o poder sobre o próprio destino. Quem está entregue a si próprio, ao leme, tem todo o potencial criativo...e iguais probabilidades de falhar. No caos que antecede a ordem, tudo pode acontecer. 

É uma sensação fascinante mas assustadora, e só um temerário não se receia disso.

Parece muito mais confortável entregar as rédeas a outra pessoa. Muito mais imediato que  digam faz assim, faz assado, não faças isto nem aquilo, e a única preocupação ser cumprir, apoiar as metas comuns ou de outrem. A obediência, a disciplina, tudo isso é necessário; mas a maior obrigação e o fardo mais pesado de cada um é consigo mesmo. Um militar- que aprende a obedecer sem fazer perguntas - terá mais cedo ou mais tarde soldados sob o seu comando. Eis a verdadeira prova de cada um: gozar a liberdade, fazer do seu caminho o que bem entender, sem se deixar embriagar por ela.

Truque indispensável do dia (ou momento TV shop, ligue já antes que esgote!)



Não há nada mais aborrecido do que estar contente da vida, ocupada (o) com os seus projectos, e do nada deparar-se com um facto desagradável, uma visão que não fazia falta nenhuma ou uma recordação incómoda. Por exemplo, ir a caminho de uma reunião importante e tropeçar no (a) ex- que -veio- do- Inferno, receber um telefonema de uma amiga a quem a vida está a correr tão mal que se começa a pensar quem será o próximo a juntar-se ao clube dos infelizes, ler uma notícia desagradável no jornal ou encontrar um antigo colega chato capaz de baixar as vibrações a Buda. A verdade é que a disposição é uma coisa frágil e permeável, e até na alma mais serena e segura de si pode mudar de um momento para o outro.

 Parece que o fio de pensamento que até há instantes corria claro e transparente foi poluído com um camião de lixo tóxico..e uma pessoa fica com o dia estragado. Até a forma de caminhar se torna menos ligeira: afinal, sofrimento adora companhia. 

Se alimentarmos tais ideias, raciocinarmos sobre elas e lhes concedermos dez minutos que seja de tempo de antena, somos irremediavelmente contagiados. Então, como é que nos livramos de tal praga?

Pensando imediatamente noutra coisa, ou como se convencionou dizer,  "transportando-se a um lugar feliz". Já vos contei que pensar em futilidades que não exijam muitos malabarismos de cabeça (roupa, sapatos) ou numa coisa insuportavelmente fofinha (gatinhos bebés, por exemplo!) costuma funcionar. Mas antes disso há que sacudir a memória desagradável, exorcizá-la, desinfestá-la: é preciso ter sempre à mão um triturador de papel em versão mental, para eliminar pensamentos deprimentes logo que eles ocorram. 

Eu gosto de trazer sempre o meu comigo: põe-se a ideia desagradável na maquineta, imagina-se a engenhoca a desfazer aquilo tudo e já está.


 Já ligaram o vosso hoje?

Thursday, October 2, 2014

S. Francisco de Sales dixit: da Força.


''Nada é tão forte como a gentileza 
e nada é tão suave como a verdadeira força"

Uma das maiores tolices que se pode fazer é acreditar em bravatas - ou cair em bravatas. 

A fanfarronice, o puxar de galões, esbracejar, debater, justificar-se, barafustar, cair no insulto, fazer ameaças, pôr-se nos bicos dos pés... nada disso é,grande parte das vezes, mais que perda de tempo e demonstração de fraqueza ou desespero. Quem tem muito poder, não ameaça; cala-se bem caladinho e age na hora certa, ou é magnânimo que chegue para deitar o assunto ao desprezo.

Quem é muito seguro de si mesmo, não faz barulho; age tranquilamente porque está tão certo da sua razão, da sua supremacia, que não se dá ao trabalho de fazer trovejar se não pretende enviar chuva.

Bem se diz de certas pessoas "trovejou, trovejou, e não caiu uma gota de água!" . Só os fracos fazem muita bulha, vão queixar-se a toda a gente do agravo que lhes foi feito, procurar ombros, fazer queixinhas, perder a face, dar azo a falatórios e fazem-no tanto  que às vezes já nem são levados a sério. Não é por acaso que nos momentos de crise, se recomenda a certas personalidades não fazer declarações à imprensa. Factos, força e poder falam por si mesmos.

 Quem se sente com razão, não refila nem desce a discussões: se for necessário dá a outra face, sorri de leve e deixa as acções com quem as pratica. A verdadeira força é serena, não precisa de provar nada a ninguém.
 Quando um homem forte segura uma criança ou um gatinho pequeno com gentileza está a mostrar mais força e mais auto domínio do que quando levanta pesos, porque força, mais que tê-la, é saber usá-la. Força é ter argumentos para deitar alguém por terra e abster-se disso, porque o adversário não vale a bala. Força é voltar as costas ao touro que já se dominou sem dar o golpe de misericórdia. Força é ter o poder de se vingar e prescindir disso- não ceder ao prazer mesquinho do bate boca, do insulto, do esclarecimento, do "quem tem razão sou eu!", da competição vã.

 Força, força mesmo, é ser imperturbável, ter uma grande capacidade de vista grossa e ouvidos moucos, nervos de aço: não se descabelar por nada nem se impressionar com coisíssima nenhuma, e saber rir de si e dos outros quando é preciso. O resto não é força; é nervos.

Ciumento de uma figa.


O meu gato Farinelli anda a passar uma crise: não gosta nem um bocadinho de dividir as atenções com outro bichano de longa pelagem, e se me vê com o Maggie ao colo é notá-lo a aproximar-se sorrateiro, com ar inquisidor, como quem diz (sem cerimónia, que ele foi criado ao Deus dará e apanhou maus hábitos antes de vir cá para casa, logo é de "tu" para baixo) "tanta coisa que eu era o teu gato e não sei quê e agora dás mimos a este? Sua falsa, cínica, impostora, tudo te serve!".

 E não há carinhos que o convençam de que, embora o Maggie - é um gato com nome de gata porque o pêlo era de tal maneira grande que o veterinário se enganou nos primeiros meses- seja uma das coisas mais fofas à face da Terra e precise de atenção para se ajustar a uma nova família, um amor não tira o lugar do outro. Já tentei explicar-lhe que o pedigree do outro não faz diferença (quanto a beleza estão empatados e amo igualmente os felinos de raça indefinida que tenho) mas qual quê...

 O último número que faz é vir com miados (ele que raramente abre a boca) turrinhas e ronrons, a pedir colo e carinhos e, ao fim de uma sessão de abracinho do gato, beijinho do gato, quem é o Fofinho? Onde ´tá o Fofinho? e melosices do género, ferrar-me uma boa dentada. Morde-me com evidente prazer e retira-se com a maior dignidade que pode, com ar de muito obrigada por cima.




Assim como quem diz "estúpida, partiste o meu coração e como não sou capaz de deixar de gostar de ti  tenho de te castigar, sua leviana que dá confiança a qualquer um!".

E eu, fazer o quê? Aguento a afronta e desculpo, pois.

 São coisas de macho Alfa e de macho alfa estragado com mimos, mas como é um gato dá-se o desconto, coitadinho. Sempre achei que o mais inteligente dos gatos terá, mais ou menos, o intelecto de uma criança muito esperta de 4/5 anos. São bichos muito sensíveis, muito inteligentes, mas eternos bebés. 

 O que é curioso notar é que o Farinelli é um gato, um bicharoco *considerado* não racional; além disso, mal ou bem tem realmente competição e razões, se não para questionar o amor eterno que se lhe dedica, para ficar aborrecido com a concorrência. Ele não quer dividir atenções mas coitado, tem de viver com isso.

 Porém há Alfas humanos, igualmente estragados com mimos, sem concorrência e sem razão para desconfiar que se comportam exactamente na mesma. Não mordem, se calhar (também era o que faltava!) mas fazem bem pior. É para onde é que ela estava a olhar, porque olhou para aquele, porque deu troco ao outro, porque ia vestida assim ou disse assado, e insultos, e desconfianças - quando na maioria das vezes, o sentimento que uma mulher lhes vota é daqueles tão profundos, tão avassaladores que consomem tudo o resto e não deixam espaço sequer a um pensamento rápido dedicado a outra pessoa. Só um amor desses explica que elas aturem cenas assim, de outro mundo e de outro tempo.

 O gato ao menos é gato, e tem razões de queixa, e sempre se pode amassar e encher de abracinhos ou fechar de castigo, se não se fizer nada dele. Soubesse eu e tinha chamado Othello ao gato, em vez de Farinelli. 

Wednesday, October 1, 2014

"Ele nunca me viu sem maquilhagem"...say what?


No outro dia fiquei surpreendida ao ler uma entrevista com a famosa maquilhadora Charlotte Tilbury, em que ela - com uma experiência de 20 anos ao lado dos maiores rostos da moda e senhora de uma pele impecável - confessa que dorme SEMPRE maquilhada. Considerando que é ruiva natural, deve ter uns genes à prova de bala para aguentar uma rotina tão nociva!

 Diz a makeup artist que uma vez que tem pestanas louras (hello, sister!) se habituou desde muito nova às benesses da máscara e sente que fica "estranha" sem ela. Segundo nos conta, o próprio marido nunca a viu sem o visual à Brigitte Bardot do costume. 

Fez-me lembrar algumas senhoras da minha família, que se levantavam antes do marido para não serem vistas "com olhos de sono!".

 Isto são os males de se ter um signature look: uma pessoa acostuma-se e já não consegue ver-se de outra maneira.
Embora eu não goste de mudar demasiado nem seja menina de aderir a tudo quanto é novidade, acho que é saudável ir usando vários visuais dentro do que nos fica bem - um dia um smokey eye, noutro um bold lip, noutro um cat eye, às vezes um aspecto de falsa "cara lavada" e outras uma maquilhagem completa, impecável, e assim por diante.

 Mas mais importante é tratar a pele o suficiente para gostarmos de nos ver ao natural, ao menos pela manhã e dentro de casa (onde não há calor nem poluição que agridam e causem vermelhidões). 

Não me entendam mal: sou toda pelo mistério e há certas rotinas de beleza (como máscaras de rosto verdes e rolos na cabeça) que não convém que um homem veja. Mas não sejamos exageradas...

Ao acordar, uma mulher - principalmente se for loura ou ruiva e de pele clara - poderá ter pestanas transparentes, mesmo que sejam longas, e um olhar menos felino. Mas possui o encanto das faces e lábios rosados pelo sono e uma cútis luminosa. É uma beleza diferente e convém que saibamos apreciá-la. Já ouvi vários cavalheiros elogiar a "beleza ensonada" das suas mulheres, pois por vezes um pouco de desalinho (não confundir com desleixo) tem encantos para eles que nos passam despercebidos a nós.

 A própria Bigitte Bardot tinha no seu visual algo de "saltei da cama agora mesmo". Mas sem deixar a pele respirar durante a noite, acho difícil manter isso por muitos anos.

Quem nunca "desabou" na cama ou no sofá depois de um dia cansativo que atire a primeira pedra, mas a sensação de dormir com "tralha na cara" é tão desagradável que acho impossível não acordar a meio da noite para ir a correr lavar o rosto ou no mínimo, ir buscar uns toalhetes desmaquilhantes. Pecados de beleza todas cometemos, mas acho esse demasiado desconfortável. 

E sinceramente, deve ser estranho a cara metade não conhecer realmente a cara da cara metade...imaginem que uma pessoa é raptada ou assim, fica sem acesso a maquilhagem e quando é salva o pobre rapaz vai buscar a mulher à esquadra e "ai que eu não sei quem é esta senhora"? I think not.






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