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Friday, July 26, 2013

Justiça pouco poética

     

O pobre gato não sabe por onde anda e aterra debaixo dos meus pés. Piso o desgraçado, que fica triste e ofendido que só visto. Corro a casa toda na tentativa de o consolar enquanto ele foge de mim, coitadinho, coitadinho do gatinho. A mãe (minha e por adopção, do gato) pergunta que cena é aquela. 
 - Pobrezinho do Farinelli...pisei-o sem querer.
 -  Paciência...mas é bem feito! Ainda há pouco me mordeu, e foi de propósito!

Sempre achei que se o karma existe, nós somos muitas vezes o instrumento dele. Ser assim a "Mão de Deus" ou o "instrumento da Justiça Divina" como se diz nos livros e nos filmes quando é preciso uma desculpa para desancar o mau da fita como se não houvesse amanhã sem parecer mal. Mas se é assim, prefiro exercer o karma de gente realmente má. Then again, como o Universo fala por sinais, às tantas foi-me atribuída a tarefa de justiceira e eu não dei por nada. Preparem-se, inimigos da verdade e da justiça! A vossa hora vai chegar! (Ou outra frase à super herói que entendam...).

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