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Tuesday, May 28, 2013

O efeito Kill Bill

                      
Quando Kill Bill saiu, fiquei logo encantada: tinha artes marciais, era cartoonesco, tinha uma banda sonora fabulosa, era Tarantino, piscava o olho aos filmes antigos de kung fu que faziam as minhas delícias e...contava a clássica história da boa menina (ou não tão boa assim) que faz as vezes de Conde de Monte Cristo. Estava ela em busca de redenção quando um fantasma do passado decide acabar-lhe com a existência. Mas ela sobrevive, como é apanágio das pessoas levadas da breca, e acorda do longo coma muito chateada. Mexe um dedinho, mexe o outro, levanta-se e apesar de saber que são muitos contra ela, com os poderes todos, a partir daí é um festival, com "a noiva" a revelar que também tem o seu saco de truques. Os maus da fita não tardam a perceber que se meteram com a rapariga errada. E isso nunca é boa ideia. Mesmo que a rapariga pareça estar deitada, depois de uma tareia, completamente xoné. Vaso ruim não quebra.

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