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Wednesday, January 2, 2013

2ª resolução do Ano: fora com os fretes

                              

Durante os últimos dois anos, a minha intolerância ao frete foi crescendo, proporcionalmente à confirmação de que na maior parte das vezes, não se ganha nada com isso. Como a vida é preciosa demais para desperdiçar em situações que não me agradam ou com pessoas que me fazem urticária, está decidido.

A não ser em situações profissionais extremamente delicadas (afinal, lidar com conflitos é, por vezes, parte do meu trabalho) acabou-se:

- Privar com companhias que me desagradam, a bem da convivência pacífica (ou pior, para fulano ou beltrano ficar contente).

- Aceitar regras ou comportamentos com os quais discordo profundamente.

- Não reagir a coisas que me afectam, mas feitas veladamente, porque "não tenho pretexto para o fazer", "não é suposto dizer nada" ou "a situação não é oficial". Uma pessoa sente o que sente, reage de acordo e não tem de se desculpar por isso.

- Usar o desprezo, o cold shoulder ou a condescendência desdenhosa como panaceia contra pessoas desagradáveis. É um recurso útil, mas não serve para tudo e muitas vezes, a palavra é de ouro.

- Ficar quando não me apetece, para me lamentar depois. A vida ensinou-me que quando algo nos dá volta ao estômago, é altura de sair rapidamente: à francesa, estilo Houdini, em grande...mas desaparecer e assim, evitar revezes maiores.

- Ignorar a minha habilidade inata para dizer um redondo "NÃO" àquilo que me contraria.

Por isso, fica escrito para ninguém se espantar depois. Não ao frete, acabaram-se os fretes, morram os fretes, não se permitem fretes, fretes só no dia 31 de Fevereiro e na semana dos nove dias, queres fretes....*gesto à Zé Povinho* etc, etc.

4 comments:

Isto e aquilo said...

Concordo com o lema "Não aos fretes!", mas no meu caso não é uma resolução nova. É que já estou naquela fase em que digo e faço só o que me apetece ;)

Maria Pitufa said...

Essa foi uma resolução que já tomei há muito tempo! Mas parece-me uma boa resolução... ah e não te admires de as pessoas te disserem que és um bocado bruta! A malta não encara bem este lema! Qualificam-no sempre como brutidade e nunca sinceridade!

Imperatriz Sissi said...

Grandes mulheres ;)
Creio que é uma decisão que, com sorte, surge naturalmente em certa fase da vida. O rótulo da brutidade não me assusta...eu sei distinguir um favor ou gentileza de um frete, se os outros não sabem...não ou andar a sofrer só porque eles foram malcriados e não se ralam de incomodar os outros. Temos pena. Beijinho :****

Imperatriz Sissi said...

quis dizer "não vou"

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