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Saturday, April 27, 2013

Gwyneth Paltrow: a `snob´ mais bela

                               
Uma das mulheres que mais admiro no panorama internacional foi eleita a mais bela do ano pela revista People. Para mim, Gwyneth tem muito mais do que beleza: possui classe, porte, elegância e um ar racé cada vez mais raro nos dias que correm. Na era do silicone, leggings, lycras, calções e formas grosseiras, das feiotas-que-tentam-passar-por-boazonas, em que qualquer moçoila com pinta de varina é considerada "bonita" desde que se dispa, a verdadeira beleza torna-se exótica. Mulheres como ela, como Kate Blanchett, Jessica Chastain, Emma Stone, Dita Von Teese ou mesmo (noutro género, e com um toque mais risqué) Angelina Jolie ou Monica Belluci, que mantêm na segunda juventude a mesma beleza da primeira e estão sempre impecáveis, são uma espécie em extinção. Os traços finos, a pele luminosa, o cabelo brilhante e em suma, um ar ´régio`, o gosto, a distinção e outras características que separavam as mulheres de fino trato das aventureiras  e as colocavam num patamar à parte para serem admiradas, perdem infelizmente muito terreno para as guidettes, kardashians e mulheres da luta deste mundo. Honra seja feita às meninas ou mulheres que se podem apresentar em todo o lado. A César o que é de César, e coloquem-se as verdadeiras damas no seu devido lugar. Ainda assim, Gwyneth não se livra da acusação de snob. Nestes tempos negros, beleza e distinção confundem-se com aquilo que o povo vão, habituado aos Big Brothers e às exibicionistas das redes sociais da vida, gosta de classificar como elitista, peneirento ou, mais vulgarmente, nariz empinado. Tanto pior para as resistentes. Valha-nos que ainda vai havendo gente de requinte e sensibilidade na imprensa, capaz de pôr o trigo para longe do joio... 





2 comments:

a mulher certa said...

E acho que foi eleita uma das mulheres mais odiadas dos EU. Nunca percebi o motivo... Mas gosto dela.

Inês Maria Rocha Gonçalves Moura de Sousa said...

concordo que hoje em dia o conceito de beleza anda pelas ruas da amargura, mas quem é digno é o no metter what. Eu que nem aos calcanhares desta senhora chego já fui apelidada de imperialista só porque sou discreta e não ando aí a conversar no vão de escada com a vizinhança toda. Mas antes imperialista que vulgarzinha foi a minha resposta.

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