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Monday, December 1, 2014

Conselho de 1901 que ainda vale em 2014



 "(...)any makeup which is not discreetly and artistically managed is vulgar in the extreme."

Ella Adelia Fischer, The Woman Beautiful (1901)


As modas vão e vêm, a elegância fica; e há máximas que não se alteram com o passar do tempo. Sendo certo que na Belle Époque estavam em voga as morenas claras com figura de ampulheta, como Lina Cavalieri, e pouca ou nenhuma maquilhagem (o uso de "pinturas" só viria a ser assumido pouco a pouco, embora a maior parte das senhoras as aplicasse discretamente) a verdade é que um rosto demasiado "mascarado" - quando fora da passerelle e dos editoriais de moda - não é favorecedor, nem atraente. É impossível ter bom ar com um make demasiado forte.

 A maquilhagem, por muito sofisticada que seja, deve servir para realçar os traços...não para pesar ou dar nas vistas por más razões.

 Actualmente, temos à disposição duas "correntes de maquilhagem" por onde escolher: o natural "no makeup look" e um visual cuidado ao extremo, com vários truques de contouring, reservados até há uns anos atrás aos profissionais e connoisseurs e amplamente divulgados agora junto do público graças a celebridades instantâneas como Kim Kardashian e aos tutoriais de maquilhagem disponíveis nas redes sociais ou no Youtube.

Em ambos os casos, convém encontrar o meio termo: recursos como o smokey eye e o bold lip podem resultar lindíssimos e ser, em si mesmos, um acessório de moda; o contouring habilmente aplicado pode dar "cara de boneca" sem que se note que lá está.
 Convém que o que está a vista pareça real, vivo, que uma mulher possa agir à vontade e receber uma festa ou beijo no rosto sem parecer que vai sujar a pessoa que a cumprimenta!

 O que é preciso é sensatez, conhecimento (para saber o que nos cai bem e evitar gaffes e visuais datados, como as sombras brilhantes e o excesso de gloss) um pouco de prática e olhadelas frequentes e discretas ao espelho (para evitar borrões que acontecem a todas).

 Tendo em mente que a boa maquilhagem serve apenas para enaltecer o que a Natureza deu a cada uma e que, para ser uma mais valia e não um incómodo, não deve fazer-nos perder demasiado tempo pela manhã, estar-se-á no caminho certo. Uma boa rotina não tem de ser longa nem angustiosa. Quanto à diversão de experimentar truques novos e elaborados...uma forma excelente de garantir que não se exagera é reservá-la para a noite e ocasiões especiais.

 Mantenhamos as coisas simples, pois disse Arlene Dahl e muito bem "demasiado rouge é sinal de desespero".





Sunday, November 30, 2014

A nobre arte de ser um copo vazio



Ouvem-se muito por aí todo o tipo de frases sobre o pessimista que vê o copo meio vazio e o optimista pollyanesco que acha sempre que o copo está meio cheio, e as vantagens e handicaps de cada abordagem.

 Não é bom ver tudo pelo lado negativo (se não soubermos ver as coisas boas que temos e nem estar abertos a mais bónus do universo somos, no mínimo, uns maldispostos) nem muito prudente ver sempre o lado positivo de tudo: todas as situações podem ter vantagens e oportunidades escondidas, mas por vezes é mesmo preciso agarrar os problemas pelos cabelos e não os maquilhar com wishful thinking.

No entanto, o que não é tão comum ver-se é a possibilidade de o copo estar vazio, sem metade de coisa nenhuma. Mas aqui a pensar com os meus botões, eu que não aprecio meios termos, acho que há muito poder num copo vazio, porque um copo vazio e limpo está pronto para tudo e pode tornar-se qualquer coisa. Nem sequer precisa de ser passado por água para receber sumo de laranja, vinho ou coca cola. Encerra todas as possibilidades.

 Isto é dito de muitas maneiras, em várias fés e correntes de pensamento. Bruce Lee não falou propriamente sobre o copo, mas aconselhava "sejam como a água". A água não tem restrições, adapta-se a qualquer formato, amacia as pedras e quando contida por muito tempo, ganha uma força capaz de rebentar com os obstáculos no seu caminho. Mas para dar forma a essa força é preciso um recipiente, um copo vazio.

 Vários pensadores da Igreja Católica, como Santo Afonso de Ligório, defendem a ideia de "esvaziar-se" de si mesmo para que Deus possa agir.  Nós, meros mortais, só atrapalhamos.

 E numa perspectiva mais New Age, muitos autores de auto ajuda do estilo "atraia assim e assado, mude a sua vida" afirmam que para trazer coisas boas, é preciso primeiro livrar-se daquilo que empata e ocupa espaço. Não é possível atrair uma relação ideal enquanto se está preso a uma relação imperfeita. Não é possível mudar enquanto se estiver agarrado a velhos hábitos. Mas é claro, muitas vezes o copo está meio cheio (ou meio vazio)e é difícil (ou imprudente) atirar fora o que se tem para começar do zero.

 Só quando o copo se esvazia mesmo - geralmente, contra a vontade do dono-  é que se encaram todas as probabilidades. O caldo entornado, o leite derramado, é o fim de tudo...ou um novo começo.

 Aí entra o velho adágio "quando se chega ao fundo do poço, não há lugar para onde ir a não ser para cima".

 Essa é a vantagem do copo limpo: quem se queixa porque não tem amigos/cara metade/um projecto de carreira, está a ver mal as coisas. É que está no estado de recipiente perfeito, próprio para criar ordem a partir do caos, pronto para se encher. Um vaso limpo para criar tudo de novo, sem ninguém para fazer de peso morto nem lixo a ocupar espaço.

 Entre água choca ou água que não serve para matar a sede, às vezes mais vale pegar no copo e ir à procura de uma fonte límpida ou de uma garrafa de Evian para quem gosta, sei lá. Mas isso, claro, exige independência mental...e pouca paciência para ficar sentado a medir quanta água tinha o copo. Ou a chorar sobre a água derramada.


Três passos para evitar más relações como um consumidor inteligente.



Mesmo a mulher mais ponderada, que faça uma boa gestão financeira e adquira só aquilo que lhe faz falta (ou o que acrescenta valor ao seu dia a dia) sente-se outra depois de uma boa passeata pelas lojas. Lá dizia Oscar Wilde, as mulheres desengraçadas choram, as outras vão às compras.  A terapia do retalho - ou do e-commerce, ou dos fornecedores por atacado de cada uma -  desde que bem aplicada para não trazer arrependimentos, problemas financeiros ou tralha inútil, é um santo arejador de cabeças. Por isso mesmo, atrevo-mo a dizer, há que aplicá-la com parcimónia se se for um bocadinho cabeça no ar, ou para evitar tornar-se numa.

 Mas depois de anos a desenvolver toda uma teoria do smart shopping - com uma elevada taxa de sucesso no evitar de compras que não prestam - arrisco dizer que é mais fácil ser-se sensata no arriscado quesito do consumo do que noutros aspectos.
   Tendemos a ser mais tolerantes na escolha das pessoas do que nas aquisições que fazemos.

 Aprendemos mais facilmente a evitar maus negócios do que a eliminar (ou corrigir) relações negativas.

E isto, controverso como possa soar, não é muito boa ideia: talvez se deva aplicar a algumas relações humanas a mesma parcimónia que se usa quando se trata de gastar dinheiro.


Aqui ficam os três erros mais comuns:


1- Testado e desaprovado



Só as fashion victims caem no erro de continuar a comprar modelos que não lhes ficam bem. Uma consumidora inteligente e elegante não usa aquilo que lhe fica "mais ou menos" quando pode estar fantástica: conhece de cor o que a favorece e as peças que deve evitar, por isso consegue reduzir os maus investimentos (e as gaffes de estilo) ao mínimo inevitável.

 E como se alcança isso? Com experiência, observação, conhecimento e aprendendo com os erros do passado, sem voltar a cair neles. Se o corte império não lhe cai bem, vai usar um vestido assim num dia importante? É convidar ao fracasso. Com os afectos, tem de acontecer a mesma coisa. Se uma pessoa (ou um padrão de comportamento de uma ou mais pessoas) já lhe trouxe desgostos, vai continuar a permitir que a história se repita só para dizer que tem fulano ou beltrano na sua vida, ou que tem muitos amigos (ainda que de qualidade duvidosa?)? I think not. Tal como no armário, menos é mais - é preferível não ser tão popular nem tão sociável, ou estar sozinha, a deixar que terceiros instalem o caos na sua existência. Fique com aquilo que lhe faz bem e evite a variedade desnecessária.

2- Dor escusada



Se uns sapatos nos magoam e não caem como devem, acabam no fundo do armário a ganhar pó. E se magoam a sério, não devemos permitir que o façam outra vez. Já o disse aqui e aqui, a sensação de desalento que temos quando não podemos confiar nos sapatos é a mesma de não podermos confiar em pessoas chegadas.  

Um bocadinho de incómodo ainda se tolera no calçado de sair, que é de uso breve e ocasional, mas não nos sapatos/botas/sandálias que é suposto manterem-nos de pé um dia inteiro. Se formos consumidoras sensatas, deixaremos de os desculpar com o piso instável ou o dia de estreia e de lhes dar segundas e terceiras oportunidades: libertamo-nos dos pares que não prestam, evitando comprar a mesma marca (ou modelo) de futuro. 

Ora, com as pessoas passa-se o mesmo: algumas desilusões ou incómodos aturam-se nos conhecidos ou colegas com quem raramente temos de lidar, mas são imperdoáveis nas pessoas com quem é suposto contar - amigos íntimos, cara metade e família - principalmente quando esses comportamentos se repetem (e desculpam) uma e outra vez. Talvez se deva perdoar menos. Encontrar as pessoas certas pode ser tão complicado como achar os sapatos certos...mas quando as temos, confiamos nelas de olhos fechados e vamos com elas até à Conchinchina, tal como acontece com os sapatos de confiança.
 Se as pessoas na sua vida são como sapatos de feira e você faz por merecer Gucci, talvez precise de criar espaço na sua existência para um upgrade. Não há lugar para calçado de qualidade enquanto não limpar as prateleiras do que não lhe interessa; nem há espaço para relações de qualidade até que se liberte do que lhe faz mal.


3-Old habits die hard



Se uma marca nos desilude, o mais certo é deixarmos de a utilizar...mesmo que toda a vida a tenhamos visto lá por casa. 

Se mudaram a fórmula, a embalagem e enfim, um produto "já não é o que era" a nossa fidelidade fica comprometida (um exemplo recente é a Herbal Essences, que voltou às embalagens antigas depois de ter feito um reposicionamento para agradar à "geração milénio". Nunca se deve desapontar o consumidor de sempre!). Então por que carga
 d´água mantemos por perto certas pessoas com o velho título que sempre lhe demos, quando há muito deixaram de preencher essa função? Se um "amigo do peito" passou a "conhecido", há que reposicionar essa ligação. E deixar de contar com essa pessoa porque tal como a tralha inútil, pode não servir para nada mas aumenta a factura quando se passa pela caixa. Se uma relação só traz incómodos e nenhuma recompensa, as hipocrisias são escusadas, tal como o champô que não deixamos de comprar por reflexo condicionado.






Saturday, November 29, 2014

Devemos dar ouvidos aos homens no que respeita à Moda?


Este artigo no Who What Wear motivou as típicas reacções "quero lá saber do que os homens pensam da minha roupa. Eu visto o que gosto!" ou "as mulheres vestem-se é umas para as outras e mais nada". O mundo mudou muito desde os anos 60 e não sei se as mulheres ganham alguma coisa com isso...

Já aprofundei o assunto aqui e dei neste post uma lista das peças mais "man repeller", mas sempre acreditei que quando uma mulher se veste, a lógica deve ser 50/50.

 50% de crédito às outras mulheres e aos criadores - que puxam pelo lado criativo, artístico, pelos detalhes e pelas tendências -  e 50% para agradar ao sexo oposto (aos cavalheiros decentes e de gosto, entenda-se, porque pelos outros grosseirões era tudo Nicki Minajs e esses não contam, Cruzes). Isto porque um homem, estando do outro lado da barricada, sabe aquilo que é lisonjeiro aos olhos e considerar a opinião dele não deixará uma mulher cair em certos exageros que destroem as formas femininas e só ficam bem num editorial.

 Perguntando umas às outras ou consultando as revistas, actualizamo-nos, aprimoramos; perguntando a um homem simplifica-se e não nos afastamos da beleza clássica, do apelo feminino ancestral e dos limites do apropriado - pois muitas vezes uma fatiota em que uma mulher, na sua inocente vaidade, "não vê nada de mal" tem outra leitura para os olhares masculinos. Por isso, quando na dúvida "isto será demasiado atrevido?" nada como o irmão, pai ou cara metade para dar o veredicto final. Até a mulher mais elegante, com mais sentido do que é adequado e do que não é, pode confundir-se, mas eles - que se ouvem uns aos outros e sabem os disparates que dizem de quem passa na rua - são um barómetro infalível.

 Se não andamos sozinhas no mundo, não custa considerar a outra metade. Opiniões?







Emile Zola dixit: a verdade é um cataclismo



"Quando a verdade é enterrada ela cresce, ela sufoca, ela acumula uma tal força explosiva que, quando irrompe, arrasta tudo com ela". 

Emile Zola , 1898


A verdade é como certas pessoas muito pacientes, muito discretas, que vão tolerando, ignorando, deixando andar, enchendo o saco à espera que as coisas voltem aos eixos...até que percebem que assim não pode ser e quando o saco rebenta, fujam: fica tudo assarapantado, pasmando de como aquela criatura tão doce se torna numa fera.

 Toda a vida ouvi a avó dizer que a verdade anda sempre ao cimo da água (se calhar às vezes não se distingue bem quando as águas estão turvas por muitas mentiras, intrigas e trampolinices, mas está lá). No entanto, Zola também é capaz de ter razão: quando a confusão é muita, a coitadinha da verdade pode ser calafetada num porão qualquer à força das vigarices de vários interessados, cada um com uma agenda mais sinistra do que a outra, e da ingenuidade de quem julga ter tudo sob controlo quando na realidade é o fantoche de toda a gente, o bobo de serviço.

 E do pecado da ingenuidade, quase ninguém se livra: quem nunca esteve no papelão de "menino na mão das bruxas" julgando ser protegido por amigos que, com melhores ou piores intenções, mexiam cordelinhos que não lhes diziam respeito, que atire a primeira pedra.

  Isto acontece muito quando alguém está num lugar de destaque que convém (ou não) a muita gente, ou quando a ligação entre um casal ou uma sociedade incomoda fulano e beltrano - aí os desocupados, os invejosos e os Honestos Iagos da vida tratam de se juntar para cozinhar venenos e urdir a sua intriguinha, a sua conspiraçãozinha, a sua manipulaçãozinha.

 Porém, como o Universo não é menino que goste de estar quieto e não há nada tão bem escondido que fique oculto para sempre, pela ordem natural das coisas um dia os nós desatam-se, o chão move-se e o castelo de cartas desaba. Depois é o bom e o bonito, num infindável destapar de carecas, de abertura de cadeados, de caudas presas, de desenrolar de novelos...e como tudo está ligado descamba com estrondo, para o bem e para o mal. 

  E pouca sorte das pouca sortes, como a Verdade tem muitas faces, ao irromper despedaça muitos espelhos...e são estilhaços que nunca mais acabam. 

 Mas a chuva de vidros brilhantes só incomoda quem gosta de andar às escuras. Todos os que gostam das coisas imaculadas e claras sabem que é preciso desarrumar para limpar alguma coisa, e não se importam nada com isso.

Friday, November 28, 2014

Definição de Purgatório




(...)Da dor mera ficção move tristura
Em quem olha: senti então notando
 Das almas penitentes a postura.

Mais umas, outras menos, se dobrando
Iam, segundo o fardo, que traziam;
E as que eram mais sofridas, pranteando,

Não posso mais! — dizer me pareciam.

Dante Alighieri, A Divina Comédia - Purgatório



Cair no disparate de quebrar a minha jura centros -comerciais- só -a dias -úteis- e -a -horas- mortas, e ter a brilhante ideia de ir procurar um determinado presente num shopping que calhava em caminho - e onde não entrava há anos - depois de terminar os meus afazeres.

 Lembrei-me logo porque é que não punha lá os pés desde o tempo dos afonsinhos. Por mais templos do consumo que acumulem neste país, arranjam sempre modo de os apinhar e é impossível apreciar alguma coisa com tanto povo a mercar ou a pasmar para as montras. Depois o calor, a música aos berros, as pessoas tropeçando nos seus sacos e saquinhos como se fosse o peso dos seus pecados, todo um aparato trazido sem tirar nem pôr da segunda parte da Divina Comédia, e ainda o espalhafato natalício vem longe...que seria se assim não fosse!

  Visitei só uma loja, não aguentei e voltei de mãos a abanar, de cabeça a andar à roda, irritada com aquilo tudo, ansiosa por ar fresco, entre frustrada pelo passeio à Senhora da Asneira e vitoriosa por não deixar o meu rico dinheirinho naquele OVNI gigantesco. Cada vez mais prefiro fazer as minhas compras em lojas calmas, de preferência que fiquem na rua, em mercados (e nesta época há uns quantos, muitos para fins solidários) ou comprar online. Desconfio que este ano vai tudo corrido a encomendas!

 E aqui entre nós que ninguém nos ouve, acho que Dante estava mas era a prever os centros comerciais quando descreveu o Purgatório.
Para penitências já basta o que basta...

Thursday, November 27, 2014

O bâton perfeito da Maggie de Freakshow? Achei!



Quem acompanha American Horror Story: Freakshow já deve ter reparado no bâton encarnado da vidente-vigarista Maggie Esmeralda, interpretada pela encantadora Emma Roberts.

 Esta temporada da série passa-se nos anos 1950 e como já é costume, a produção não brinca quando se trata de caracterização e figurino. O tom encarnado/alaranjado mate da actriz não podia passar-me despercebido - ilumina-lhe lindamente o rosto e tem o aveludado ideal.


 Pus-me em campo para saber mais e descobri que se trata do True Red desta marca relativamente recente que se especializou em  produtos de inspiração vintage, a Bésame Cosmetics. Só de escarlates/laranjas a Bésame tem quatro nuances de fazer perder a cabeça a qualquer apreciadora de clássicos.


 A loja oficial envia para Portugal (está também disponível na Sephora, mas ao que percebi só online e dentro dos E.U.A), logo por €29 é possível reproduzir o look da charmosa artista de circo.

 Só fico com dúvidas por não poder experimentar e por, segundo a marca, o produto não ser tão pouco brilhante como parece no écrã, já que a Bésame acha que as texturas mates não são fiéis à época nem benéficas para os lábios. Acho vou esperar que a Sephora Portugal disponibilize esta gama, porque não tenho propriamente falta de bâtons dessa cor.
 Mas, never fear: se quiserem usar o mesmo visual sem compromisso, eu descobri (antes de a série começar, coincidência das coincidências...) a alternativa ideal. 

Uso-o há meses e tinha de partilhar convosco...

Basic Cosmetics, bâton mate nº 6


Costumo passar regularmente na Clarel (ex Schlecker) para comprar isto e aquilo e ainda esta drogaria não tinha vindo para o nosso país, já eu era fã da sua marca de cosméticos, a Basic. Tem produtos interessantes (como a base mineral e em mousse) adequados a peles claras e ultra sensíveis como a minha, por isso recomendo-os com toda a confiança.

 Reparei que tinha uma gama mate de bâtons e escolhi o encarnado mais aberto para juntar à minha colecção, o número 6 - um alaranjado lindo. Só vos aconselho uma boa hidratação prévia: o bâton não é cremoso mas é super aveludado, muito pigmentado e dura todo o santo dia (ou noite, porque a cor é mesmo intensa). Por um preço irrisório (cerca de €3 e picos) não fica atrás, pelo contrário, de outros parentes mais luxuosos.
 Com um bom delineador garante - olha eu a inventar um slogan à época - 24 horas de glamour. Experimentem e depois contem-me...só vos digo que se se lembram de o descontinuar vou ficar muito aborrecida e que pelo sim, pelo não, me vou abastecer de uns quantos tubinhos.












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