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Saturday, June 15, 2013

O divertido desafio de fazer malas

                                     
Com os anos tornei-me disciplinada, mas quando digo " vou arranjar um simples weekend bag" continuo a provocar sobrancelhas erguidas cá em casa, porque comigo um weekend bag raramente o é. Não só pela natureza das situações que me mais frequentemente me fazem sair de casa (e que não me permitem exactamente andar de jeans e sabrinas) mas pela minha mania do detalhe. A fórmula uma saia preta, umas calças cigarrette pretas, um par de jeans, um vestido preto, tailleur, vestido de dia, dois vestidos de noite, t-shirt escura, top branco, camisa branca, top de seda, blazer e gabardina, mais coisa menos coisa, costuma simplificar a equação dependendo do passeio/ocasião/eventos incluídos na viagem e do número de dias. Levar os coordenados rigorosamente feitos, também. Mas não esqueçamos o pijama, o robe-de chambre, roupa interior adequada a tudo o que se vai usar, o necessaire (esse desgraçado...os secadores/,modeladores, por mais portáteis que sejam, nunca são pequenos) e acima de tudo os sapatos, que ocupam imenso espaço e não dão jeito nenhum para transportar ou fechar a mala como se deve. Sim, os meus zippers sofrem. E acima de tudo, sou uma rapariga prevenida, que leva sempre um outfit extra, calçado incluído, num porta fatos, por causa da lei de Murphy de que já vos falei. A vantagem? Nunca me vi numa aflição, do género ai que me caiu uma malha/partiu-se-me um salto/rasguei a alça do vestido. Não contente com isso, ainda sou excelente a arranjar a bagagem de quem me acompanha. Comigo não há happenings. Nem bagagens ultra leves, por mais que me esforce. Não se pode ter tudo. Cá vou eu organizar a  "pequena malinha" que o tempo não pára. Wish me luck.

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