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Sunday, February 10, 2013

Hervé Leger, não sei se gosto de si, mas...

                                    
Pôr na moda os arriscados bandage dresses, vesti-los a celebridades que não fazem nada por eles (nem os vestidos por elas) e inspirar mulheres a quem esse estilo não fica bem a usá-los como se tivéssemos regressado aos anos 80 não é coisa que se faça. Mas lá está o que costumo dizer: quanto mais extravagante/ chamativa uma tendência é, mais depressa pega, desde que seja confortável de usar. E convenhamos que para muito boa gente um vestido justo que se enfia pela cabeça e pronto, e que quase não tem costuras, equivale a conforto ... mesmo que suba pelas pernas acima ou acrescente uns bons quilos ao visual. Um vestido-faixa é das coisas mais complicadas de vestir para quem tenha o mínimo de formas na parte inferior do corpo, precisamente por ter sido criado para dar curvas a quem não as tem. Pode ser feito - mas o tecido, o comprimento, as proporções e o calçado precisam de ser tidos em conta. Isto para dizer que tenho a minha piquena embirraçãozinha com Hervé Leger. Mas como sou uma pessoa justa, tenho de dizer que adoro quando trabalha mangas até ao punho, padrões ricos (algo entre o bizantino, o medieval e o futurista) e grandes, grandes capuzes com peles. 
                                    Hervé Léger by Max Azria - Pasarela
                                      Hervé Léger by Max Azria - Pasarela
                                  Hervé Léger by Max Azria - Pasarela
                                  Hervé Léger by Max Azria - Pasarela

3 comments:

Colour my life said...

Gosto dos vestidos. Mas são, fectivamente, complicados de usar. Tenho um desses pretos, simples e muito confortável, mas com o inconveniente de "subir" enquanto caminho. E não foi assim tão barato para me dar tamanha desilusão. Podes dar algumas dicas para escolhermos os chamados 'midi dresses' de boa qualidade que não nos alarguem o rabito e as ancas? Sou magrita, mas tenho corpo ampulheta. Embora alta, o rabo fica muito evidenciado por causa do contraste que cria com a cintura. Acabo por usar esses vestidos muito menos do que gostaria. :(

Imperatriz Sissi said...

São realmente complicados, porque ainda por cima não se prestam muito a ajustes na costureira; exigem olho e alguma tentativa e erro para resultar como devem, logo não aconselho que se comprem online ou sem experimentar bem. De facto são vestidos desenhados para acrescentar curvas a raparigas com a figura da Paris Hilton ou Cameron Diaz. Mulheres magras com corpo coluna ou triângulo invertido beneficiam muito mais com eles do que as ampulhetas ou pêras, mesmo as magrinhas.
Mas para fazer a tentativa, o melhor é para já, escolher os que têm um tecido mesmo firme (sem ser demasiado apertado) para começar. Eventualmente, um bandage dress poderá ser escolhido num tamanho acima do habitual, desde que as costas assentem no lugar. Não há exactamente uma regra para o comprimento: em geral, para pêras e ampulhetas a bainha que mais equilibra é abaixo do joelho - não tanto por causa da forma das pernas, mas por uma questão de proporções. Quem faz mesmo questão de usar em versão mini, deve escolher um que termine na parte mais esguia da perna (em geral, um pouco abaixo das coxas). Os melhores serão um nadinha mais compridos atrás, para não subirem no rabiosque. Saltos bem altos, ligeiramente compensados e que não tenham demasiada inclinação (para não realçar excessivamente os gémeos) ajudam a conseguir o ar certo. Se o vestido tiver mais do que uma cor, convém que a saia seja mais escura do que a parte de cima, principalmente no caso do corpo pêra. Espero ter ajudado. Beijinho.

Colour my life said...

Sim, obrigada, Sissi. É uma complicação escolher bons vestidos. Uma boa marca não é sinónimo de bons tecidos e mesmo de um bom corte. E já me aconteceu ficar desapontada. :(

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