Friday, November 11, 2011
Spartacus, bringer of rain, slayer of Theokoles....
É favor parar de matar mostrengos. Agradeço, que Adamastores não faltam por aí...mas eu já estou farta de andar assim:
Thursday, November 10, 2011
Isso é que é ter juízo, meninos
A dupla Dolce & Gabbanna decidiu pôr fim à sua segunda linha, D&G, para dar prioridade à marca original. Os motivos são sombrios e a decisão foi mal recebida por milhares de compradores e retalhistas, que não entendem como se deita à rua uma etiqueta que factura milhões por ano. Mas eu aplaudo e penso que não estou sozinha. A D&G foi um sucesso para as massas - mas banalizou totalmente o trabalho de uma casa de qualidade, afastando os verdadeiros apreciadores. Acredito que muito boa gente deixasse de vestir Dolce & Gabbanna para não se ver associada aos logótipos horrendos, à ostentação, à contrafacção e ao look "jogador da bola/mânfio da noite". Há tempos a Burberry também se viu obrigada a retirar o seu padrão de assinatura para fugir da má imagem causada pelas WAG, que usavam e abusavam das peças mais óbvias, causando uma invasão de cópias ilegais - por isso creio que as razões de Domenico Dolce e Stefano Gabanna não fugirão muito a isto. RIP, D&G, bons ventos a levem.
Fashion faux pas
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| David Bowie e Kate Moss - divindades da moda para casos desesperados. Rezai! |
Fashion - o estilo que prevalece ou é aceite actualmente; vogue; o traje em geral, e o seu estudo; modo de executar algo ("he did it in a familiar fashion": fê-lo da maneira a que já nos habituou ; to be out of fashion: estar fora de moda ( "Truth is out of fashion": a verdade está fora de moda) fashion industry: indústria de moda, compreendendo casas, designers, marcas, manequins, agentes, produtores, etc.
Se quisermos ser puristas, raramente (ou de todo) se usa "fashion" como adjectivo. Para isso existem outros termos: fashionable, stylish, smart, elegante, hype (algo que está no auge da popularidade, must-have) e muitos mais. Alguém que segue de perto a indústria de moda, e que em princípio terá carradas de estilo, é fashionista. Uma personalidade que influencia a indústria, ou que prevalece ao longo dos tempos, é um fashion icon (Marie Antoinette, Aundrey Hepburn, David Bowie, Twiggy...). Fashion victim não é necessariamente alguém que é doido por moda mas uma pessoa que veste tudo o que é tendência sem olhar se lhe assenta bem, fazendo por vezes tristes figuras.
Por cá, se aceitarmos fashion como adjectivo, é mais correcto assumir que alguém parece ou está fashion em determinado dia, não que é fashion. No entanto, a palavra tem vindo a ganhar uma conotação irónica, associada à logomania, à foleirada e a quem se esforça demasiado.
Mas o pior nem é empregar o termo descontextualizadamente. É que as pessoas descrevem objectos ou indivíduos como fashion, ou se auto classificam como tal, sem ao menos se debruçarem sobre a matéria. Se alguém se empenhou no visual ( nem que esteja a cair de pindérico) é fashion. Ai que "féchion" que eu sou, diz a rapariga coberta de poliester. Sabem, o tipo de criatura vulgar que diz adorar moda mas quando lhe perguntam quem é o seu designer de eleição atira "Fátima Lopes". Ok, então porquê? Resposta: ahhhhhhhhhh...cof, cof...porque é mais chique (cada tiro, cada melro, já lá vamos). E além da Fátima? - perguntamos, a tentar entender se ela gosta mesmo das roupas da designer portuguesa ou se atirou o único nome que conhece.
E a boneca de feira, sapatucho de má qualidade e carteira falsa como Judas começa a esgueirar-se de mansinho, sem sonhar que se alguém lhe atira um fósforo a sua farpela arde que é um mimo, tal a quantidade de petróleo.
Porque gostar de "trapos" ou de compras qualquer mulher gosta; mas isso não é o mesmo que gostar de moda (que é uma arte) compreendê-la, saber situar-se ou pelo menos, distinguir uma tendência de um clássico ou uma peça boa de uma má.
Pior que isso, só o uso indiscriminado da palavra chic, como se a tivessem aprendido ontem ou não existissem sinónimos. Superlativos de chic então, é o cúmulo do ridículo. Se não se tem cultura, mais vale ser discreto e não fazer figura de Dâmaso Salcede com o seu constante " podre de chique" e "chique a valer". Que para ser justa, ao menos o rústico do Dâmaso procurava copiar os bons exemplos e aprender alguma coisa.
Wednesday, November 9, 2011
Tão cedo não se toca em...
Uma noite de Sábado maravilhosa, excelente música, muita alegria...e depois veio uma sangria desatada.
You know...I´m bad?
Numa segunda temporada de The Walking Dead a mover-se devagarinho, Daryl revela-se a personagem mais interessante. Não me enganei com este saloio meio selvagem, brutamontes, mas corajoso - e lá no fundo sensível, um coração de manteiga. Já existem grupos de fãs "Daryl casa comigo" e cá com os meus botões, acho que não vão mal encomendadas. Há qualquer coisa de apelativo num cavalheiro do Sul que toma conta de toda a gente, nunca se desmancha, sabe caçar, conta histórias e anda com uma besta pronta a chacinar o primeiro morto em pé que lhe apareça. Eis um homem para uma pessoa se valer numa aflição: não perde tempo com comadrices nem pieguices e vira tudo de cangalhas se for preciso. Aposto que não gosta de gente esquisita e abusadora que morde os outros pela calada. Temos muito em comum. Não direi Daryl, casa comigo, mas que me dava jeito tê-lo por perto, não nego.
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